CCSP – Programação de Música – Abril 2011

O Centro Cultural São Paulo apresenta a sua programação de música para o mês de Abril de 2011.

Música Clássica

Clássicos do Domingo

Sala Jardel Filho – 11h30
Retirada de ingressos 1h antes do concerto

Entrada franca

 Dia 3

Recital Richard Wagner

Com: Angela Diel (mezzo-soprano) e Paulo Gazzaneo (piano)

Palestra: Mathilde Wesendonck – a musa inspiradora de Tristão e Isolda, por Arthur Torelly

Recital de divulgação da edição em língüa portuguesa do livro Coração Devotado à Morte – O Sexo e o Sagrado em Tristão e Isolda de Wagner do autor inglês Roger Scruton.

Angela Diel – mezzo-soprano – Atua como solista em Óperas, Oratórios, Missas, Cantatas e obras sinfônicas com a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Centro Musical da PUC/RS, Orquestra SESI/Fundarte, Orquestra da ULBRA, Orquestra do Theatro São Pedro, Orquestra UNISINOS e Orquestra Sinfônica da UCS.

De suas apresentações como solista constam obras tais como o Glória, de Vivaldi, ‘Requiem’, Missa da Coroação e o ‘ Vesperae Solemnis’ de Mozart, a Missa Brevis de Bach, o Messias de Händel, o ‘Requiem’ de Durüflè, o ‘Stabat Mater ‘de Pergolesi, o Oratório de Natal de Saint-Säens, a Nona Sinfonia de Beethoven,  ‘Lobgesang’ e Sonho de uma noite de verão, de  Mendelssohn,  Fantasia Coral de Beethoven, Paixão Segundo São Mateus, Magnificat e Oratório de Natal, de J. S. Bach.

No campo Operístico participou das seguintes Óperas: ‘Carmen’ de Bizet, ‘ Il Trovatore’,  ‘La Traviata’ e Rigoletto, de Verdi, A Flauta Mágica e’ Cosi Fan Tutte’ de Mozart, ‘Cavalleria Rusticana’ de Mascagni, ‘Il Matrimonio Segretto’ de Cimarosa e Ivgueni Oniéguin de Tchaikovsky.

Paralelamente segue uma carreira de música de câmera, com destaque para o ‘lied’ e a canção brasileira. Realizou vários cursos de aperfeiçoamento vocal em Viena e Bruxelas (mezzo-soprano austríaca Dina Grossberguer, mestra no Conservatório de Bruxelas).

Em março de 2009 lançou o CD “Canto Brasileiro”, recebeu o prêmio “Açorianos de Música” de melhor intérprete, e, em maio e setembro realizou concertos na Alemanha (Schwartzvald,  Freiburg e Halle), com o pianista André Dolabella, apresentando canções eruditas brasileiras e alemães.

A convite do Consulado da Alemanha, realizou recitais em Recife, Maceió, Jessoa e Natal, no mês de outubro/09.

Em 2010 foi solista no ‘Stabat Mater’, de Pergolesi, na OSPA e Orquestra Unisinos; em julho apresentou-se no Centro Cultural SPaulo – Ano Schumann;

Em maio e outubro/2010 apresentou-se na Alemanha, em quatro concertos, divulgando a canção erudita brasileira, junto com a pianista Rei Nakamura.

Paulo Gazzaneo (piano) – Aos 43 anos, o paulistano Paulo Gazzaneo vem conquistando uma sólida posição dentro do cenário musical brasileiro, tanto como intérprete ou pedagogo, e, recentemente como compositor.
Suas apresentações e gravações, principalmente de obras brasileiras para piano solo e música de câmara, são importantes registros de seu trabalho como solista e camerista.
     Na pedagogia, exerceu um importante trabalho de 1998 a 2004 no cargo de Coordenador Pedagógico no Centro de Estudos Musicais Tom Jobim de São Paulo (ULM – Universidade Livre de Música), órgão do Departamento de Formação e Difusão Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.
      No São Paulo Arte Trio®, o seu trabalho como camerista vem confirmando a sua versatilidade musical bem como a sua busca incessante pela valorização do repertório nacional.
     Sua mais recente ação dentro da área de difusão musical está marcada na parceria com o maestro e compositor Sergio Chnee, na idealização, fundação e direção do Festival Música das Esferas – Festival Internacional de Música de Bragança Paulista, que teve a sua primeira edição realizada no mês de julho de 2007 e atualmente encontra-se em sua terceira realização.
     Como compositor tem criado obras para as mais variadas formações camerísticas e orquestrais além de peças solo para o seu instrumento.
      Conheça aqui um pouco mais sobre sua trajetória artística, dados e informações sobre a carreira deste músico brasileiro.

Arthur Torelly (palestra)
Arthur Torelly Franco nasceu em 17 de maio de 1941, em Porto Alegre, RS. É bacharel licenciado pela Faculdade de Ciências da PUCRS, pós-graduado em Comercialização Nacional e Internacional pelo convênio PUC/FGV. Apaixonado pela música clássica desde a infância, soube encontrar espaço na sua agenda de homem de negócios, para dedicar à música parte de seu tempo. A partir de 1988 se dedicou ao estudo da vida e obra de Richard Wagner, possuindo hoje um dos maiores acervos bibliográficos do Brasil sobre o controvertido gênio da ópera alemã. A partir de fevereiro de 2002, deu início à publicação da coluna Adágio, inicialmente nas edições dominicais do jornal Correio do Povo. Em setembro de 2002, a coluna passou a ter freqüência semanal na Revista Digital, da ONG Pólo RS, onde ainda permanece. 

PROGRAMA

RECITAL  RICHARD WAGNER

Abertura

Palestra: Mathilde Wesendonck – a musa inspiradora de Tristão e Isolda

Arthur Torelly  – palestrante

Recital

RICHARD WAGNER (1813-1883)

WESENDONCK-LIEDER

Mathilde Wesendonck (1828-1902) 

  1. 1.      Der Engel
  2. 2.      Stehe Still
  3. 3.      Im Treibhaus
  4. 4.      Schmerzen
  5. 5.      Träume

Tristão e Isolda  – Transcrição para piano Franz Liszt

Melodram Gretchens – Texto de J. von Goethe   (1749-1832) from Faust

Der Tannenbaum  WWW50
Weiche Wotan, weiche!  (Das Rheingold)
Meine Ruh ist hin  – 7 Kompositionen zu Goethes Faust, WWV 1 

Angela Diel – mezzo-soprano
Paulo Gazzaneo     – pianista

Dia 10
Paulo Gori Trio
No programa serão executados dois dos mais importantes trios da história da música, o Trio op. 1 n.º 1 de Cesar Frank e o Trio em lá Menor de Ravel.

Paulo Gori (piano) –  Iniciou sua carreira na Europa, no final dos anos 1970, depois de ter sido premiado nos grandes concursos internacionais de piano Paloma O’Shea (1976, em Santander, Espanha) e Rainha Elisabeth (1978, em Bruxelas, Bélgica), durante o qual participou da gravação de um disco para a Deutsche Grammophon. Suas apresentações pela Europa incluíram concertos com orquestras como a Bach Solisten na Alemanha e a Sinfônica Nacional da Bélgica, entre outras, além de recitais e concertos de música de câmara.

No Brasil tem se empenhado na divulgação da música brasileira, resgatando obras fundamentais pouco tocadas nas salas de concerto, como as Fantasias Brasileiras para piano e orquestra de Francisco Mignone. Foi responsável pela première mundial da 2ª Sonata para piano de Villani-Côrtes.

Convidado pelo Projeto Memória Musical – que se encarrega da recuperação de partituras de obras brasileiras -, tocou o Concerto para piano e orquestra de Souza Lima com a Orquestra Sinfônica de Santo André e o maestro Flávio Florence.

Em grande atividade como solista e camerista apresentou-se em Duo com seu ex-mestre Gilberto Tinetti e membros da OSESP na execução da Sonata para Dois Pianos e Percussão de Béla Bártok.

Lançou três CDs em parceria com o violista húngaro-brasileiro Perez Dworecki: “O Canto da Nossa Terra” e “Gaiato”, este indicado ao Prêmio Tim de Música 2005, e “Bach & Vivaldi” lançado em 2007.

Artista versátil e dono de vasto repertório, abriu com recital solo o “Ciclo Contrapontos Vienenses” da Sala Cecília Meireles, em 2009, executando obras de Schoenberg, Webern, e Berg.

Winston Ramalho (Violino) – Iniciou seus estudos de violino aos oito anos de idade sendo orientado no Brasil pela professora Elisa Fukuda. No exterior foram seus professores Wolfgang Redik e Naoko Tanaka. Na Juilliard School foi aluno da legendária pedagoga Dorothy DeLay. Mais tarde foi aluno e assistente do consagrado professor e solista Tibor Varga na Universität Für Musik Und Darstellende Kunst Graz, na Áustria. Neste mesmo período recebeu orientações de renomados violinistas internacionais dentre eles Jaime Laredo, Boris Belkin, Zakhar Bron, Ivry Gitlis e Rainer Kuchl (spalla da Filarmônica de Viena)

No terreno da música de câmara,Winston Ramalho estudou com membros de célebres conjuntos o Quarteto Alban Berg, o Viena Piano Trio e o Quarteto Hagen.

Foi premiado em vários concursos no Brasil e no exterior como no Concurso Jovens Solistas da Osesp, o Prêmio Jovem Talento do Soroptimist International of the Americas e no Shell Competition for Young Musicians, em Londres.

Foi solista de importantes orquestras do Brasil e do exterior como a Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica de São Paulo, Orquestra de Câmara Tibor Varga (onde também atuou como spalla) London Schools Symphony Orchestra, Camerata Fukuda  sob a batuta de maestros como Tibor Varga, Diogo Pacheco, Paulo Florêncio, Alceo Bocchino, Martin Haselbock e Celso Antunes.

Em 2008 gravou um CD e DVD ao vivo com a Camerata Fukuda tocando o Concerto para 4 violinos de Vivaldi.

Antonio Lauro Del Claro (violoncelo) – Natural de São Paulo, Lauro Del Claro iniciou seus estudos musicais aos sete anos com o seu pai, também violoncelista, prosseguindo com Jean Jacques Pagnot. Na Itália foi aluno de Radu Aldulescu (violoncelo) e Enrico Mainardi (música de câmara), classificando-se em 1.º lugar no Concurso de Verão Musical de Taormina (Itália).

Com uma bolsa concedida pelo Governo do Estado de São Paulo, estudou em Paris com Roberto Salles, mas foi em Genebra (Suíça) que teve oportunidade de aperfeiçoar-se, tornando-se discípulo do consagrado violoncelista Pierre Fournier. Foi o mais jovem integrante da Orquestra de Câmara “Pró-Música” de São Paulo e da Orquestra Filarmônica de São Paulo, tendo sido posteriormente primeiro violoncelista da Orquestra do Teatro Municipal de São Paulo e da Orquestra da USP.

Na Suíça fez parte do “Trio de Genebra” ,tendo realizado gravações para a Radio Suisse Romande, e se apresentado na França, Suíça e Itália.

Como integrante do Artistrio (Brasil) realizou tournée pela Alemanha, onde gravou o CD com obras de Villa Lobos.

Fez parte do Trio Americas, fazendo tournées pelos Estados Unidos e Brasil.

Como solista atua junto às maiores orquestras brasileiras, nos importantes centros culturais do país. Foi solista convidado da Orquestra de Câmara de Moscou, quando em tournée pelo Brasil.

Tem atuado também na França, Suíça, Itália, América Latina e EUA.

Como professor, fez parte do corpo docente da UNICAMP. Foi professor convidado da Fundação Carlos Gomes de Belém – Pa , ministrando aulas a bacharelandos em Violoncelo e monitores. Realiza seminários de violoncelo e Master-Classes em diversas cidades do Brasil e EUA, participando também dos mais importantes festivais de música tais como: Festival Internacional de Curitiba, Festivais de Inverno de Campos do Jordão, Festival de Música de Londrina , Festival de Música de Juiz de Fora , Festival Música nas Montanhas de Poços de Caldas e Femusc.

PROGRAMA

Cesar Franck (1822-1890) – Trio opus 1, nº 1

Andante com moto
Allegro molto
Finale: Allegro maestoso

M. Ravel (1875 – 1937) – Trio em lá menor

Modéré
Pantoum
Passacaille 

Dia 17 (Virada Cultural)

Antonio Lauro Del Claro (violoncelo) e Ricardo Ballestero (piano)

Com o objetivo de divulgar obras brasileiras para violoncelo e piano, os renomados artistas apresentam os compositores do século XIX e XX:  Henrique Oswald, Glauco Veláquez,  Alberto Nepomuceno e Liduíno Pitombeira.

Antonio Lauro Del Claro (violoncelo) – Natural de São Paulo, Lauro Del Claro iniciou seus estudos musicais aos sete anos com o seu pai, também violoncelista, prosseguindo com Jean Jacques Pagnot. Na Itália foi aluno de Radu Aldulescu (violoncelo) e Enrico Mainardi (música de câmara), classificando-se em 1.º lugar no Concurso de Verão Musical de Taormina (Itália).

Com uma bolsa concedida pelo Governo do Estado de São Paulo, estudou em Paris com Roberto Salles, mas foi em Genebra (Suíça) que teve oportunidade de aperfeiçoar-se, tornando-se discípulo do consagrado violoncelista Pierre Fournier. Foi o mais jovem integrante da Orquestra de Câmara “Pró-Música” de São Paulo e da Orquestra Filarmônica de São Paulo, tendo sido posteriormente primeiro violoncelista da Orquestra do Teatro Municipal de São Paulo e da Orquestra da USP.

Na Suíça fez parte do “Trio de Genebra” ,tendo realizado gravações para a Radio Suisse Romande, e se apresentado na França, Suíça e Itália.

Como integrante do Artistrio (Brasil) realizou tournée pela Alemanha, onde gravou o CD com obras de Villa Lobos.

Fez parte do Trio Americas, fazendo tournées pelos Estados Unidos e Brasil.

Como solista atua junto às maiores orquestras brasileiras, nos importantes centros culturais do país. Foi solista convidado da Orquestra de Câmara de Moscou, quando em tournée pelo Brasil.

Tem atuado também na França, Suíça, Itália, América Latina e EUA.

Como professor, fez parte do corpo docente da UNICAMP. Foi professor convidado da Fundação Carlos Gomes de Belém – Pa , ministrando aulas a bacharelandos em Violoncelo e monitores. Realiza seminários de violoncelo e Master-Classes em diversas cidades do Brasil e EUA, participando também dos mais importantes festivais de música tais como: Festival Internacional de Curitiba, Festivais de Inverno de Campos do Jordão, Festival de Música de Londrina , Festival de Música de Juiz de Fora , Festival Música nas Montanhas de Poços de Caldas e Femusc.

Ricardo Ballestero (piano)

Tem dedicado a sua carreira à arte da colaboração pianística, tendo estudado com dois dos mais renomados pianistas-colaboradores da atualidade, Martin Katz e Dalton Baldwin.  Tem se apresentado em recitais com cantores solistas do Metropolitan Opera, New York City Opera, Houston Grand Opera, Teatro Mariinsky e com membros das sinfônicas de Atlanta, Baltimore, Ópera de Frankfurt, Oslo, OSESP e OSB.  

É Professor-Doutor do Departamento de Música da Universidade de São Paulo, onde leciona Repertório Vocal (canção e ópera)  e Colaboração Pianística. Atuou como professor na Universidade do Colorado-Boulder e realizou recitais, palestras e cursos sobre o repertório vocal de câmara nos EUA (universidades de Indiana e Michigan), na Itália, na Alemanha e no Brasil.  

Ballestero completou o seu Doutorado em Colaboração Pianística e Música de Câmara na Universidade de Michigan. Teve a oportunidade de acompanhar aulas de figuras como Shirley Verrett, George Shirley e Rudolf Piernay e as master-classes de Grace Bumbry, Kiri Te Kanawa e János Starker. Foi integrante do Studio da Houston Grand Opera.

PROGRAMA

HENRIQUE OSWALD (1852-1931)

Élegiè – 4’10”
Sonata Fantasia op. 44- 11’57

GLAUCO VELÁSQUEZ (1884-1914)
Élegiè – 5’
Êxtase – 3’
Valsa – 7’

Sonata para Cello e Piano 15’

1. Allegro
2. Fantasia
3. Finale

ALBERTO NEPOMUCENO (1864-1920)
Prece – 3’11
Mazurca – 2’57
Romance – 3’10
Tarantela – 5’12

LIDUÍNO PITOMBEIRA (1962)
Seresta n °1  7’30’’
Lamento
ChoroSonata para cello e piano n°2 op.112 10’00’’
1. Imagens
2. Ritual
3. Choro 

Dia 24

Raiff Dantas Barreto (violoncelo), Rose de Souza (soprano) – artista convidada.

As Valsas de Esquina do compositor Francisco Mignone na versão para violoncelo solo.

Raif Dantas Barreto (violoncelo) – Nascido em João Pessoa, Paraíba, Raif Dantas Barreto começou seus estudos de violoncelo com o professor Nelson Campos na Universidade Federal da Paraíba. Posteriormente, foi aluno de Enrico Contini no Conservatório Arrigo Boito, em Parma – Itália. Desde 2001 ocupa o cargo de primeiro violoncelo no Theatro Municipal de São Paulo. Como solista, tocou com as mais importantes orquestras do Brasil sob a direção de maestros, tais como Eleazar de Carvalho, Leon Spierer, Jesus Medina, Ira Levin, entre outros. Estreou importantes obras no Brasil: o Concerto nº 2 para violoncelo e orquestra de Shostakovich; o Concerto nº 2 para violoncelo e orquestra de Kabalevsky e a Sinfonia Concertante para violino e violoncelo de M. Rosza. Tem intensa atividade como camerista. Atualmente integra o Quarta D, grupo com o qual gravou recentemente o Quatuor pour la fin du temps, de Olivier Messiaen.

Em setembro fez sua primeira tournée nos EUA, onde tocou com a Cayuga Chamber Orchestra (Ithaca-NY), sob a regência de Lanfranco Marcelletti, em Thibodaux (Louisiana) Participou de concertos com a pianista Luciana Soares, com o violinista James Alexander e com o violoncelista Dennis Parker. Ministrou ‘Master-Class’ nas Universidades: LSU-Louisiana State University e Massachusetts University Toca no violoncelo Príncipe do Brasil, construído pelo luthier Saulo Dantas-Barreto em 1998. Em 2009 lançou o cd “José Guerra Vicente” juntamente com o pianista Marcos Aragoni, o soprano Rose de Souza e a violinista LudmilaVinecka.

Rose de Souza (soprano) – Nascida em Montes Claros, MG. Estudou canto no Conservatório Lorenzo Fernandez, com a professora Regina Coelho. Graduou-se em canto pela Universidade Estadual de Montes Claros. Em Portugal, aperfeiçoou-se no Conservatório de Vila Nova de Gaia, com os professores Antonio Salgado e Fernanda Corrêa. Após seu regresso ao Brasil, freqüentou a classe do professor Jeller Filipe.

Como solista trabalhou com os maestros Sergio Magnani, Diogo Pacheco, Lanfranco Marcelleti, Ênio Antunes, José Maria Florêncio, Daisuke Nagamine (Japão) e Maurice Peress (EIUA). Em novembro de 2007, fez sua estréia no Theatro Municipal de São Paulo, frente à Orquestra Sinfônica Municipal. Rose é professora da Escola de Artes do Centro Universitário Adventista de São Paulo. Há vários anos é professora da classe de canto do Festival Eleazar de Carvalho.

PROGRAMA

FRANCISCO MIGNONE (1897-1986)
Mistério… (Quanto amei-a!)
Aquela modinha que o Villa não escreveu
Valsa da outra esquina
Valsa-Chôro
Valsa improvisada
Apanhei-te meu fagotinho (Valsa paródia)
+ 1  ¾
 A boa páscoa para você, Devos!
 Valsa quase modinheira (A implorante)
 Macunaíma (A valsa sem caráter) 

Concertos ao meio dia

Sala Adoniran Barbosa – 12h30
Entrada franca

Dia 12

Julia Tygel (piano) e Vana Boch (violoncelo)

Com arranjos para violoncelo e piano de Júlia Tygel o espetáculo apresenta músicas de seu último CD com destaque para composições de Tom Jobim, Edu Lobo e Chico Buarque.

Dia 19

Fábio Caramuru – O criativo pianista faz a sua leitura das obras de Villa-Lobos, Tom Jobim e Francis Hime.

Fábio Caramuru (piano)

Pianista paulista de grande versatilidade, foi o último aluno brasileiro de Magda Tagliaferro em Paris como bolsista do governo francês, na década de 1980. Ganhou inúmeros prêmios no Brasil, destacando-se o APCA em 1991. Apresenta-se regularmente no Brasil, Estados Unidos e Europa em recitais solo e com orquestra. É mestre pela ECA-USP. Em 2007, dirigiu e participou de diversos eventos comemorativos aos 80 Anos do nascimento de Tom Jobim, tendo sido solista da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo – OSUSP na Sala São Paulo e da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo no Theatro São Pedro. Atua produtor cultural, coordenando projetos em instituições como Fundação Magda Tagliaferro, Espaço Cultural Correios, Orquestra Sinfônica da USP, Centro Cultural Banco do Brasil, tendo produzido os espetáculos Divas (2006), Líricas & Populares (2007) e Pocket Trilhas (2008).   

Após dedicar-se por muitos anos ao repertório tradicional e brasileiro, sobretudo a arranjos e gravações da música de Tom Jobim, Caramuru passou a desenvolver também, desde 2003, um trabalho autoral diferenciado, com o lançamento do CD Moods Reflections Moods. Ultimamente, com a colaboração do contrabaixista Pedro Baldanza, intensifica e aprimora seu trabalho de criação em duo. O último lançamento do Duo Caramuru-Baldanza, Bossa in the Shadows, lançado selo Labor Records de New York, é uma coletânea de composições e improvisações originais. O estilo musical do duo, baseado em elementos da tradição brasileira, foi considerado pelo compositor e crítico norte-americano Eric Salzman uma manifestação representativa do novo Free Jazz brasileiro, original e livre de clichês.

Entre seus recentes trabalhos, destacam-se sua participação na gravação da obra “Das lied von der erde” de Mahler, em versão camerística de Arnold Schoenberg (Editora Algol), a interpretação do ciclo “Dichterliebe” opus 48 de Schumann, com o tenor Fernando Portari na Sala São Paulo, sua participação como solista da OSUSP no Concerto para dois pianos e orquestra de Poulenc, na Sala São Paulo, a criação de uma trilha sonora inédita para a III Jornada Brasileira de Cinema Silencioso, na Cinemateca Brasileira, concertos com a Orquestra Jazz Sinfônica, como solista e arranjador de temas de música para cinema dos compositores Richard Rodgers e Nino Rota, no Auditório Ibirapuera, Concerto de Stravinsky com Orquestra Filarmônica de Minas Gerais no Palácio das Artes em Belo Horizonte e concertos de música brasileira na Universidade de Toronto e no Zinc Jazz Club de New York.

Programa

Villa-Lobos (1887 – 1959)
Bachianas Brasileiras 4:
Prelúdio
Coral
Ária
Dança

Francis Hime (1939 – )
Passaredo 

Fábio Caramuru (1956 – )
April Moods

Tom Jobim (1927 – 1994 )
Dindi
A Correnteza
Two kites
Flor do mato
Amparo
Chovendo na roseira
Choro
Quebra-pedraMúsica Popular

Shows

Sextas e sábados às 19h, domingos às 18h

Sala Adoniran Barbosa

Dia 1
Adolar Marin Trio
– Com formato de Power Trio o cantor e compositor em seu novo trabalho explora suas raízes musicais vindas do som da guitarra e inspiradas no jazz e no rock.
Entrada Franca

Dia 2

Isca de Polícia – Devia ser proibido
Banda criada em 1982 se reune para show com repertório de canções emblemáticas da carreira de Itamar Assumpção.

R$ 20,00

Dia 03
Labirinto
Um labirinto de climas densos e texturas sonoras imagéticas. R$ 10,00
 
Dia 08
Lael Medina

Com mais de vinte anos de carreira, o baterista que já atuou ao lado de nomes como João Donato, Roberto Menescal, entre outros, apresenta repertório do seu primeiro álbum solo, o instrumental “Mundo Brasileiro”.

Entrada Franca

Dia 09
Kid Vinil Xperience –
Kid Vinil e sua banda apresentam uma retrospectiva de sua carrreira, com canções de seus trabalhos anteriores com as bandas Magazine, Heróis do Brasil, Verminose, e outras de seu novo repertório.

R$ 20,00

Dia 10
Projeto Vinagrete – 
O Projeto Vinagrete, conhecido pelas releituras de grandes clássicos da música brasileira, faz seu primeiro show só com composições próprias.

R$ 20,00

Dia 15
Marcos Gerez e Response Pirituba –
Ruídos eletrônicos, samples e batidas programadas são a base do grupo que cria ritmos e melodias pouco usuais para mexer com a cabeça e o esqueleto.

Entrada Franca

Quinta na faixa
Sala Adoniran Barbosa – 19h

Entrada Franca

Dia 7
Burro Morto –
Em seu novo álbum “Baptista Virou Máquina”, o grupo paraibano experimenta as mais diversas possibilidades sensoriais, passeando pelo afrobeat, jazz e psicodelia.

Dia 14

Danilo Nunes e o Carrossel de Baco – Representante do movimento caiçara contemporâneo, o grupo lança CD que mistura cirandas e batuques brasileiros  com guitarras e efeitos eletrônicos. 

Show ao meio dia
Sala Adoniran Barbosa

12h30 – Entrada Franca

Dia 1
Lula Barbosa – 
No show em comemoração aos seus 30 anos de carreira, o cantor e compositor relembra a vivência que teve na noite paulistana.

Dia 8
Projeto Meretrio –
O trio, agora somado a seis músicos de sopro, é renomeado como Projeto Meretrio, integrado ao coletivo de bandas do Movimento Elefantes.

Dia 15
Projeto B – Tributo a Frank Zappa – O grupo relembra um dos criadores mais instigantes da música contemporânea, o mestre Frank Zappa.

ESPECIAIS
Virada Cultural

Panelaço – Festival de Improvisação

Show Especial: Felix Astor e Gabriel Improta

Virada Cultural
Sala Adoniran Barbosa – Entrada Franca
 

Dia 16 e 17
Baile da Virada

Ritmos pulsantes como salsa, samba, gafieira, funk e soul levados por importantes músicos de várias gerações embalando a festa em sua terceira edição.

Programação:
Baile com Matheus Leisnoch e dançarinos

Apresentando os grupos:

21h às 22h45 – Gafieira Paulista e Tereza Gama (gafieira)

23h às 0h45 – Orquestra Lira Latina (salsa)

1h às 3h – Opalas com Gerson King Combo e Lady Zu (dance, disco, samba, funk e soul)_______________________________________________________________________
Panelaço – Festival de bandas argentinas

Na semana que antecede o Festival Latino Americano de Teatro o CCSP apresenta o Panelaço, festival que reúne na Sala Adoniran Barbosa quatro bandas da atual geração de músicos argentinos, duas de Buenos Aires e duas de Córdoba. Com uma postura irreverente no palco, os grupos se valem de gêneros tradicionais como cumbia, tango e quarteto,  para incorporar outras infuências como jazz (Musica de Sobrevivência), rock e ritmos balcânicos (Anetol del Monte), reggae e hip-hop (Actitud Maria Marta) e o ambiente festivo de espetáculos circences (Circo da Vinci).

Sala Adoniran Barbosa

Entrada Franca

Dia 22, sexta, 12h30
Música de Sobrevivência
Com: Gustavo Lorenzatti (contrabaixo) e Santiago Bartolomé (trompete e fliscorne)

Formado por dois integrantes da Orquestra Sinfônica de Córdoba, Argentina, o duo explora as possibilidades do diálogo entre o contrabaixo e o trompete através de uma linguagem jazzística.

Dia 22, sexta,  19h
Anetol del Monte

Destaque da música portenha independente, a banda apresenta em clima de festa cigana um repertório com raízes em cumbias, tangos e milongas, que se misturan à influência da música eletrônica, do Candombe uruguaio e da agitação dos ritmos balcânicos.

Dia 23, sábado, 19h
Actitud Maria Marta

Grupo de Hip Hop Argentino nutrido por uma vasta cultura musical latino-americana e jamaicana, que combina esta inovadora fusão sonora com uma peculiar e contundente crítica social.

Dia 24, domingo, 18h
Circo da Vinci

A família argentina do Circo Da Vinci chega ao Brasil com um show marcado por ritmos como cumbia, cuarteto, ska, folk e outros gêneros latino-americanos somados a elementos cênicos e números de humor.
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Festival de Improvisação
Entre abril e dezembro deste ano o CCSP realiza a série dedicada à improvisação livre, tipo de música que tem agregado instrumentistas de diferentes origens em torno de um ideal de composição espontânea, desvinculada de estruturas prévias. Quem inicia a edição de 2011 do festival é a saxofonista e percussionista espanhola Chefa Alonso, co-fundadora da Orquestra Foco de Madrid, que realiza um concerto e uma série de oficinas.

Sala Jardel Filho

Entrada Franca

Dia 21, quinta, 19h
Chefa Alonso (sax soprano e percussão), Sergio Kafejian (eletrônica)  e Giuliana Audra (flauta)

Músico convidado: Daniel Murray (violão)

Em sua segunda visita ao país a instrumentista espanhola Chefa Alonso apresenta-se ao lado de dois músicos brasileiros mostrando a experiência de ter tocado em festivais e orquestras de improvisação na Inglaterra e na Espanha em diversas formações, com foco no free jazz e na improvisação livre. Com uma intensa atividade didática, além do concerto, ela ministrará também um ciclo de oficinas de quatro dias.

Oficinas: De 21 a 24, das 14 às 17h com uma apresentação dos alunos dia 24, às 21h, na Sala Jardel Filho
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Dia 6

Felix Astor & Banda convidam Gabriel Improta

Sala Jardel Filho

Quarta-feira, 21h
Entrada Franca
Baterista alemão faz segunda visita ao Brasil ao lado do violonista Gabriel Improta, unindo a tradição jazzística européia à música brasileira.

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