Centro Cultural São Paulo – Dezembro 2010

A Causa Sonora tem o prazer de apresentar a programação do

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO
Programação de música clássica e popular de DEZEMBRO/2010

DESTAQUES DO MÊS
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FESTIVAL DE IMPROVISAÇÃO
Dia 10
Ken Vandermark (sax e clarinete – EUA) + Luc Ex (baixo – Holanda) + Mark Sanders (bateria – Inglaterra)
Frase: “Três músicos experientes de origens diferentes apresentam a sintonia, e  as diferenças, entre a improvisação livre feita nos Estados Unidos e na Europa”
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca
19h

Dia 11
Han Bennink (bateria – Holanda) e Phil Minton (voz – Inglaterra)
Frase: “Encontro de dois dos maiores improvisadores da Europa, reverenciados pela maestria musical e pelo modo inusitado de fazer música espontânea”
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca
19h

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Especiais de fim de ano
Dia 18
Mariana Aydar
Frase: “Considerada uma das melhores intérpretes da nova geração, a cantora mostra repertório do disco “Peixes Pássaros Pessoas”.
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca, retirada de ingresso a partir de 14/12, das 14h às 20h
19h

Dia 19
Mallu Magalhães
Frase: “Com influências de Bob Dylan e Johnny Cash a jovem cantora e compositora mostra canções de seus dois álbuns”
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca, retirada de ingresso a partir de 14/12, das 14h às 20h
18h

Projetos Especiais
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SARAU ASTRONÔMICO COM ALZIRA ESPÍNDOLA
Dia 9
Evento promovido em parceria com o Planetário de São Paulo, em que o público do show é convidado a observar o céu noturno da cidade por meio de telescópios e com ajuda de técnicos em astronomia.
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca
19h
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MUSICAL CHICO ROSA
Dia 1, 8 e 15
Frase: “Espetáculo Musical promove um mágico encontro de Chico Buarque e Noel Rosa”
Sala Adoniran Barbosa
Ingresso: R$20,00
21h

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CLASSICOS DO DOMINGO DOMINGOS, 11H30
A série mantém a tradição dos concertos dominicais, valorizando jovens talentos da música clássica brasileira – intérpretes e compositores –, além de apresentar nossos já consagrados artistas.
Retirada de ingresso 1h antes do espetáculo.
Sala Jardel Filho (dias 7, 14 e 21) Sala Adoniran Barbosa (dia 28)
Entrada Franca

Dia 5
Otavio Henrique Soares Brandão

FRASE: O reconhecido discípulo de Pierre Schaeffer, realiza no CCSP o recital de piano solo que abriu e fechou as comemorações, na França em 2010, do centenário do criador da música concreta.

RELEASE
Otavio Henrique Soares Brandão, pianista consagrado internacionalmente, prêmio Qwartz d´Honneur Pierre Schaeffer 2007, promovido pela Prefeitura de Paris, INA/GRM (Institut National de l´Audiovisuel/Groupe de Recherches Musicales), recebido em 23 de março de 2007 no Cirque d´Hiver (Paris-França) ao lado da pop star Björk e do compositor belga Henri Pousseur e atribuído às personalidades que mais contribuiram à inovação musical. É o primeiro latinoamericano a receber esta honraria.
Transfere-se para Paris nos anos 70, participando de seminários com Pierre Boulez, Luciano Berio Michel Decoust e Vinko Globokar no IRCAM (Institut de Recherche et Coordination Acoustique-Musique) do Centro Georges Pompidou. Estudou música dodecafônica sob a orientação de Max Deutch. Realizou cursos de musica eletroacústica com Jacques Lejeune.
Conhece Pierre Schaeffer em 1977, que à partir deste momento orienta e incentiva suas pesquisas musicais na área de pedagogia, composição e técnica instrumental. Schaeffer reconhece Soares Brandão como seu principal discípulo, ressaltando que sua originalidade em relação aos demais (Michel Chion, Jean Michel Jarre, François Bayle, Pierre Henry,dentre outros) é não ter trabalhado com tecnologias.eletrônicas, e desenvolver suas pesquisas musicais utilizando instrumento tradicional (piano). Em 1990 realizou concerto na Salle Pleyel (Paris) em comemoração aos 80 anos de Schaeffer.
Durante sete anos (1995-2002) desenvolve a pedagogia experimental da música em pareceria com a socióloga Íbis Ferreira Soares Brandão em comunidades de risco no Rio de Janeiro, sendo responsável pela formação musical da bateria da Escola de Samba de Mangueira.
A excelência de seu trabalho, como pianista e compositor, motivou o INA/GRM a realizar concerto/debate em dezembro de 2005 na Maison Radio France (Paris) em homenagem aos dez anos do desaparecimento de Pierre Schaeffer. Participou ainda do “Colóquio Schaeffer”, promovido por FranceTelecom e Universidade de Paris X (Nanterre). Essas ações integraram a programação oficial do Ano do Brasil na França 2005.
Participou do Marché International de Musiques Nouvelles et Arts Associés (2008 e 2009) no Cirque d´Hiver (Paris), recebendo estandes para divulgar seus CDs e realizando conferencias sobre “O piano schaefferiano” – metodologia de ensino da música – inspirada no Tratado dos Objetos Musicais de Pierre Schaeffer.
Soares Brandão participou em 2 de abril 2010 da 6ª edição do Qwartz e do Marché International des Musiques Nouvelles  et Technologies Associés, que ocorreu no Palais Brongniart (Bolsa de Paris). Em 8 de abril passado realizou concerto de abertura do Centenário Pierre Schaeffer na Prefeitura de Paris, e em 19 de novembro realizou o recital de encerramento do Centenário na Prefeitura de Paris.

PROGRAMA:
O Piano schaefferiano – o musical em Schaeffer
A metamorfose da obra em objeto musical tem como conseqüência a transfiguração do intérprete em criador concreto e do compositor em criador abstrato .

PARTE I
O intérprete schefferiano:
Cinco criações sobre o Prelúdio nº 1 – BWV 846 / J.S.Bach
Três criações do Trem Caipira de H.Villa-Lobos
Homenagem a Chopin – criação sobre o tema “Se essa rua fosse minha” do folclore brasileiro.

PARTE II
O Compositor schaefferiano
Resposta a Schaeffer I (2010) – recriação da peça que Soares Brandão executou na Salle Pleyel (Paris) em homenagem aos 90 anos de Pierre Schaeffer.
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Estou muito honrado em ser representado pelo Senhor e Senhora Otavio e Íbis Soares Brandão, excelentes porta-voz de meu pensamento e de minha obra, para estas manifestações (Mesa redonda, conferência, concerto, projeções) organizadas em minha homenagem.
 Paris, 26 de julho de 1993
Pierre Schaeffer
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Dia 12
Trio Puelli

FRASE:
Neste programa obras brasileiras com o destaque de duas estreias mundias dos compositores Edson Zampronha e Mário Ficarelli.

RELEASE
O Trio Puelli (violino, violoncelo e piano) tem como proposta a execução do repertório dos séculos XX e XXI, principalmente brasileiro. O Trio foi formado a partir de uma sugestão da compositora e amiga Silvia de Lucca em 2008, e desde então já foi presenteado com obras brasileiras inéditas dos compositores Mário Ficarelli, Edmundo Villani e Edson Zampronha.

Ana de Oliveira
– (violino) Paulistana, iniciou seus estudos de música com a professora Lola Benda. Estudou posteriormente com Rainer Kussmaul e Federico Agostini na Alemanha, onde se graduou na Staatliche Hochschule für Musik, em Freiburg. Como solista atuou frente a diversas orquestras no Brasil e Europa, entre elas OSESP, OSPA, OSB e Orquestra Filarmônica da Itália. Atuou nos mais diversos festivais no Brasil e exterior, dentre eles o Festival de Montreux, La Villette (Paris), Warschauer Herbst (Polonia), Donaueschingen (Alemanha), Mostra Internacional de Música de Olinda e Festival Villa-Lobos. Foi spalla da Orquestra Sinfônica Brasileira entre 1999 e 2009, e também da Camerata Rio Strings, cujo CD “Fantasia Brasileira” foi indicado ao Grammy 2005.

Ji Shim
– (violoncelo) Doutora e Mestre em Música pela University of Illinois (EUA) e prêmio máximo Virtuosité pelo Conservatoire Supérieur de Genève (Suíça). Foi solista de orquestras como OSESP, OSUSP, Orquestra Sinfônica de Campinas, dentre outras. Foi professora de violoncelo da Eastern Illinois University, EUA e da Unesp, SP. Atualmente é professora de violoncelo e música de câmara nas Faculdades Cantareira e na Escola Municipal de Música em SP. Participou de primeiras audições de várias obras de compositores contemporâneos em festivais no Brasil e também no exterior. Participou da gravação dos CDs “Músicas de Guerra” (apoio FAPESP) e “Mahler – Canção da Terra”, indicado ao premio Carlos Gomes 2010.

Karin Fernandes – (piano) Paulistana, a pianista tem se especializado em estréias de obras brasileiras. Como solista já se apresentou frente a importantes orquestras – OSESP, Sinfônica de Campinas, Sinfonia Cultura, Banda Sinfônica do Estado de São Paulo – dentre outras. Obteve destaque nacional após ser a vencedora do disputado X Prêmio Eldorado de Música em 1999. Atuou em festivais no Brasil –  39ª e 43ª edições do Festival Música Nova, 7º Brasil Instrumental, 3º Festival de Música de Ourinhos – dentre outros, e também no Third Oxford Philomusica Piano Festival em Oxford, Inglaterra (2001), e no Festival de Música e Teatro da Cidade do Porto, Portugal (2004). A pianista possui dois CDs solo, um deles lançado pela Gravadora Eldorado e indicado a vários prêmios, dentre eles o de melhor CD erudito de 2000 e cd artista revelação.

PROGRAMA
Marlos Nobre
Trio para piano, violino e violoncelo opus 4
Animado
Ternamente
Muito vivo

Edson Zampronha
O acorde invisível (primeira audição)

Ronaldo Miranda 
Alternâncias

INTERVALO

Edmundo Villani Côrtes
Cinco Miniaturas Brasileiras
Prelúdio
Toada
Chorinho
Cantiga de ninar
Baião
Moderato; Allegro ma non troppo; Lento
Andante
Allegretto

Mario Ficarelli
Prelúdio e Toccata (primeira audição)

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Dia 19
Grooves & Grounds

Com: Duo Amarillis com Marília Macedo e Márcia Fernandes
Participação: Guilherme de Camargo (violão)

FRASE: Utilizando instrumentos de sopro e tendo a especial participação do violonista Guilherme de Camargo, o Duo Amarillis apresenta seu novo projeto “Grooves & Grounds”.

Criado em 2001, o Duo Amarillis se utiliza de vários instrumentos de sopro característicos de época para a interpretação de seu repertório formado por composições dos períodos medieval, renascentista e barroco.
Procurando priorizar a flauta doce como instrumento musical de ampla expressão e musicalidade, agrega ao seu repertório composições contemporâneas eruditas e populares, além de músicas de várias regiões do mundo.
Para este Concerto o Duo Amarillis convidou Guilherme de Camargo, especialista em cordas dedilhadas.
Viola de arame, guitarras espanholas, instrumentos por ele executados, conferem ao trabalho sonoridades muito especiais.

Marília Macedo (FLAUTA)
Iniciou seus estudos de flauta doce nos Seminários de Música  Pró Arte de São Paulo.
Bolsista do Ministério de Educação da Holanda foi aluna de Ricardo Kanji no Conservatório Real de Haia e participou de master classes de interpretação de música barroca com Frans Brüggen. Participa intensamente do movimento de música antiga de São Paulo, apresentando-se em teatros e salas de concerto de várias cidades do país. Atuou como solista em programas da Sociedade Bach, da Orquestra Sinfônica da USP e da Orquestra Sinfonia Cultura da RTC. Participou de projetos de Música de Câmara do Coral Paulistano e da montagem da ópera “Orfeo”, de Monteverdi, no Teatro Municipal de São Paulo. É professora da Escola Municipal de Música de São Paulo e do Musicalis – Núcleo de Música.

Márcia Fernandes (FLAUTA)
Estudou flauta doce com Bernardo Toledo Piza e participou de diversos conjuntos de música antiga. Cursou master classes de flauta doce e interpretação de música barroca com Ricardo Kanji. Foi professora do Conservatório do Brooklin Paulista e dos Seminários para Jovens Instrumentistas de Montenegro (RS), dos Festivais Internacionais de Música de Curitiba (PR) e do Festival de Música de Prados (MG). Apresentou-se em diversas salas de concerto e espaços culturais do país. Em 2001 e 2002 atendendo a convite do Ministério da Cultura apresentou-se na França e Portugal. Estudou flauta transversal com Marco A. Cancello e Toninho Carrasqueira. Participou intensamente do Movimento Coral do Estado de São Paulo, co-fundadora do Coral Luther King. É flautista e compositora e atua também na área teatral.

Guilherme de Camargo (VIOLÃO)
Mestre em musicologia e bacharel em música pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São   Paulo. Aperfeiçoou seus estudos de violão com Edelton Gloeden e, em 1992 viajou à Holanda onde, por dois anos, teve aulas com Hein Sanderinck (HOL) e Jorge Oraison (URU), especializando-se nas cordas dedilhadas antigas desde então. Participou também de diversas master-classes, das quais destacam-se as realizadas com Abel Carlevaro, Francisco Gato e Hopkinson Smith.
Participou, como instrumentista e arranjador, da gravação de uma série de CD’s e vídeos em comemoração aos 500 anos do Brasil, sob a direção do maestro Ricardo Kanji, com quem realizou concertos em Portugal por ocasião das “Jornadas Gulbenkian de Música Antiga”, um dos mais representativos eventos europeus do gênero e com quem gravou pela Paulus, um CD de choros em instrumentos barrocos, lançado em 2004.
Em 2001 teve ativa presença na 1ª Semana de Música Antiga de São Paulo, estreando seu recital solo “350 Anos de Cordas Dedilhadas”, um panorama da música para alaúdes e guitarras e atuou, em fevereiro de 2002, como teorbista, no espetáculo “Barroco!”, realizado no Centro Cultural do Banco do Brasil (São Paulo), com nova temporada em Brasília, em março de 2003. Participou, junto à OSESP, das montagens da “Paixão Segundo São João”, de Bach, da “Barca de Venezia per Padova”, de Banchieri, da ópera Dido e Enéas, de Purcell, e do “Vespro de la Beata Vergine”, de Monteverdi. Junto à OSUSP, das “Quatro Estações”, de Vivaldi e com a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo da montagem do Orfeu de Monteverdi.
Em maio de 2004 foi, como convidado do grupo uruguaio De Profundis, à Bolívia, para uma série de concertos dentro da programação do V Festival Internacional de Música Renascentista Y Barroca Americana “Missiones de Chiquitos”. Gravou em 2005 dois CDs dedicados às modinhas e lundus, lançados na França e no Brasil. Durante julho e agosto do mesmo ano participou da montagem da ópera barroca “Don Quixote Chez la Duchesse”, no Centro Cultural do Banco do Brasil no Rio de Janeiro. Em 2008 lançou pela Paulus o Cd “Velho Mundo Novo”, com o trio instrumental “Novo Ovo Novo”, produzido por André Mehmari.. Em 2007 participou de diversos projetos relacionados à realização da música antiga, entre eles a direção musical de uma série de concertos realizados em São Paulo com realização do Sesc Pinheiros. É professor, desde 2007, da Oficina de Música de Curitiba, realizada em janeiro de cada ano e professor titular da cadeira de alaúde, guitarra barroca e teorba da Universidade Livre de Música – São Paulo.

PROGRAMA:
Autor anônimo do século XIII
II Lamento de Tristano / Rota 
Alle Psalite
Estampie
Nota
Girolamo Frescobaldi (1583-1643)
Canzona a due canti 
Giovanni Battista Riccio  (15?-ca. 1621)
Canzona 
Jacob Van Eyck  (1590-1657)
Boffons
Jacob Van Eyck  (1590-1657)
Courante
Jacob Van Eyck  (1590-1657)
Amarili
William Byrd (1543-1623)
Fantasia
Adrian le Roy (ca. 1520 – 1598)
Pavane e Galharda 
Georg Philipp Telemann (1681-1767)
Canon 
Johann Christian Schickhardt (1682-1762)
La Folia – Gaspar Sanz
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NOTURNOS
Uma alternativa de música clássica às terças-feiras para as noites de novembro.

Dia 7
IV Festival Internacional de Música Arte do Som – com Ancuza Aprodu (piano) e Ênio Antunes (regência)

FRASE: Com obras de Villani-Côrtes, Ronaldo Miranda, entre outros e com o destaque para a primeira audição americana da obra “Resonare Fribes” de Dominique Lemaître.

Parte: Artis Ensemble
 H. Oswald (1852 – 1931)
Quarteto em Sol maior, op. 26 para piano, violoncelo, viola e violino

Allegro moderato
Andante con moto (Tema com Variação)
Scherzo
Andante
Molto Allegro
 
Edmundo Villani-Côrtes (1930)
“Cinco Miniaturas Brasileiras” para piano, violoncelo, viola e violino
Prelúdio
Toada
Choro
Cantiga de Ninar 
Baião
 
II Parte – Orquestra de Cordas com a solista Ancuza Aprodu (Piano)
 
Claudio Santoro (1919 – 1989)
Ponteio para cordas
 
Ernst Widmer (1927-1990)
 Rondó op. 140 para cordas
 
Ronaldo Miranda (1948)
Concertino para piano e orquestra de cordas
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Dia 14
IV Festival Internacional de Música Arte do Som
– Artis Ensemble e Thierry Miroglio (percussão)

FRASE: Com obras de Almeida Prado, Dominique Lemaître, entre outros, e a célebre História do Soldado de Igor Stravinsky.

I Parte – Artis Ensemble

H. Villa-Lobos (1887-1959)
Choros nº7 “Setimino”
Ernst Widmer (1927-1990)
Surface para orquestra de cordas
Dominique Lemaître
“Resonare Fribes” para Marimba-Vibrafone, orquestra de cordas e percussão
Solista: Thierry Miroglio

————PAUSA ————
II Parte – Orquestra de Cordas e o solista Thierry Miroglio (percussão)

Almeida Prado (1943)
“Posseidon” para Marimba-Vibrafone, Orquestra de Cordas e percussão
Solista: Thierry Miroglio
Igor Stravinsky (1882-1971)
“Historia du soldado”

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SHOWS DE MÚSICA POPULAR
Sala Adoniran Barbosa (631 lugares)

Dia 2
Berço do Samba de São Mateus
Frase:
“Reduto de samba formado por compositores e músicos comprometidos com o genuíno samba paulistano”
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca
19h

Dia 3
Berço do Samba de São Mateus
Frase: “Reduto de samba formado por compositores e músicos comprometidos com o genuíno samba paulistano”
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca
19h

Dia 4
Spectralina
Frase:
“Projeto multimídia da artista plástica Selina e do multiinstrumentista Dan Bitney, integrante da banda Tortoise”
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca
19h

Dia 5
Adriana Moreira
Frase:
“Nesta oportunidade, o CCSP apresenta um autentico encontro de bambas do samba paulistano”
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca
18h

Dia 12
No olho da rua
Frase:
” Quarteto carioca de música brasileira instrumental, tráz repertório próprio, e de  autores como Villa-Lobos, Pixinguinha, Tom Jobim… em arranjos que mistura elementos do jazz,  bossa e samba.
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca
18h

Dia 16
Margarete Áquila

Participação especial: Jorge Vercillo
A cantora, compositora e pesquisadora da musicoterapia e o cantos que recebeu duas indicações ao Grammy Latino 2009 em show beneficiente para a tribo Cariri-Chocó, do município alagoano de Porto Real do Colégio ( baixo São Francisco)
Sala Adoniran Barbosa
Ingresso: R$15,00 + 1 kg de alimento não-perecível
19h

Dia 17
Superdose
Frase: “A banda paulista que já abriu shows do Jota Quest e Barão Vermelho, mostra repertório em inglês e português com fortes influências dos Beatles, Rolling Stones, Jimi Hendrix…
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca
19h

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Paradas Sonoras
Paradas Sonoras visa tornar mais acessível ao público o acervo da Discoteca Oneyda Alvarenga, que conta hoje com mais de 70 mil discos e 60 mil partituras. Paradas Sonoras são pontos de audição espalhados pelo Centro Cultural São Paulo para vários formatos de escuta: individual, em dupla ou coletivo. Esta proposta de escuta eletiva e descentralizada só foi possível com a transformação dos discos analógicos em arquivos sonoros digitais. A digitalização do acervo da Discoteca teve início em 2003 e o Paradas Sonoras é um dos frutos desse trabalho. Com ele amplia-se o acesso à memória musical pela livre audição dos discos em um contexto mais atual, marcado pela transformação no modo de se ouvir música.
Além disso, a música ao vivo — shows e concertos — encontra no Paradas Sonras uma forma de fomento de sua programação. Shows e concertos temáticos estimulam uma digitalização temática do acervo de discos. Assim, com os espetáculos promovidos na ocasião dos 100 anos de Ataúlfo Alves, em 2009, todo o acervo de Ataulfo foi digitalizado e disponibilizado no Paradas Sonoras. Neste mês dois projetos estimularam a digitalização dos discos do acervo. O primeiro  Nas trilhas de Chopin com quatro recitais aos domingos gerou a digitalização de todo o acervo de discos de Chopin. O outro projeto de agosto  Adoniran 100 anos – com oito shows aos sábados e domingos – gerou a digitalização dos discos de Adoniran e das suas músicas.

Do mesmo modo os eventos referentes às efemérides de Haydn, Chopin e Adoniran Barbosa promoveram a digitalização dos discos desses autores e a possibilidade de ouvi-los gratuitamente nos vários pontos de audição do Paradas Sonoras.

Web Rádio do CCSP
A Web Radio e TV CCSP é uma ferramenta de comunicação e programação do Centro Cultural São Paulo. Sua grade de programação é dividida em três vertentes: Discoteca Oneyda Alvarenga, Novos Artistas e Institucional.
Todos os programas são gravados e colocados em arquivo para que o internauta possa acessar quando quiser, além disso, alguns shows, palestras e eventos são transmitidos ao vivo. Atualmente, a grade é composta pelos seguintes programas:

Alta Fidelidade – música instrumental brasileira
Braille Acontece – informações e entrevistas com deficientes e dicas sobre acessibilidade;
Brasileños – músicos latinos que entraram na música nacional e vice-versa;
Cine Som – trilhas sonoras que marcaram a história do cinema e da televisão, com base no acervo da Discoteca Oneyda Alvarenga;
Crônicas de toca-discos – especialistas em música e músicos visitam e comentam o acervo da Discoteca Oneyda Alvarenga;
Curadoria – Música – músicos que se apresentaram no CCSP falam de suas produções;
Curadoria – Dança – artistas do universo da dança contemporânea, que se apresentaram no CCSP, falam de seu trabalho e influências;
Especiais – programas específicos de um artista ou gênero musical com base no acervo da Discoteca Oneyda Alvarenga;
Filhos de Peixe – filhos de músicos que seguiram a carreira dos pais;
Prosa e Descompasso – novos músicos da dita MPB;
Só Blues – músicos de blues brasileiros e os discos do acervo da Discoteca Oneyda Alvarenga;

Além da programação de rádio a equipe produz “vídeo-clips” das bandas que se apresentam na casa e cobre as peças de teatro no programa “Bastidores”, falando do cotidiano, dos ensaios e convidando o público a assistir as peças que ocorrem na casa. Para facilitar o acesso dos freqüentadores do Centro Cultural foi criado junto a Discoteca Oneyda Alvarenga o projeto “Paradas Sonoras”, que permite que o publico, em diversos pontos do CCSP, possa ouvir: o acervo de discos de 78 rotações, obras raras e os LP’s mais pedidos da Discoteca Oneyda Alvarenga digitalizado, com fones de audição em alta qualidade.

DISCOTECA ONEYDA ALVARENGA
Idealizada por Mário de Andrade enquanto ele esteva à frente do Departamento de Cultura da cidade de São Paulo, a Discoteca Oneyda Alvarenga foi criada em 1935, com o nome de Discoteca Pública Municipal.
Em 1982, depois de passar por várias sedes, a Discoteca foi transferida para o Centro Cultural São Paulo e, a partir de 1987, passou a receber o nome de Oneyda Alvarenga, em homenagem a sua primeira diretora, que exerceu o cargo até 1968.
Horário de funcionamento: de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados (exceto Carnaval e Páscoa), das 10h às 18h. A entrada é permitida até 30 minutos antes do fechamento. Informações: 3397 4071 ou pelo email discoteca@prefeitura.sp.gov.br
A Discoteca conta com os seguintes acervos:
Acervo Sonoro – discos
Acervo Impresso – partituras e livros de música e hemeroteca de música
Acervo Histórico – coleções de folclóre e documentos históricos
Saiba mais no site: http://www.centrocultural.sp.gov.br/discoteca.asp
Saiba mais sobre os projetos da Curadoria de Música do Centro Cultural São Paulo.

Música Contemporânea Brasileira
O projeto destaca cinco compositores: Almeida Prado, Edino Krieger, Edmundo Villani-Côrtes, Gilberto Mendes e Rodolfo Coelho de Souza.
Cada um desses compositores teve o seu catálogo de obras publicado, além de um caderno com partituras inéditas editadas em programa específico de música Finale-PDF, com a gravação de um CD contendo as obras inéditas em partituras.
Artistas como Eduardo Monteiro, Rosana Lamosa, Fernando Portari, Celine Imbert, Gilberto Tinetti, entre outros, participaram das gravações.

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Camargo Guarnieri 3 concertos para violino e a Missão
Este projeto realizou a gravação pioneia de um DVD com os três concertos para violino e orquestra de Camargo Guarnieri com o solista Luiz Filipe, a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo sob a regência do maestro Lutero Rodrigues.
O box contém ainda uma segunda mídia, CD-ROM, com todas as partituras dos concertos (grade do maestro, partes dos instrumentos de orquestra, parte do solista e redução para piano), além de documentos da coleção Missão de Pesuqisas Folclóricas.
Conheça mais sobre este projeto no hotsite www.centrocultural.sp/cg
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