CCSP – Programação de Novembro 2010

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

Programação de música clássica e popular de novembro/2010
Festival de Improvisação
Festival Abaetetuba – Encontro internacional de improvisação livre em música

Dias 13 e 14
Sábado às 21h e domingo às 19h
Espaço Cênico Ademar Guerra – Entrada Franca

Com: John Edwards (contrabaixo – Inglaterra), Michelle Agnes (piano – Brasil), Panda Gianfratti (percussão – Brasil), Raymond MacDonald (saxofone – Escócia), Ricardo Tejero (clarinete – Espanha), Saadet Türköz (voz – Turquia) e Thomas Rohrer (sax e rabeca – Brasil/Suíça).

Oficinas:
Sábado às 12h (Ricardo Tejero) e 15h (Saadet Türköz)
Domingo às 12h (Raymond MacDonald) e 15h (John Edwards)
Espaço Cênico Ademar Guerra – Entrada Franca (30 vagas por oficinas)

Obs: retirada de ingressos com uma hora de antecedência para os espetáculos e para as oficinas.

FRASE: O coletivo paulista Abaetetuba recebe quatro expoentes da improvisação livre mundial para oficinas e apresentações musicais em formações instrumentais variadas.

RELEASE

John Edwards (contrabaixo – Inglaterra)

Michelle Agnes (piano – Brasil)
Compositora e pianista, seu trabalho de criação está voltado à pesquisa de técnicas expandidas junto ao piano na composição e na improvisação. Graduou-se em composição musical pela Unicamp, onde também desenvolveu pesquisa de mestrado sobre o som no primeiro filme sonoro de Dziga Vertov. Em 2003 foi premiada com uma bolsa da Unesco para residência no estúdio de música eletroacústica do IMEB, França. Tem realizado acompanhamento musical ao vivo para diversos filmes silenciosos de autores como Meliès, Clair, Lumière, Keaton, Chaplin, Vertov, Renoir, Buñuel, Christensen, L’Herbier e Ivens, entre outros. Em 2006 recebeu o prêmio de melhor música na 33ª Jornada de Cinema da Bahia. É doutora pela USP, onde desenvolveu pesquisa sobre o estilo tardio de Luigi Nono.

Panda Gianfratti (percussão – Brasil)
Dedica-se à música improvisada desde 1999, sendo o fundador do grupo Abaetetuba de improvisação livre. Seu trabalho se caracteriza pela pesquisa de timbres, construção e transformação de instrumentos no universo da percussão. Em 2006 Apresentou-se no Sesc Paulista, musicalizando ao vivo juntamente com Thomas Rohrer os filmes Dog Star Man, de Stan Brackhage, e Ninots, Monigotes e Figures, da artista chilena Patrícia Osses. Participou de diversos espetáculos de âmbito internacional em vários países do mundo entre os quais destacam-se as performances no Laban Centre Dance Contemporary em Londres (em parceria com Hagit Yagira), no Festival Hurta Cordel de Improvisação Livre de Madrid, realizado na Casa Encendida, e diversas apresentações com o grupo Abaetetuba em Londres e Amsterdã.

Raymond MacDonald (saxofone – Escócia)
Saxofonista e compositor, Raymond MacDonald integra o The George Burt-Raymond MacDonald Quintet e é mebro fundador da Glasgow Improvisers Orchestra (Escócia). Sua música explora as fronteiras e ambiguidades entre o que é convencionalmente encarado como improvisação e composição. Participou da gravação de mais de 30 CDs, lançados na Europa, Japão, Austrália e América do Norte. Produz também música para filmes, televisão e teatro, além de integrar projetos de artistas visuais, escritores, dançarinos e poetas. Mac Donald já trabalhou com figuras importantes da música de vanguarda, tais como Marilyn Crispell, Fred Frith, Evan Parker, Barry Guy, Günter ‘Baby’ Sommer, David Byrne, Damo Suzuki, George Lewis e Nurse with Wound.

Ricardo Tejero (clarinete – Espanha)
Nascido em Madri, reside atualmente em Londres, onde mantém intensa atividade como instrumentista, regente e educador. Estudou em Londres e Leeds (Inglaterra) com músicos como Richard Barret, Peter Wiegold, Phil Chapman e Didrik Ingvaldsen. Tem trabalhado em diferentes países com músicos e projetos tais como Roland Ramanan Tentet, Marcio Mattos, Javier Carmona, Dave Tucker, Mark Sanders, Tony Marsh, WARY, Dominic Lash, Dave Kane, Steve Nobel, Pat Thomas, Veryan Weston e Adrian Northover, além de atuar também como instrumentista e regente com a LIO (London Improvisers Orchestra), al lado de alguns dos pioneiros da improvisação livre européia, entre eles, Lol Coxhil, Evan Parker e Phil Washman. É integrante também dos grupos FOCO (Orquestra de Improvisadores de España), RIO (Royal Improvisers Orchestra, da Holanda) e BERIO (Berlin Improvisers Orchestra).

Saadet Tuerkoez (voz – Turquia)
Cantora, improvisadora e poeta, Saadet Türköz nasceu em Istambul, filha de refugiados do Cazaquistão, e vive há muitos anos em Zurique, na Suíça. Sua música é marcada pela influência da tradição oral das montanhas da Ásia Central, reunindo elementos da cultura cazaque e turca, que tiveram forte presença em sua infância, bem como técnicas modernas para a voz, constituindo um estilo único. Aos 20 anos mudou-se para a Suíça, onde teve contato com o free jazz, a improvisação e outras formas de música experimental, sem abandonar as tradições musicais de suas origens. Além de realizar apresentações solo, Saadet apresenta-se regularmente em duos, trios e grandes formações, ao lado de improvisadores como Martin Schuetz, Elliot Sharp, Urs Leimgruber, Thomas Rohrer, the Koch-Schuetz-Studer Trio e Fred Frith, entre muitos outros. Tem trabalhado em diferentes países e participado de projetos que incluem a interação com outros meios como teatro, filme, vídeo e dança.

Thomas Rohrer (sax e rabeca – Brasil/Suíça)
Suíço radicado no Brasil desde 1995, iniciou-se como violinista, tendo estudado também saxofone com Othmar Kramis na escola de jazz de Lucerna. Atualmente, tem se dedicado à pesquisa de técnicas instrumentais expandidas junto à rabeca. Seu trabalho transita entre a improvisação livre e a música regional brasileira. Apresentou-se várias vezes com o coletivo de improvisação Abaetetuba. Faz parte do grupo “A Barca”, integra um duo com a cantora Saadet Türköz e participa de um trio com o claronista suíço Hans Koch e o percussionista Panda Gianfratti. Excursionou em turnê diversas vezes pelos Estados Unidos e pela Europa, tendo inclusive participado do programa Artist Links (British Council / Arts Council) como artista residente durante quatro meses em Londres. Realizou também trabalhos focados na interação áudio-visual, como trilhas para cinema, música para teatro, dança, performance e instalação.

Dia 20
Concerto especial
Rodrigo Vitta e Orquestra Jovem de Repertório Manfredo de Vincenzo e a Banda do Conservatório “Villa-Lobos”

FRASE: A Orquestra interpreta grandes clássicos da música erudita.

RELEASE
O Maestro e compositor Rodrigo Vitta nasceu em São Paulo. É mestre em Semiótica na PUC e Bacharelado em composição pela FAAM. Regente da orquestra formada por músicos de diversas nacionalidades, a Orquestra Metropolitana, criada em 2006. A orquestra conta ainda com a participação de membros de outras formações sinfônicas da cidade de São Paulo. Tem com objetivo a difusão da música sinfônica em nosso país.
Em 2009, apresentou-se no SESC Santana em tributo a Heitor Villa-Lobos com o concerto “O Brasil de Villa-Lobos” tendo como convidado especial o “Duo Siqueira Lima” e em 2010 com o concerto de sua autoria “O grito da natureza”, para violino e orquestra. Como compositor Rodrigo Vitta tem obras divulgadas em diversos concertos e séries musicais destacando-se a série “Violão Sinfônico” com curadoria de Henrique Pinto, realizado no SESC-SP pelas mãos de solistas como Fabio Zavan, Brasil Guitar, Álvaro Pierri, Eduardo Isaac e Mario Ulloa. Rodrigo Vitta é o regente da Orquestra de Repertório “Maestro De Vincenzo, com qual se apresenta em várias salas de concertos na Capital e no Interior.

ANDERSON POSSO
Natural de São Paulo. Licenciado pela Faculdade de Música Carlos Gomes e formado em Flauta-doce pelo Conservatório Musical Heitor Villa-Lobos, com o Prof. Lafaiete Fausto e pela Escola Municipal de Música de São Paulo, com a Profa. Marília Macedo. Estudou Regência com o Mto Roberto Farias na Universidade Livre de Música Tom Jobim, com o Mto Jocelei Boher na FMCG e com o Mto Dario Sotelo, no 4º Curso de Férias de Tatuí.
É Professor de Prática de Banda do Conservatório Musical Heitor Villa-Lobos, da Organização Social de Cultura Santa Marcelina e Professor de Bandas e Fanfarras da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.

PROGRAMA
BANDA DO CONSERVATÓRIO “VILLA-LOBOS”
*Robert W. Smith – “Triton Fanfarre”
*Autor Desconhecido – “Honra aos Trombones”
Solista: Marcos Henrique, trombone
*João E. Silveira Jr. – “Mi Anoranza”
Regente: Anderson Posso

ORQUESTRA JOVEM DE REPERTÓRIO MANFREDO DE VINCENZO
*Antonio Vivaldi – Concerto em Fá M.op 10 n°8 – para Flauta e Cordas
I – Allegro ma num Tanto
II – Largo e Cantabile
III – Allegro
Solista: Silnei Doomacil
Regente: Anderson Posso

*Bela Bartok4 – “Vier Kleine Tanzstucke”
I – Poco Andante
II – Auf den Von Gõdõllõ fiel der Erste Schnee – Allegretto
III – Abend auf dem Lande – Lento, rubato
IV – Slowaken – Tanz – Allegro
Regente: Rafael Vicole

*Joseph Haydn – Concerto em DoM.para Piano e Orquestra
– Allegro Moderato
– Andante
– Allegro
Solista: Benny Roger Silva
Maestro: Rodrigo Vitta

Sala Adoniran Barbosa (631 lugares)
Ingressos: R$ 5,00

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Classicos do Domingo domingos, 11h30

A série mantém a tradição dos concertos dominicais, valorizando jovens talentos da música clássica brasileira – intérpretes e compositores –, além de apresentar nossos já consagrados artistas.
Retirada de ingresso 1h antes do espetáculo.
Sala Jardel Filho (dias 7, 14 e 21) Sala Adoniran Barbosa (dia 28)
Entrada Franca

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Dia 7
Grupo Aum
Com: Arlete Tironi Gordilho (piano); Liliana Bertolini (flauta); Hélcio de Latorre (flauta); Gilson Barbosa (oboé e corne inglês); Clóvis Camargo (contrabaixo) e Nath Calan (percussão)

FRASE: Grupo AUM comemora 13 anos de carreira e homenageia os 80 anos
de Edmundo Villani-Côrtes.

RELEASE
O grupo instrumental paulistano AUM (www.grupoaum.com.br) comemora 13 anos de carreira e homenageia os 80 anos do compositor Edmundo Villani-Côrtes, no espetáculo intitulado CORTESIA.
Unindo sempre o erudito e o popular, e focando compositores contemporâneos brasileiros, o grupo tem três CDs lançados e o último deles, Postais Paulistanos, recebeu elogiosas críticas de imprensa. A revista Bravo, por exemplo, escreveu que o grupo “persegue a sempre difícil fronteira entre popular e erudito” e a publicação Teclado & Áudio salientou que o álbum “reforça a idéia de que o público merece mais do que a mídia convencional apresenta”.
“A palavra Aum é o símbolo universal do yoga e do hinduísmo. É também o som de um mantra, considerado o mais poderoso de todos. Mantra é a combinação de sons que, enquanto entoamos, nos dá controle da mente e uma sensação de felicidade, levando-nos a um campo espiritual”, segundo a pianista Arlete Tironi Gordilho, que forma o grupo ao lado de Liliana Bertolini (flauta), Hélcio de Latorre (flauta e flautim), Gilson Barbosa (oboé e corne inglês), Clóvis Camargo (contrabaixo) e Nath Calan (percussão).
Formado em 1997, por Arlete e Liliana e com o objetivo de mostrar repertório de música erudita, do barroco ao contemporâneo, aos poucos o AUM foi congregando mais músicos e incluindo obras de compositores vivos, que além de fornecer partituras, orientavam na interpretação. A partir daí trabalharam com Celso Mojola, Osvaldo Lacerda, Paulo Maron e principalmente Edmundo Villani-Côrtes, e por esse contato, criaram o projeto Música Brasileira de Compositores Vivos.
O primeiro CD Aum interpreta Villani-Côrtes (2001), foi uma justa homenagem a esse compositor de talento reconhecido, que completa 80 anos em 2010 e tem mais de 300 obras para as mais diferentes formações. O álbum seguinte Os Borulóides, traz repertório de Amaral Vieira, Julio Bellodi e novamente Villani-Côrtes. O terceiro disco, Postais Paulistanos (Fábrica Discos/Tratore) apresenta músicas de Edmundo Villani-Côrtes, Paulo Maron e Hélcio de Latorre. O título do álbum foi retirado da suíte Postais Paulistanos, de Villani-Côrtes, que ganhou o prêmio APCA, de 1995, como Melhor Obra Sinfônica e tem seus sete movimentos apresentados aqui.
A parceria com Edmundo Villani-Côrtes começou no ano 2000, durante uma homenagem aos seus 70 anos. Nesses 10 anos o grupo consagrou-se como o principal representante das obras desse compositor, contando com composições feitas especialmente para a formação do Aum, com sua companhia em viagens e apresentações, conversando e encantando o público, e como diretor musical dos 3 CDs.

Arlete Tironi Gordilho (piano)
Iniciou seus estudos musicais aos 6 anos. É formada pela Faculdade Superior de Música Santa Marcelina, na classe do Professor Alberto Salles. Participa ativamente do “Grupo de Pianistas de São Paulo” e dedica-se ao magistério. Realizou estudos de aperfeiçoamento com Lina Pires de Campos, Vera Del Nero Gomes, Magda Tagliaferro e Maria Curcio (Inglaterra). Entre seus prêmios destacam-se o 1º lugar obtido no II Concurso Nacional de Piano “Guiomar Novaes”, realizado em Petrópolis, e no Concurso Clarisse Leite, em Bauru e São Paulo. Recebeu o prêmio de interpretação no V Concurso Nacional Lorenzo Fernandez, realizado em Juiz de Fora. Participou de master classes com os pianistas Flávio Varani e Gilberto Tinetti, com o qual continua fazendo curso de interpretação. Nos anos de 1995 e 1997 apresentou-se como solista da Orquestra Sinfônica de Santa Catarina, sob a regência do Maestro José Nilo Valle. É integrante da Sociedade Duo Pianístico do Brasil, sob supervisão do Maestro Kenichi Yamakawa. Como recitalista tem se apresentado em espaços culturais em São Paulo e no interior, recebendo críticas elogiosas. Seu grande projeto é a idealização do Grupo AUM, para o qual se dedica desde 1997.

Liliana Bertolini (flauta)
Pianista de formação, estudou no Conservatório Musical da PUCC sob a direção da Profª. Olga Normanha e orientação da Profª. Nelly de Oliveira. Iniciou seus estudos de flauta transversal com a Profª. Grace Lorraine Henderson (primeira flauta do Teatro Municipal de São Paulo) e prosseguiu com o Prof. Wilson Rezende no Conservatório Musical Brooklin Paulista. Complementou sua formação participando de festivais de Música: Londrina, Brasília, Campos do Jordão e Curitiba. É Bacharel em Comunicação Social pela FAAP com especialização em Publicidade. Concluiu sua pós-graduação em flauta transversal em 1999 na Faculdade de Música Carlos Gomes sob a orientação do Prof. Marcos Kiehl. Atua como flautista do Grupo AUM. Atualmente é professora de Musicalização para crianças de 5 e 6 anos, e ensina pífaro, flauta transversal e piano na EMIA (Escola Municipal de Iniciação Artística). Participa como educadora musical do projeto “A rede em rede”, oferecido a educadores do Ensino Infantil da rede municipal de São Paulo, pela Secretaria Municipal de Educação. Como compositora atua na criação de trilha sonora para peças de teatro infantil e contação de histórias no Grupo “Mil Folhas de Contos e Canções”.

Hélcio de Latorre (flauta)
Iniciou seus estudos de flauta transversal sob a orientação de João Dias Carrasqueira, em São Paulo. Formou-se pela Faculdade de Música Santa Marcelina, e aperfeiçoou-se na França, orientado pelo flautista Francis Gabin. Foi monitor das Flautas da Orquestra Experimental de Repertório. Gravou com o Quinteto de Flautas de São Paulo a integral dos Concertos para Quinteto de Flautas de Boismortier, e com o Grupo AUM os CDs Os Borulóides e Postais Paulistanos. Dedica-se ao repertório de música de câmara, fazendo parte de diversas formações. É professor de flauta transversal na Escola Espaço Musical, Escola Britânica de São Paulo e Universidade Livre de Música. É membro da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo desde 1990.

Gilson Barbosa (oboé e corne inglês)
Estudou com Sebastião Gomes (Brasília), Salvador Masano (São Paulo), Manfred Clement, Ingo Goritski e Henry Schuman em diversos cursos de férias. De 1975 a 1995 foi primeiro oboísta e corne inglês solista das Orquestras Sinfônicas Municipal de Campinas, Minas Gerais e Municipal de São Paulo. De 1995 a 2002 foi monitor da Orquestra Experimental de Repertório. Já se apresentou como solista à frente das Orquestras de Campinas, Municipal de São Paulo e da USP, sob regência dos Maestros Carlos Veiga, Benito Juarez, Issac Karabtchevsky, Gerard Devos, Henrique Gregori, Barros Garbogini e Ronaldo Bologna. Lecionou oboé na Escola de Música de Piracicaba, no Conservatório Musical do Brooklin Paulista e na Universidade Livre de Música do Estado de São Paulo. É professor do Conservatório Dramático e Musical de Tatuí. Músico atuante em diversas formações camerísticas (recitais com piano, cravo e órgão), atua também ao lado de artistas populares.
Participa de diversas gravações de música de câmara, sinfônica e operística e gravações para rádio e TV.

Clóvis Camargo (contrabaixo)
Iniciou seus estudos no Centro Instrumental de Americana e Conservatório de Tatuí com o Professor Nikolaus Schevistschenko em 1983. Graduou-se na UNICAMP em 1986 e na Schola Cantorum de Paris (1987). Ganhou o primeiro prêmio do Conservatoire National d’Angers (França – 1993) onde estudou com os professores Michelle Remaud e Jean-Marc Rollez. Participou do 5º Festival “Musique du XX ème siècle d’Angers”, tocou na
Sinfonietta de Vendée e Ensemble Orchestral du Val de Loire. Com o grupo Le petit pan de mur jaune
participou dos festivais: Europa Jazz Festival du Mans, Rencontres internationales d’Jazz de Nevers e Jazz sur Loire. Participou da turnê européia do saxofonista brasileiro Cacau de Queiroz e também com a cantora
brasileira Márcia Maria. Atualmente é integrante da OSUSP (Orquestra Sinfônica da USP) e da Orquestra de Contrabaixos Tropical.

Nath Calan (percussão)
Graduada em Nutrição pela USP e Bacharel em Música – Habilitação em Instrumento (Percussão) pela UNESP, Natali Calandrin Martins estudou com Ricardo Bologna, Elizabeth Del Grande (Escola Municipal de Música), John Boudler, Carlos Stasi e Eduardo Gianesella. Percussão popular estudou com Dinho Gonçalves (Souza Lima) e Guello (ULM). É ex-integrante do Grupo PIAP, realizando concertos pelo Brasil e gravações para TV e Rádio. É musicista convidada por diversas orquestras entre as quais OSUSP, Orquestra Sinfônica de São José dos Campos, Orquestra da UNITAU (Taubaté) e Sinfônica de Rio Claro. Como camerista atua como convidada pelo Percorso Ensemble e Grupo Durum Percussão Brasil, realizando concertos no Brasil e no exterior. Participou de importantes festivais de música e encontros de percussão pelo país, gravando o CD Orquestra Acadêmica do Festival de Campos do Jordão, sob regência de Roberto Minczuk. É responsável por estréias e primeiras audições no Brasil de obras de compositores como Vinko Globokar e Artur Rinaldi. Atualmente é percussionista da Orquestra Sinfônica de Santos e professora do Guri Santa Marcelina.

PROGRAMA:
Homenagem aos 80 anos de Edmundo Villani-Côrtes
– Poema Brasileiro
– Os Borulóides
– O passarinho da Praça da Matriz
– Pequena Fantasia de Jó
– O Orelha
– Casulo
– Fonte Eterna
– Sakura
– São Paulo
– Frevo Paulista
– Baião
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Dia 14
Regina Schlochauer (cravo)
Participações especiais: Heloisa Petri (soprano) e Franciel Monteiro (violão)

FRASE: A reconhecida cravista apresenta importantes obras de J.S Bach e E. Villani – Cortês entre outros compositores clássicos.

RELEASE
Regina Schlochauer
Pianista e cravista, a artista atua como professora de Piano, Cravo e História da Música Brasileira e Música de Câmara na FAAM ,em São Paulo, e também na Pós graduação da Escola de Comunicações, USP.
Faz recitais e concerto de piano e cravo, com um repertório abrangente, desde autores da Renascença até a música contemporânea. Fez continuo em cantatas, óperas e música de câmara. Atuou em recitais em festivais de cidades históricas de Minas, nos Estados Unidos, França, Portugal e Uruguai.
Fez a estréia do Concerto para Piano, do compositor Rodrigo Vitta, em excursão no Uruguai, onde atuou como continuo, solista e palestrante.
Prêmio Funarte com o Duo Orpheus (com o oboista Gilson Barbosa “Circulação de Música nas Escola” e PAC da Secretaria do Estado da Cultura (SP) em dois projetos: de música de câmara, com o Trio Sonata; com o recital “ 1, 2, 3…. Musicâmara” e como pianista, com espetáculo “Vendouvindo- música no tempo”.

Heloisa Petri (soprano)
Soprano com carreira pautada na música antiga e contemporânea, é uma das principais divulgadoras da música vocal brasileira. Integrou o Coral Paulistano do Teatro Municipal de São Paulo e atualmente participa dos grupos Quadro Carmina e Barroco & Cia.
Franciel Monteiro (violão)
Graduado na FAAM e tendo como orientador Henrique Pinto, o jovem violonista Franciel Monteiro é dono de um talento espetacular, onde o artista esbanja um leque de possibilidades timbrísticas que transformam sua melodia em algo maravilhoso.
Em suma, Franciel é um grande de violonista. Aguardamos seu CD solo, que deve ser lançado em breve, antes do início de seu mestrado nos Estados Unidos.

PROGRAMA:
J.P.Sweelinck (1562-1621)
Paduana Lachrimae
J.S.Bach (1685 –1750)
Fantasia e Fuga BWV 904
Toccata em mi menor BWV 914
D.Scarlatti (1685 – 1757)
Dua Sonatas
J.Dowland (1563 – 1626)
Flow my tears
Come again
Renascença Inglesa
Pastime in Good Company
E.Villani –Côrtes (1930 )
A festa de Tocandira
Prelúdio
Modinha da moça de Antes

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Dia 21
Lícia Lucas
(piano)

FRASE: Em comemoração ao 200º aniversário de nascimento de Chopin, a renomada pianista apresenta as composições desse grande compositor.

RELEASE
Pianista e concertista internacional.
Licia Lucas nasceu no Brasil em Itu, Estado de São Paulo.
Começou os estudos de piano em família com a professora Nayl Cavalcante Lucas, diplomando-se posteriormente na Escola Nacional de Música na classe da professora Neida Cavalcante Montarroyos. Licia Lucas estudou no Brasil com Homero de Magalhães, discípulo de Alfred Cortot e na Itália, no Conservatório de Santa Cecília de Roma, com Vincenzo Vitale, descendente artístico de Thalberg e de Cesi, este último que, a convite de Anton Rubinstein, foi Diretor da escola pianística do Conservatório de São Petersburgo . Sua educação musical foi aperfeiçoada com Bruno Seidlhofer e Hans Graf da escola vienense, bem como no Mozarteum de Salzburg com Renzo Silvestri.

Iniciou sua carreira ao ganhar o 1º. Lugar no Concurso para solistas da Orquestra Sinfônica Brasileira e conquistando na Itália Medalha de Ouro no Concurso Internacional de Vercelli, concedida por Arturo Benedetti Michelangeli, sendo a mais jovem de todos os concorrentes. Desde então tem-se apresentado com mais de 50 orquestras sinfônicas da Europa, Estados Unidos e América Latina.
Na Rússia, em 2003, no esplendor das comemorações dos 300 anos da fundação de São Petersburgo atuou como solista convidada da Orquestra do Teatro da Ópera e do Ballet do Conservatório de São Petersburgo, sob a regência do maestro Guilherme Bernstein Seixas, na inauguração do III Festival da Cultura Ibero americana, gravando a seguir com a Orquestra de São Petersburgo na Sala Glazunov os concertos de Grieg em Lá menor, op.16 e o concerto No.1 em Si Bemol Menor, op. 23 de Tchaikovsky, com o maestro Alexander Sladkovsky. Em Junho de 2004 , o nome de Licia Lucas se inscreveu no seleto grupo de artistas que se apresentaram na Grande Sala da Filarmônica de São Petersburgo ao ser longamente ovacionada como solista dos concertos de Beethoven No.3 e Chopin No.2, gravando a seguir também estes dois concertos com o maestro Gustavo Plis-Sterenberg.
Entre suas gravações destacam-se também as realizadas na Sala Tchaikovsky de Moscou com a Orquestra Estatal da Sociedade Filarmônica de Moscou, com a Filarmônica de Turim na Itália, nos Estados Unidos com a Arpeggione Kammerorchester da Áustria, assim como a gravação do 2º. Concerto de Bela Bartók para a TV Globo no Rio de Janeiro, com a Orquestra Sinfônica Nacional, os CDs gravados para o selo L’ART: “Il Barocco” assim como os “24 Prelúdios de Chopin” e o CD “Licia Lucas in Italy” gravado em 2008, na Itália no “Fazioli Concert Hall.”

Durante 4 anos, Licia Lucas foi Coordenadora do Departamento de Música Clássica do Ministério da Cultura da Nicarágua e Chefe da Cátedra de Piano da Escola Nacional de Música de Manágua. Tem proferido palestras e “masterclasses”, além do Brasil, na Argentina, Peru, America Central, México, Estados Unidos e Itália.
No Brasil Licia Lucas desenvolve intensa atividade pedagógica, é membro Titular da Academia Nacional de Música e membro do “Comité D’Honneur” da Fundação João de Souza Lima. É fundadora da Academia Nicaragüense da Música e Presidente de Honra da Orquestra Jovem da Nicarágua, tendo recebido a Medalha de “Amiga e Mecenas da Arte e da Cultura Nacional” neste país, apoiando também no Brasil o projeto de diversas orquestras jovens.

PROGRAMA
FRÉDÉRIC CHOPIN (1810-1849)
Noturno Op. 48 No.1
Prelúdio Op. 28 No. 15
Prelúdio Op. 28 No. 17
Prelúdio Op. 28 No. 24
Estudo Op. 10 No. 3
Estudo Op. 25 No. 1
Estudo Op. 10 No. 12
Fantasia Improviso Op. 66
Balada No. 4 Op. 52
Scherzo No. 2 Op. 31

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Dia 28
Luciano Simões
(barítono) e Nancy Bueno (piano)

FRASE: Recital de voz e piano em homenagem aos grandes compositores brasileiros, de Heitor Villa-Lobos a Villani-Cortês.

RELEASE
Luciano Simões
, (barítono)
Cantor recitalista especializado em canção de câmara brasileira e uma das maiores autoridades na música de Villani-Côrtes no Brasil.
Luciano estudou com renomados cantores no Brasil e nos EUA, incluindo a mezzo-soprano Patrícia Green, o tenor do MET Richard Fracker, Martha Herr, Sofia Mukhametova, Lenice Prioli e Carmo Barbosa. Estudou regência coral com Charles Smith, David Rayl, Abel Rocha e Vítor Gabriel. Foi solista junto à MSU Symphony Orchestra, Orquestra Filarmonia, Coral da OSESP e Banda Sinfônica de Diadema. Já trabalhou com nomes como Marluí Miranda e Ricardo Kanji, tendo participado de premiados CDs com ambos. Entre seus papéis em óperas, destacam-se o Conde Almaviva (As Bodas de Fígaro), Guglielmo (Cosí Fan Tutte), Sam (Trouble in Tahiti) e Schaunard (La Bohème).
Tem apresentado palestras, recitais e masterclasses junto a importantes congressos e universidades americanos e brasileiros, como o College Music Society, American Choral Directors Association, Universidade Estadual da Georgia, Westminster Choir College e Universidade Federal de Goiás. Por muitos anos atuou ativamente como regente coral, dirigindo corais no Brasil, nos EUA e no Canadá. Desde 2009, é professor do Festival Nacional de Canto de Piracicaba e Águas de São Pedro.
Iniciou seus estudos musicais e experiência profissional junto ao Coralusp, onde foi cantor do Grupo Beijo por oito anos, tendo atuado também como solista e chefe de naipe e participado de um CD que foi finalista do prêmio Sharp. Cantou também por seis anos no Coro da OSESP. Em 1997 foi co-fundador e vice-diretor da primeira escola de música municipal de Diadema, a Casa da Música. Nesta cidade foi também assessor para a área de música e coordenador de oficinas de 1997 a 2000.
Luciano completou doutorado em música – canto pela Universidade Estadual de Michigan, EUA, e mestrados em regência coral e em musicologia. É também bacharel em música – canto pelo Instituto de Artes da UNESP e farmacêutico-bioquímico graduado pela USP. Fez cursos complementares com o Tafelmusik Choir and Orchestra em Toronto, sob orientação de Ivars Taurins, e com o Bachakademie Stuttgart em Cracóvia, Polônia, sob orientação de Helmuth Rilling.
Desde agosto de 2007, Luciano é professor de canto do Instituto de Artes da UNICAMP.

Nancy Bueno (piano)
Natural de São José dos Campos, SP, onde iniciou seus estudos de música. Concluiu o Curso de Virtuosidade e o Curso Superior de Piano no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo.
Na área de música de câmara recebeu orientação dos professores Paul Rutman – EUA, Tamás Salgó – Hungria, e Achille Picchi – Brasil. Participou de vários festivais e cursos de extensão como pianista, cantora e regente de coral, como o Festival de Inverno de Campos de Jordão, Oficina de Música de Curitiba, Curso de Polifonia em Santiago de Compostela –Espanha, e Festival de Canto em Piracicaba.
Em 1998, gravou o CD XX Compositores Brasileiros com o tenor Lenine Santos, com repertório que abrange desde a modinha imperial até a música contemporânea nacional.
Atualmente trabalha como pianista correpetidora do curso de Canto Erudito e da Ópera Estúdio da EMESP – Escola de Música do Estado de São Paulo.

PROGRAMA
H. Villa-Lobos (1887 – 1959)
Cantilena
Viola Quebrada
Modinha
O. Lorenzo Fernandez (1897 – 1948)
Toada pra Você
Dentro da Noite
L. E. Corbani
Pensamento
Ronaldo Miranda (1948)
Retrato
Cantares
Villani-Côrtes (1930)
Espelhos
Rua Aurora
Restituo Estas Chaves
Confissões
Choro Urbano
Alma Minha
Baile Imaginário
Sem Nome
Valsinha de Roda
Sina de Cantador
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As séries Concerto ao meio dia e Shows ao meio dia estarão suspensas em novembro por motivo de reforma dos banheiros.

Noturnos
Uma alternativa de música clássica às terças-feiras para as noites de novembro.

Dia 9
Fábio Zanon
(violão)

FRASE: Neste evento de rico repertório Fábio Zanon destaca a escrita latino-americana para violão, além de obras de Sor e Ponce.

RELEASE
Fabio Zanon é internacionalmente reconhecido como uma das estrelas do violão clássico no século XXI. Seu amplo repertório, seus projetos inovadores, bem como sua diversificada atividade como regente, professor, escritor e comunicador têm contribuído para ampliar a presença do violão no universo da música clássica.
Como solista, ele tem se apresentado em algumas das salas mais importantes como o Royal Festival Hall em Londres, o Carnegie Hall em Nova York, o Philharmonie de São Petersburgo, a Sala Tchaikovsky em Moscou e o Concertgebouw de Amsterdam e é convidado freqüente dos maiores festivais em quatro continentes. Como solista orquestral, além de tocar o repertório tradicional em todo o mundo, ele estreou, nos últimos anos, várias obras contemporâneas e integrou ao repertório regular várias obras-primas esquecidas.
Sua atividade como camerista cobre um amplo espectro que vai do mais tradicional ao mais inusitado. Sua estréia como regente de ópera, em 2006, foi escolhida como melhor espetáculo musical do ano pela revista Veja São Paulo. De 2006 a 2008 escreveu e apresentou o programa O Violão Brasileiro na Cultura FM, uma série de 150 programas que já é considerada um marco no estudo do instrumento no país e adotada até como material didático.
Como professor, já ministrou cursos em todas as mais importantes escolas, da Juilliard em Nova York ao Conservatório Gnessin de Moscou. Desde 2008 é Professor Visitante da Royal Academy of Music de Londres, um posto ocupado por músicos da máxima distinção, onde atende à elite internacional dos estudantes de violão.
Natural de Jundiaí, SP, Fabio Zanon estudou com seu pai e com o professor Antonio Guedes. Mais tarde se aperfeiçoou com Henrique Pinto e Edelton Gloeden. Em 1990 mudou-se para a Inglaterra, estudou na Royal Academy of Music com Michael Lewin e participou dos master classes de Julian Bream.
Apesar de ser avesso à competição, sua carreira teve um significativo impulso ao vencer, em 1996, os dois mais importantes concursos internacionais de violão, o Concurso Tárrega na Espanha e o GFA nos EUA, num espaço de poucas semanas. Desde então ele tem feito turnês anuais na Europa e América do Norte e já se apresentou em mais de 40 países. Em 97 ele foi agraciado com o Prêmio Moinho Santista e em 2005 com o Prêmio Carlos Gomes.
Fábio Zanon é autor do livro Folha Explica: Villa-Lobos.

PROGRAMA
I Parte

Fernando SOR (Espanha, 1778-1839)
Estudo em dó maior, op.31 no.13
Minueto em dó maior, op.5 no.3
Bagatelle, op.43 no.3
Allemande, op.36 no.2
Estudo em mi maior, op.31 no.24

Manuel PONCE (México, 1882-1948)
Variações sobre Folia de Espanha e Fuga

Intervalo – 10 minutos

II Parte
Uma Suite de dez obras latino-americanas

Eduardo FABINI (Uruguai, 1882-1950)
Triste no.1 (trans. Eduardo Fernandez)

Agustín BARRIOS (Paraguai, 1885-1944)
Danza Paraguaya

Sindo GARAY (Cuba, 1867-1968)
Perla Marina (arr. Rey Guerra)

Antonio LAURO (Venezuela, 1917-1986)
Virgílio

Eduardo CABA (Bolívia, 1890-1953)
Aire Índio no.2 (transc. Piraí Vaca)

Maria Luísa ANIDO (Argentina, 1907-1996)
Aire Norteño

Rafael Miguel LÓPEZ (Venezuela, ? final do séc. 19 – ?)
Así Yo Te Soñé (arr. Alírio Díaz)

Gentil MONTAÑA (Colômbia, n.1942)
Porro (da 2nd Suite Colombiana)

Ariel RAMIREZ (Argentina, 1941-2010)
Balada para Martín Fierro

Marco PEREIRA (Brasil, n.1950)
Bate-Coxa
_____________________________

Dia 16
Fábio Luz
(piano)

FRASE: Considerado um dos melhores intérpretes da sua geração o artista apresenta os 24 Prelúdios, op. 28 de Chopin e Cartas Celestes n.9 de Almeida Prado, obra a ele dedicada.

RELEASE
“Por mais de trinta anos vivendo na Europa, Fabio Luz se distingue como um dos pianistas brasileiros mais completos e mais apreciados nas várias nações onde desenvolve a sua atividade concertística e didática. Foi durante dez anos diretor artístico do Instituto Verdi da cidade de Asti.” MUSICA IN PIEMONTE, EDT, 2003, pag. 51.
Considerado pela crítica internacional como um dos melhores intérpretes da sua geração, frequentemente convidado para ser membro do júri de importantes concursos, dentre os quais os de Genebra, Casale Monferrato -“Soliva”, “Città di Asti”, Lagonegro, Canelli, San Mauro, São Paulo -“ArteLivre”, recentemente do 28º Concurso Internacional de Composição ICOMS de Turim, Fabio Luz atuou sob a regência de Ligia Amadio (2007 com a Orquestra Sinfônica Nacional no 3º Concerto de Villani-Côrtes ), além de Baciu, Conta, Oschanitzky, Celibidache, von Abel, Peyretti, Farias, Real, Ostergren, Andreescu, Nanut, Mathauser, Noheil, Dênis Vieira (2008), em recitais e concertos no “Teatro Regio”, no Auditorium RAI, no “Circolo degli Artisti” e no Conservatorio “Verdi” de Turim, nos Festivais “Piemonte in Musica”, “Torino Settembre Musica”, junto à Società del Quartetto di Bergamo, na Bienal de Veneza, na Villa Medici “Il Vascello” em Roma, no Conservatório de Bern, no Festival de Konstanz, no Gasteig de Munique (Sala Carl Orff), no Teatro São Carlos de Lisboa, no Lisinsky de Zagreb, etc., além de quase todas as mais importantes salas de concerto brasileiras.
Seu imenso repertório compreende as obras integrais de Debussy, Ravel (ele é Mestre em Música Francesa pela Université Musicale Internationale de Paris), além da grande literatura pianística européia e panamericana, incluindo a Música de câmera. No Brasil sua discografia é produzida pela L’Art– Rio de Janeiro, e seu último CD è dedicado aos 4 Scherzos e 4 Improvisos de Chopin, reeditado na Itália em 2009. Vittorio Viggiano Editore publicou de Fábio Luz o Álbum para a juventude “Il Giardino degli Angeli”, e lançará neste final de ano uma coletânea de Doze peças célebres transcritas por ele para piano solo.
Desde o Primeiro Prêmio do Concurso Nacional da Bahia em 1977, seguido do Prix International Debussy na França em 1978, ao mais recente Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte – “Melhor Recital do Ano”, grande parte de sua atividade tem sido dedicada à divulgação de obras de autores contemporâneos (Almeida Prado, Dusan Bogdanovic, Claudio Gregorat, Osvaldo Lacerda, Nílson Lombardi, Willy Merz, Michel Philippot, Marcus Siqueira, Edmundo Villani-Côrtes …) muitas das quais são escritas para ele e cuja análise tem sido tema de conferências, seminários e master classes em que Luz vem difundindo seu próprio método de memorização musical na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil – ele é professor regularmente convidado pelas universidades de São Paulo (USP, UNESP, UNICAMP), Kansas, Iowa, Freiburg, Turim, etc.

PROGRAMA
FRYDERYK FRANCISZEK CHOPIN (1810 – 1849)
24 Prelúdios, Op.28

Intervalo

JOSÉ ANTONIO de ALMEIDA PRADO
Cartas Celestes n.9* – “As Constelações nas Quatro Estações”
I – Nebulosa NGC6960.95 – Véu do Cisne, a norte de Zeta do Cisne
O céu da Primavera, visto do Brasil
II – As Tres Marias – Delta (Mintaka), Epsilon (Alnilam) e Zeta (Alnitak) de Orion
O céu do Verão, visto do Brasil
III – Constelação de Virgem ; Galáxia NGC4472-M-49
O céu do Outono, visto do Brasil
IV – Constalação de Ophiucus
O céu do Inverno, visto do Brasil

* obrs dedicada a Fabio Luz

Dia 23
IV FIMARTS
– Festival Internacional de Música Arte do Som e Sopros da OASF – Orquestra Arte do Som Filarmônica – Maestro Kirk Trevor.
O IV Festival Internacional de Música Arte do Som (FIMARTS) é resultado de um trabalho que vem sendo desenvolvido há dez anos. Trata-se do projeto ‘Arte do Som – escola e estilos’ que nasceu de um ideal em fazer alunos de música terem acesso à realidade humana dentro da nossa sociedade, podendo com a arte transformar pessoas através de práticas musicais em atividades humanitárias e solidárias em todos os setores da sociedade, é o que afirma Ênio Antunes, diretor artístico do Festival .
Com o objetivo de consolidar o serviço como um espaço que desenvolve e dissemina a diversidade cultural, as apresentações de Música de Câmara que o projeto Arte do Som realiza, aproxima pessoas de todas as faixas etárias para ouvir e fazer música clássica, quebrando quaisquer preconceitos de que a música clássica seja para uma elite privilegiada e mostrando que quando falamos de música, qualquer que seja o que importa é a sensibilidade que temos para apreciá-la. Isso é para que os ouvintes possam ter um contato maior com esse gênero musical, master classes, seminários e ensaios abertos são realizados para todo público estudante de música e para todos que quiserem assistir e participar da programação musical que este ano será dedicado ao Compositor Edmundo Villani Cortes.
Todos os grupos de câmara do projeto participam dos trabalhos artísticos que acontecem durante o festival. Com o apoio do Centro Cultural São paulo, será possível uma série de concertos a partir de 23 de novembro com os sopros da OASF – Orquestra Arte do Som Filarmônica e como ilustre convidado o maestro inglês Kirk Trevor, Artista convidado para dirigir o I Curso Internacional de Regência Arte do Som.

Kirk Trevor ( maestro)
Kirk Trevor é um maestro conhecido internacionalmente, atuando no também no cenário musical como professor. É regularmente convidado para reger em salas ao redor do mundo. É Diretor Musical da Orquestra Sinfônica de Knoxville (desde 1985); da Orquestra de Câmara de Indianápolis (desde 1988), e da Sinfonia Missouri (desde 2000). Ele realiza cerca de 55 concertos a cada temporada com a Sinfônica de Knoxville. Conquistou reconhecimento de todo o estado com uma nova consciência de música clássica para a região. Em Indianápolis, Trevor criou uma identidade para comunidade, a de uma orquestras mais movimentado. Trevor foi reconhecido por sua excepcional contribuição para as artes nesse estado.
Nascido e educado na Inglaterra, Trevor treinou no Guildhall de Londres, Escola de Música, onde se formou com amplo desempenho em violoncelo e Regência. Passou a prosseguir os seus estudos de violoncelo na França com Paul Tortelier no British Council Scholorship e por ter conquistado uma bolsa de estudos, foi ao EUA. Foi lá que desenvolveu suas habilidades como regente assistente e maestro. Associado à Orquestra Sinfônica de Charlotte e, em 1982, finalmente, à Exxon Arts Endowment na Sinfônica de Dallas. Ele conduziu essa orquestra em uma ampla gama de concertos nos EUA e exterior. Foi a devoção de Trevor ao ensino da música e seu envolvimento na formação e desenvolvimento de novas gerações de ouvintes, leitores e condutores, que seu nome vorou referência nacional. Ele tem desenvolvido inovadores shows para jovens que têm energia e interesse.
Trevor é reconhecido como um dos principais professores de Regência em todo o mundo. É um mestre para a American Symphony Orchestra League.

OASF
Ênio Antunes (violino)
André Fontainha Ficarelli (Trompa)
James Strauss (Flauta)
Rodrigo Nagamori (Oboé)
Marcos Fokin (Fagote)
Domingos Iunes Elias (Clarineta)
Fabricia Mikaela de Medeiros (clarinete)
Jonas Ribeiro (Flauta)
Edmilson Gomes (Trompete)
Israel Salomé (Trompete)
Gilberto Gianelli (trombone)
Ednaldo dos Santos (Trombone)
Raïff Dantas Barreto (Violoncelo)
Miguel Dombrowski (Contrabaixo)
Coro Ars Voce

Dia 30
Cristiano Alves
iniciou seus estudos de música aos sete anos de idade e aos dez teve os primeiros contatos com a clarineta, na banda de música do colégio. Natural de Niterói (RJ), foi aluno de José Carlos de Castro e recebeu orientações de muitos clarinetistas brasileiros e de renomados professores internacionais.
É detentor de diversas premiações em concursos nacionais e graduado com summa cum laude pela UFRJ, onde concluiu também o mestrado. Participou de mais de uma centena de gravações que incluem atuações junto a grandes nomes da mpb, bem como música de câmara e música sinfônica.
Cristiano apresenta-se com frequência no exterior, sendo convidado a realizar recitais, concertos e master classes em diversos países. Atua como primeiro clarinetista na Orquestra Sinfônica Brasileira e Petrobrás Sinfônica e é professor efetivo da cadeira de clarinetas na UFRJ.
Ricardo Ballestero tem dedicado a sua carreira à arte da colaboração pianística, tendo estudado com dois dos mais renomados pianistas-colaboradores da atualidade, Martin Katz e Dalton Baldwin. Tem se apresentado em recitais com cantores solistas do Metropolitan Opera, New York City Opera, Houston Grand Opera, Teatro Mariinsky e com membros das sinfônicas de Atlanta, Baltimore, Ópera de Frankfurt, Oslo, OSESP e OSB.
É Professor-Doutor do Departamento de Música da Universidade de São Paulo, onde leciona Repertório Vocal (canção e ópera) e Colaboração Pianística. Atuou como professor na Universidade do Colorado-Boulder e realizou recitais, palestras e cursos sobre o repertório vocal de câmara nos EUA (universidades de Indiana e Michigan), na Itália, na Alemanha e no Brasil.
Ballestero completou o seu Doutorado em Colaboração Pianística e Música de Câmara na Universidade de Michigan. Teve a oportunidade de acompanhar aulas de figuras como Shirley Verrett, George Shirley e Rudolf Piernay e as master-classes de Grace Bumbry, Kiri Te Kanawa e János Starker. Foi integrante do Studio da Houston Grand Opera.

PROGRAMA
Edmundo Villani-Côrtes (1930)
Luz
Águas Claras

Robert Schumann (1810-1856)
Fantasiestücke op. 73
I. Zart und mit Ausdruck
II. Lebhaft und leicht
III. Rasch und mit Feuer
IV.
Camille Saint-Saens (1835-1921)
Sonata para clarinete e piano em Mi b Maior, op. 167
I. Allegretto
II. Allegro animato
III. Lento
IV. Molto Allegro

INTERVALO

Marcel Dautremer (1906-1978)
Recitativo e Improviso
Astor Piazzola (1921-1992)
A História do Tango
Carlos Guastavino (1912-2000)
Tonada y Cuenca
Gustavo de Sá (1977)
Sonatina para clarineta e piano
Paul Reade (1943-1997)
The Victorian Kitchen Garden
_______________________

Shows de Música Popular
Sala Adoniran Barbosa (631 lugares)

Dia 4
Moving Light Band
A banda desenvolve um Soul Pop Dance abrasileirado caminhando pelo funk com a musicalidade do jazz, e conta com a especial participação e arranjos de Celso Pixinga.
Entrada franca

Dia 5
André Mastro
Com interpretações que vão de Carlota e Itamar Assumpção, André Mastro apresenta as canções do seu primeiro CD acústico, “Sem Descanso”.
Entrada franca

Dia 7
Golpe de Estado
Uma das bandas mais representativas do cenário rock paulistano, comemora os
seus 25 anos de estrada.
R$ 12,00

Dia 11
MDM
Apresentação do trabalho solo de Mário Cappi, guitarrista da Banda Hurtmold.
Entrada franca

Dia 12
Carlos Navas
Show de lançamento do álbum “Tecido”, o oitavo da carreira do intérprete, que evidencia os dramas e bons mmentos das relações amorosas.
Entrada franca

Dia 13
Garotas Suécas
Misturando Soul, Jovem Guarda e Garage Rock, a banda paulista faz grande estréia em disco “Escaldante Banda”.
R$ 10,00

Dia 14
ZoomBeatles
A banda que revolucionou os padrões da cultura pop mundial tem sua obra revisitada em sua fase mais inquieta.
Entrada Franca

Dia 18
Percussão Corporal

Dia 19
Percussão Corporal

Dia 21
Percussão Corporal

Dia 25
Os caminhos da Música
Social Samba Fino e Projeto Caminhos da Música Canto, percussão, dança e circo, se encontram nos Caminhos da Música Popular
Brasileira.
Entrada franca

Dia 26
Celso Viáfora
Passando por estilos como carimbo, o marabaixo, o samba, o iexá e o rock, o cantor e compositor mostra seu novo trabalho registrado em CD e DVD:”Batuque de tudo”.
Entrada franca

Dia 27
G. S. Sachdev – A Música da Índia
Em turné pela América do Sul, um dos maiores flautistas da música clássica da Índia evoca a tradição musical de seu país com o bansuri através dos ragas, acompanhado pela tabla (percussão) e tampura (cordas).

Dia 28
Mu Chebabi e Banda
Talentoso cantor e compositor carioca, produtor musical do “Casseta e Planeta Urgente” lança seu segundo CD “Uma Coisa é uma Coisa, outra Coisa é Outra Coisa”
R$ 20,00

Paradas Sonoras
Paradas Sonoras visa tornar mais acessível ao público o acervo da Discoteca Oneyda Alvarenga, que conta hoje com mais de 70 mil discos e 60 mil partituras. Paradas Sonoras são pontos de audição espalhados pelo Centro Cultural São Paulo para vários formatos de escuta: individual, em dupla ou coletivo. Esta proposta de escuta eletiva e descentralizada só foi possível com a transformação dos discos analógicos em arquivos sonoros digitais. A digitalização do acervo da Discoteca teve início em 2003 e o Paradas Sonoras é um dos frutos desse trabalho. Com ele amplia-se o acesso à memória musical pela livre audição dos discos em um contexto mais atual, marcado pela transformação no modo de se ouvir música.
Além disso, a música ao vivo — shows e concertos — encontra no Paradas Sonras uma forma de fomento de sua programação. Shows e concertos temáticos estimulam uma digitalização temática do acervo de discos. Assim, com os espetáculos promovidos na ocasião dos 100 anos de Ataúlfo Alves, em 2009, todo o acervo de Ataulfo foi digitalizado e disponibilizado no Paradas Sonoras. Neste mês dois projetos estimularam a digitalização dos discos do acervo. O primeiro Nas trilhas de Chopin com quatro recitais aos domingos gerou a digitalização de todo o acervo de discos de Chopin. O outro projeto de agosto Adoniran 100 anos – com oito shows aos sábados e domingos – gerou a digitalização dos discos de Adoniran e das suas músicas.

Do mesmo modo os eventos referentes às efemérides de Haydn, Chopin e Adoniran Barbosa promoveram a digitalização dos discos desses autores e a possibilidade de ouvi-los gratuitamente nos vários pontos de audição do Paradas Sonoras.

Web Rádio do CCSP
A Web Radio e TV CCSP é uma ferramenta de comunicação e programação do Centro Cultural São Paulo. Sua grade de programação é dividida em três vertentes: Discoteca Oneyda Alvarenga, Novos Artistas e Institucional.
Todos os programas são gravados e colocados em arquivo para que o internauta possa acessar quando quiser, além disso, alguns shows, palestras e eventos são transmitidos ao vivo. Atualmente, a grade é composta pelos seguintes programas:

Alta Fidelidade – música instrumental brasileira
Braille Acontece – informações e entrevistas com deficientes e dicas sobre acessibilidade;
Brasileños – músicos latinos que entraram na música nacional e vice-versa;
Cine Som – trilhas sonoras que marcaram a história do cinema e da televisão, com base no acervo da Discoteca Oneyda Alvarenga;
Crônicas de toca-discos – especialistas em música e músicos visitam e comentam o acervo da Discoteca Oneyda Alvarenga;
Curadoria – Música – músicos que se apresentaram no CCSP falam de suas produções;
Curadoria – Dança – artistas do universo da dança contemporânea, que se apresentaram no CCSP, falam de seu trabalho e influências;
Especiais – programas específicos de um artista ou gênero musical com base no acervo da Discoteca Oneyda Alvarenga;
Filhos de Peixe – filhos de músicos que seguiram a carreira dos pais;
Prosa e Descompasso – novos músicos da dita MPB;
Só Blues – músicos de blues brasileiros e os discos do acervo da Discoteca Oneyda Alvarenga;

Além da programação de rádio a equipe produz “vídeo-clips” das bandas que se apresentam na casa e cobre as peças de teatro no programa “Bastidores”, falando do cotidiano, dos ensaios e convidando o público a assistir as peças que ocorrem na casa. Para facilitar o acesso dos freqüentadores do Centro Cultural foi criado junto a Discoteca Oneyda Alvarenga o projeto “Paradas Sonoras”, que permite que o publico, em diversos pontos do CCSP, possa ouvir: o acervo de discos de 78 rotações, obras raras e os LP’s mais pedidos da Discoteca Oneyda Alvarenga digitalizado, com fones de audição em alta qualidade.

DISCOTECA ONEYDA ALVARENGA
Idealizada por Mário de Andrade enquanto ele esteva à frente do Departamento de Cultura da cidade de São Paulo, a Discoteca Oneyda Alvarenga foi criada em 1935, com o nome de Discoteca Pública Municipal.
Em 1982, depois de passar por várias sedes, a Discoteca foi transferida para o Centro Cultural São Paulo e, a partir de 1987, passou a receber o nome de Oneyda Alvarenga, em homenagem a sua primeira diretora, que exerceu o cargo até 1968.
Horário de funcionamento: de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados (exceto Carnaval e Páscoa), das 10h às 18h. A entrada é permitida até 30 minutos antes do fechamento. Informações: 3397 4071 ou pelo email discoteca@prefeitura.sp.gov.br
A Discoteca conta com os seguintes acervos:
Acervo Sonoro – discos
Acervo Impresso – partituras e livros de música e hemeroteca de música
Acervo Histórico – coleções de folclóre e documentos históricos
Saiba mais no site: http://www.centrocultural.sp.gov.br/discoteca.asp

Saiba mais sobre os projetos da Curadoria de Música do Centro Cultural São Paulo.

Música Contemporânea Brasileira
O projeto destaca cinco compositores: Almeida Prado, Edino Krieger, Edmundo Villani-Côrtes, Gilberto Mendes e Rodolfo Coelho de Souza.
Cada um desses compositores teve o seu catálogo de obras publicado, além de um caderno com partituras inéditas editadas em programa específico de música Finale-PDF, com a gravação de um CD contendo as obras inéditas em partituras.
Artistas como Eduardo Monteiro, Rosana Lamosa, Fernando Portari, Celine Imbert, Gilberto Tinetti, entre outros, participaram das gravações.
Adquira estes produtos nas principais lojas de música ou diretamente pelo distribuidor http://www.luamusic.com.br .

Camargo Guarnieri 3 concertos para violino e a Missão
Este projeto realizou a gravação pioneia de um DVD com os três concertos para violino e orquestra de Camargo Guarnieri com o solista Luiz Filipe, a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo sob a regência do maestro Lutero Rodrigues.
O box contém ainda uma segunda mídia, CD-ROM, com todas as partituras dos concertos (grade do maestro, partes dos instrumentos de orquestra, parte do solista e redução para piano), além de documentos da coleção Missão de Pesuqisas Folclóricas.
Conheça mais sobre este projeto no hotsite http://www.centrocultural.sp/cg
Adquira estes produtos nas principais lojas de música, na http://www.causasonora.com.br ou diretamente pelo distribuidor http://www.luamusic.com.br.

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