Centro Cultural São Paulo – Programação Junho2011

Centro Cultural São Paulo –  Programação de Junho 2011
Curadoria de Música
Texto de abertura

 

Neste mês de junho o Centro Cultural São Paulo inicia uma parceria com o Instituto Baccarelli cedendo espaço em sua temporada musical da série Clássicos do Domingo. Seis concertos, um por mês, se estenderão até novembro. Neles grupos de câmara, corais e orquestra juvenil apresentarão um repertório eclético.

O Instituto Baccarelli conta hoje com 1.100 alunos-bolsista que integram um dos mais bem sucedidos programas de formação musical gratuíta voltado a crianças de comunidades carentes de Heliópolis, bairro periférico da Zona Sul de São Paulo.

O espaço que se abre para a apresentação dos novos talentos da música – descobertos nesta louvável iniciativa de ensino musical – se completa com um programa de visitas mediadas da DACE – Divisão de Ação Cultural e Educativa. Turmas de bolsista terão a oportunidade de conhecer os acervos do Centro Cultural São Paulo, exposições de Artes Visuais e demais atividades, que propiciarão aos alunos uma visão ampla do universo cultural além-música.

Nesse mesmo caminho onde se cruzam música e crianças o projeto Brincando com Música, idealizado pelo Maestro Jamil Maluf, tem conquistado a cada mês a alegria e o interesse da garotada da rede de ensino nos divertidos programas da Orquestra Experimental de Repertório com a participação do ator cômico Fernando Paz.

Na série Clássicos do Domingo teremos a apresentação do violinista Davi Graton e da pianista Dana Radu, no dia 5, do flautista Rogério Wolf acompanhado ao violão de Paulo Porto Alegre, no dia 12, do Coral da Gente – Instituto Baccarelli, no dia 19 e a Orquestra Barroca, com seus instrumentos de época, sob a direção do cravista Fernando Cardoso, no dia 26.

A programação da série Concerto ao Meio-dia no CCSP destaca em quatro concertos a música composta para trios, com obras do período renascentista, período barroco, período romântico e ainda obras do Século 20. No dia 7, o Trio Claro (clarinete, viola e piano) apresenta obras de Schumann e Max Bruch. No dia 14, o Trio Barroco, formado por Alexandre Ficarelli (oboé), Dimos Goudaroulos (violoncelo) e Sérgio Carvalho (cravo) apresentam um programa com obras raras do período. O Trio Canzona, por sua vez, recupera obras mais antigas com instrumentos de época como o fagote barroco de Luis Antonio Ramoska, a flauta doce de Marília Macedo e o cravo de Stella Almeida, no dia 21.

O último concerto de junho desta série acontece no dia 28 com o Aulustrio, conjunto de câmara que lançou recentemente um primoroso CD com as obras para trio de Villa-Lobos. Neste recital eles executarão o Trio n.º 2 de Glauco Velásquez.

As atrações da música popular se espalham nas séries semanais Quinta na Faixa, Show ao Meio-dia no CCSP e os Shows de sexta, sábado e domingo com um rico time de artistas como Rogério Sky Lab, Mostro, Márcio Lugó, Caviars Blues Band, Renato Consorte Grupo, entre outros.

Neste mês temos ainda o espetáculo Sarau Astronômico – Tambores, no dia  10, com o grupo de tambores japoneses Wadaiko Sho. Este projeto da DACE – Divisão de Ação Cultural e Educativa.  acontece alternadamente no CCSP e no Planetário de São Paulo. A proposta de aproximar arte e estrelas, já dura mais quatro anos e conjuga música, com performances musicais, poesia, com leituras espontaneas de poemas pelo público e conversas-aulas sobre as estrelas com os astrônomos do Planetário.

E acima de todas as músicas o céu é a última música, abismos sobre as nossas cabeças. Plageando Fernando Pessoa, “A Grande Ogiva ao fim de tudo”.

Francisco Coelho – Curador de Música

Música Clássica

Clássicos do Domingo

Sala Jardel Filho – 11h30

Retirada de ingressos 1h antes do concerto

Entrada franca

Dia 5

Davi Graton (violino) e Dana Radu (piano)

Frase: Duas célebres sonatas para violino e piano interpretadas por dois excelentes músicos.

RELEASE

Davi Graton (violino)

Natural de São Paulo, onde iniciou seus estudos de violino aos 6 anos de idade. Em 1985, tornou-se aluno do Prof. Yoshitame Fukuda e mais tarde obteve toda a sua formação com a violinista Elisa Fukuda, sendo membro fundador da Camerata Fukuda, importante orquestra de câmara de São Paulo.

Recebeu diversos prêmios em concursos no Brasil, destacando-se o primeiro lugar nos concursos de Juiz de Fora (1989), Piracicaba (1991 e 1995), Orquestra Experimental de Repertório (1993) e Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (1996). Em 1997, foi o vencedor do IX Prêmio Eldorado de Música, através do qual gravou CD pelo selo Eldorado.

Atuou como spalla em várias orquestras tendo na oportunidade trabalhado com importantes maestros como Eleazar de Carvalho, Johannes Schlaefli, Kirk Trevor, Lorin Maazel e Kurt Masur.

Como solista, vem se apresentando com orquestras como a Camerata Fukuda, Orquestra Experimental de Repertório, Filarmônica de São Paulo, Sinfônica Paulista, Sinfônica de Santo André, Sinfônica de Ribeirão Preto, Sinfônica da USP, entre outras.

Atualmente Davi Graton é o concertino da OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e integra o Quarteto de Cordas OSESP.

Dana Radu (piano)

Natural da Romênia, iniciou seus estudos de música aos 6 anos de idade. Formou-se como solista na Universidade de Música de Bucareste, com orientação dos professores Viniciu Moroianu, Octavian Radoi e Viorica Radoi.

Em 1993 obteve a primera colocação no Concurso de Música Romêna de Bucareste. Recebeu os Prêmios “Ludmila Popisteanu” e “Olga Szel” pelo piano solo no concurso “Mihail Jora”, 1997, e foi designada pela “Critica Músical” como melhor pianista acompanhadora no concurso “Mihail Jora”, em 1998. Gravou diversos programas para a Rádio e TV de Bucareste e foi convidada a participar dos festivais como “Martian Negrea”, Festival International de Câmera de Brasov, Festival de Música de São José do Rio Preto, Festival de Música de Londrina e festival de Música de Petropolis. Em 2003 e 2004 trabalhou como pianista preparadora no VII e VIII Festival Amazonas de Òpera.

Atuou como solista na frente da Orquestra Sinfônica de Ploiesti e da Orquestra Filarmônica de São Bernardo de Campo e se apresentou como solista e camerista em várias salas, como: Museu “George Enescu”, de Bucareste, sala “Paul Constantinescu” de Ploiesti , Museu de Arte de Râmnicu Vâlcea, Aúditorio da Livraria Cultura São Paulo , Teatro Municipal de São Paulo, Centro Cultural São Paulo, Centro de Cultura Raul Leoni de Petrópolis, Teatro “Ouro Verde” de Londrina, Sesc, MAM (Museu de Arte Moderna São Paulo), CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil).

Atualmente radicada no  Brasil, exerce atividade como pianista da Fundação Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. 

PROGRAMA

CESAR FRANCK (1822-1890)

Sonata para violino e piano em Lá maior
1. Allegretto moderato
2. Allegro
3. Recitativo-Fantasia. Moderato – Molto lento
4. Allegretto poco mosso

SERGEI PROKOFIEV (1891-1953)

Sonata para violino e piano n.º 1,  em Fa menor, op. 80

1. Andante assai
2. Allegro brusco
3. Andante

4. Allegrissimo, Andante assai, come prima
Dia 12
 

 

Rogério Wolf (flauta) e Paulo Porto Alegre (violão)

Frase: Neste recital o destaque para a íntegra as canções que integram a obra Siete canciones populares españolas de Manuel de Falla.

RELEASE

Rogério Wolf  (flauta)

Após mais de 25 anos como primeira flauta das melhores orquestras do país como Sinfonica do Estado de São Paulo-OSESP (1981-2001) e Sinfonica Brasileira-OSB (2003-2006), atualmente dedica-se a concertos como solista e camerista e é presidente da Associação Brasileira de Flautistas-ABRAF

Professor na Escola Superior de Música da Faculdade Cantareira – SP e Instituto Baccarelli. Em novembro de 2007 esteve na Suiça, onde deu aulas nos Conservatórios de Genebra e La Chaux-de-Fonds.

É integrante do Núcleo Hespérides – Música das Américas.

Já atuou como solista nas principais orquestras do Brasil, entre elas Sinfônica do Estado de São Paulo, Sinfônica de Porto Alegre, USP e Ribeirão Preto, Orquestra Sinfônica de Campinas e também com a Orquestra Sinfônica de Santos.

Sua discografia inclui: – Trio for flute viola and guitar, com Marcelo Jaffé (viola) e Paulo Porto Alegre (violão) – Music for Flutes, com o Quinteto de Flautas de São Paulo, dedicado à obra de Boismortier – Luminamara, com o Núcleo Hespérides  – Retratos de Radamés, com a obra de Radamés Gnattali e Chronos, com obras do compositor Roberto Victório.

Paulo Porto Alegre (violão)

Venceu o V Concurso Internacional de Violão Palestrina, em 1979 e o III Festival Villa-Lobos, realizado em 1984 no Rio de Janeiro.

Em 1986 foi um dos ganhadores do II Prêmio Eldorado de Música.

Com sua obra “Contrast I” ganhou a menção honrosa no XXVI Paris International Contest.

Participou do I Festival de Música Erudita de Pequim, China, como professor, solista e camerista, tendo se apresentado com o Kodaly Quartet.

Apresentou-se como solista na Europa tocando em Paris e em outras quinze cidades na Alemanha.

Como compositor, suas obras são editadas na Alemanha.

PROGRAMA

Primeira parte

PAULO PORTO ALEGRE
Sonata para flauta e violão
1.Rítmico
2.Andante-Luisa
3.Deciso

Encontro das Águas
Suite para flauta e violão
1.Introdução
2.Xaxado
3.Valsa
4.Tocata-Choro

Segunda parte
EDMUNDO VILLANI-CÔRTES
 

 

Cinco Miniaturas
1.Prelúdio
2-Toada
3.Choro
4.Cantiga de Ninar
5.Baião

RADAMÉS GNATTALI
Sonatina para flauta e violão
1.Cantando com simplicidade
2.Adagio
3.Movido 

 

Dia 19
Coral da Gente – Instituto Baccarelli

 

Frase: O CCSP, numa parceria com o Instituto Baccarelli, abre espaço em sua temporada para uma das mais importantes iniciativas brasileiras de educação musical infanto-juvenil.

RELEASE

CORAL DA GENTE

Promover o ensino de canto coral a crianças e adolescentes da comunidade de Heliópolis, em São Paulo é o objetivo do Coral da Gente, programa desenvolvido pelo Instituto Baccarelli desde o ano 2000.

As atividades representam uma introdução ao universo musical de forma mais leve e com uma grande troca entre cada grupo, e é por essa característica que o Coral da Gente atua como porta de entrada para as crianças no Instituto Baccarelli. As aulas de técnica vocal, postura, respiração e percepção musical são ministradas por profissionais conceituados e preparados pedagogicamente para trabalharem o aprendizado e o desenvolvimento dos alunos. O trabalho de expressão cênica complementa o método de ensino, tornando o aprendizado mais lúdico e envolvente ao estimular a manifestação de emoções por meio do movimento e gerar consciência do corpo no espaço.   

Com um repertório diversificado e de qualidade, o Coral da Gente realiza constantes apresentações em importantes espaços culturais de São Paulo, cantando em diversos idiomas, como inglês; francês; espanhol; hebraico a até dialetos africanos.

Atenção DIC: O texto abaixo sobre os patrocinadores do Instituto Baccarelli é obrigação contratual do Instituto Baccarelli com o MinC. Pedimos o obséquio de reproduzir o texto abaixo em nosso folder. Grato. Chico Coelho:

O Instituto Baccarelli tem como Mantenedores-Fundadores: Eletrobras e como Mantenedores-Ouro: Volkswagen, Instituto Votorantim e Petrobras e Mantenedor-Bronze: Comgás

PROGRAMA
PACHELBEL
Sanctus – baseado no Canon  (arranjo de Robert Prizeman)

 

ROBERT PRIZEMAN
Ave Maria (arranjo de Wilson Dobbins)

JACQUELINE FROOM
See the Gipsies (arranjo de Zoltán Kodály)

H. MANCINI, J. MERCER
Moon River (arranjo de Raphael Begosso)

FREDDIE MERCURY
Somebody to Love (arranjo de Julio Cesar Figueiredo)

GEORGE GERSHWIN, IRA GERSHWIN
Clap yo’ Hands (arranjo de Pete King)

JONATHAN LARSON
Seansons of Love

SOLOMON POPOLI LINDA
The Lion Sleeps Tonight (arranjo de Regina Kinjo)

JOHANN SEBASTIAN BACH
BWV 1031 – 3º movimento –Sonata em mi bemol Maior, para flauta e piano
Allegro moderato
Intérprete: Lucas Andrade, flauta

CAETANO VELOSO
Alguém Cantando (arranjo Júlio Giúdice Figueiredo)

NILSON NEVES
Promissão (arranjo de J. Beckman / Sandrainês)

RITA LEE, ROBERTO DE CARVALHO
Desculpe o Auê (arranjo de Bontze S. Sandoval)

TOM JOBIM, VINÍCIUS DE MORAES
Garota de Ipanema (arranjador Edmundo Villani-Côrtes)

SANDRA PERES, R.CORRÊA, P. SÉRGIO VALLE
Fome Come (arranjo Gilberto Perissinoto)

CHICO CÉSAR
Onde estará o meu amor? (arranjo de Nenê Cintra)

GILBERTO GIL
Vamos Fugir (arranjo de Patrícia Costa)

ALCEU VALENÇA
Maracajá (arranjo de Alberto Cunha)

Dia 26

Orquestra Arte Barroca – direção Fernando Cardoso

Frase: Com instrumentos de época e o compromisso de uma interpretação barroca a Orquestra apresenta obras de Aufschnaiter, Telemann, Fasch e Haendel.

RELEASE
Orquestra Arte Barroca

Composto por Paulo Henes (Spalla e Diretor Artístico), Carolina Colepicolo, Renan Vitoriano e Beatriz Ribeiro (violinos barrocos), João de Pierro (viola barroca), Pedro Bevilaqua (violoncelo barroco), Gilberto Chacur (contrabaixo), Anderson de Lima (teorba e guitarra barroca) e Fernando Cardoso (cravo), a Orquestra Arte Barroca tem como proposta interpretar o repertório camerístico e orquestral dos séculos XVII e XVIII, com base na pesquisa de repertório e de tratados de época, e com o uso de cópias de instrumentos barrocos.

Paulo HenesSpalla e Diretor Artístico

Iniciou seus estudos com Alberto Jaffé e posteriormente com Klaus Wustof, Paulo Bosisio e Edson Queiroz. Formou-se pela UNESP em Bacharelado em Violino na classe de Airton Pinto. Participou das Orquestras de Câmara da UNESP, de Americana (spalla) e Orquestra de Câmara Souza Lima, e das orquestras Jovem Municipal de São Paulo (spalla), Experimental de Repertório, Orquestra “Camerata” (spalla) e Orquestra do Estado de Minas Gerais. Iniciou suas atividades com o violino barroco em 1997, no Festival de Música de Juiz de Fora. Participou dos projetos “Barroco”, “Dom Quixote” de Boismortier e “Orpheu” com o Maestro Marcelo Fagerlande. Fez masterclasses com os seguintes professores: Luís Otávio Santos, Manfredo Kraemer, Giuliano Carmignola, Martina Graulich e Sigiswald Kuiken.

Carolina Rosati Colepicolo – violino

Iniciou seus estudos de violino aos seis anos e em 1998 ingressou no Conservatório Magda Tagliaferro, estudando com Nair de Mattos Moreno. Em 2003 iniciou aulas de violino barroco com Paulo Henes, e atualmente é integrante da Orquestra Arte Barroca, sob sua direção. Desde 2005 faz aulas de violino moderno com Cecília Guida, participando do I Festival de Inverno “Trio Images” com Cecília Guida e Henrique Muller. Em julho de 2006 participou do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga da cidade de Juiz de Fora, tendo aulas e realizando audições com os professores Luís Otávio Santos (violino barroco) e Rina Baffa Puig (canto).

Renan Vitoriano de Souza – violino

Iniciou seus estudos de violino aos 6 anos. Aos 15, ingressou no Centro de estudos musicais Tom Jobim. Foi aluno de Laércio Sinhorelli e Mariah Virshinia. Integrou a Camerata Jovem de São Bernardo (Spalla). Teve aulas de Interpretação Musical e História da Música com o Maestro Luciano Garcez e aulas de Interpretação barroca com o violoncelista João Guilherme Figueiredo. Aos 16 anos foi professor do projeto de iniciação a música antiga a crianças e jovens carentes, na Fundação Criança (São Bernardo do Campo). Foi 1º violino do grupo Ópera Iuvenis, com quem participou da montagem da peça teatral o Burguês e o Fidalgo. Aos 17 foi Spalla da Camerata Paidéia. Aos 18 participou da montagem da Ópera L’Orfeo de Monteverdi. Atualmente. É aluno de Paulo Henes e integrante da Orquestra Arte Barroca.

Beatriz Ribeiro – violino

Aluna da classe da professora Cristina Rapp na EMM – Escola Municipal de Música, departamento do Theatro Municipal de São Paulo, desde 2000. Atua como professora de violino, iniciação musical e flauta doce em escolas e em aulas particulares desde 2006. Integra o Grupo Charivari (corpo estável da CASA 2 – Núcleo de Aprendizagem e Reeducação através da Música). Integrou a OSIJEMM – Orquestra Sinfônica Infanto-Juvenil da Escola Municipal de Música (1º violino) de 2005 a 2007, tendo em 2008 participado como solista sob a regência da maestrina Gretchen Miller. Participou da XXIII Oficina de Música de Curitiba na classe da professora Betina Stegmann (2005).

Pedro Beviláqua – violoncelo barroco

Começou seus estudos na Escola Municipal de Música com a Professora Cecília Brucolli. Posteriormente fez aulas com a prof. Rosana Leventhal e Gretchen Miller. É bacharel em música pela UNESP sob a orientação do prof. Zigmund Kubala. No violoncelo barroco fez aulas com o prof. Dimus Goudarolis e participou da Oficina de música antiga de Curitiba, tendo aulas com o prof. Gaetano Nasilo. Foi chefe de naipe da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo e da OCAM e concertino das orquestras dos estados de Mato Grosso e Sergipe. Como músico da Orquestra de Mato Grosso, participou da turnê Sonora Brasil realizada pelo SESC, tocando em 78 cidades brasileiras. Atuou em diversos grupos como solista como na Orquestra Jovem do Estado de São Paulo na peça “Allegro Apassionatto” de Camile Saint-Saëns. Hoje, integra a Orquestra Arte Barroca.

Gilberto Chacur – contrabaixo

Formou-se em 2008 pela Escola Municipal de Música, onde estudou contrabaixo com o Prof. Marco Antonio Brucoli. Também teve aulas com Valerie Albright e masterclass com o Prof. Zolt Fejérvári da Budapest Festival Orchestra no Teatro Cultura Artística, realizada em setembro de 2003. Como contrabaixista, participou da “Paixão e Ressurreição” com o Madrigal Vila Mariana. Também atuou com a Orquestra de Câmara do Colégio Porto Seguro, sob a regência de Gretchen Miller, com o conjunto L’estro armonico e a Orquestra Jovem da Escola Municipal de Música. De 2008 a 2009, teve aulas com Pedro Gadelha, primeiro contrabaixo da OSESP. É Licenciando em Educação Musical pela UNESP.

Edílson de Lima – teorba e guitarra barroca

Iniciou seus estudos no Conservatório Municipal de Guarulhos e posteriormente da Escola Municipal de Música de São Paulo. Bacharelou-se em Composição e Regência pelo Instituto de Artes da UNESP em 1992. Obteve o titulo de Mestre em Música em 1998 com a dissertação As Modinhas do Brasil, documento do final do século XVII encontrado na Biblioteca da Ajuda, Lisboa. Dirigiu e produziu o cd Modinhas de amor – Lira d´Ofeo, 2004. Publicou o livro As Modinhas do Brasil (2001). Atualmente é coordenador do Curso de Música da Universidade Cruzeiro do Sul (SP) e professor de História da Música

Fernando Cardoso – cravo, espineta e órgão

Finalista do III Concurso Nacional “Tarde da Juventude Villa Lobos” em São Paulo, Fernando estudou piano com Alex Sandra Grossi e Nilze Kruze, e cravo com Sérgio de Carvalho e Regina Schlochauer (com quem se bacharelou em Cravo pela FAAM em 2009). Em festivais de música, teve aulas de piano com Marco Antônio Almeida e Gilberto Tinetti, e cravo com Edmundo Hora, Alessando Santoro, Nicolau de Figueiredo, Claudio Barducco e Christine Daxelhofer (Alemanha). Foi solista junto à OCAM no Concerto para 2 cravos e Orquestra em Dó maior de J.S.Bach (2004) e dirigiu a Cantata do Café e o Concerto para Cravo e Orquestra em Ré menor (2009), também de J.S.Bach, com o grupo de câmara da FAAM. Foi produtor das duas séries de concertos “O Cravo Barroco”, em São Paulo (2007-8), do “Oratório do Divino”, em Mogi das Cruzes (2007) e do “Festival Hammond Concerts” (2009). Ao cravo solo, realizou recitais em São Paulo, São Carlos, Mogi das Cruzes e Paranapiacaba. Atualmente é professor da Escola de Música e Tecnologia e também integra os grupos “Barroco Versatile” e “Violeta de Outono”.

PROGRAMA
O Barroco Alemão

B.A. AUFSCHNAITER (1665-1742)
“Concors Discordia” – Serenata n.1 em Sol maior

1. Ciaccona
2. Ballo
3. Menuet
4. Boureè

5. Guigue
G.PH. TELEMANN (1681-1767)
Ouverture em Mi menor TWV 55e7
1. Ouverture
2. Le Contentement
3. Gavotte
4. Loure
5. Menuet
6. Rondeau

7. Canarie. Très viste
J.F. FASCH (1688-1758)
Sinfonia em Sol Maior
1. Vivace
2. Grave
3. Fuge

4. Presto
G.F. HAENDEL (1685-1759)
Concerto Grosso Op.6 no.7 em Mi bemol maior
1. Largo
2. Allegro
3. Largo e piano
4. Andante

5. Hornpipe

Concertos ao meio dia
Sala Adoniran Barbosa – 12h30

Entrada franca

Dia 7

Trio Claro – Daniel de Oliveira (clarineta), Erica Elis (viola) e Carina Inoue (piano)

Frase: Neste programa o célebre opus 83 de Max Bruch e Os Contos de Fada, op. 132 de Schumann.

RELEASE
Daniel Oliveira (Clarineta)

 

Iniciou seus estudos musicais na Banda Lyra de Mogi Mirim – SP. Graduado em Clarineta pela UNESP na classe dos professores: Sergio Burgani e Luis Afonso Montanha. Atua como primeiro clarinetista-solista da Orquestra do Theatro São Pedro e na Orquestra Bachiana Filarmônica SESI-SP.

Na música de câmara atua nos grupos 4uarteto, Duo Daniel Oliveira & Carina Inoue e Clownrinet Duo e Duo Homenagens com o clarinetista Diogo Maia. É professor da Escola de Musica da Hebraica e Professor convidado da Universidade Estadual de Belém do Pará.

Trabalha como assessor do Projeto Guri Santa Marcelina onde é responsável pela elaboração do método de clarineta. Recebeu em 2007 o prêmio Novos Talentos da Música Brasileira, prêmio esse concedido pela Casa de Cultura de Israel.

Classificou-se dois anos consecutivos para a final do concurso “Jovens Cameristas de Londrina” e recebeu menção honrosa no concurso “Jovens Solistas da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo”. No teatro atua como músico na Cia Miolo – Teatro de Rua e no espetáculo SÓ?

Criado com o ator Leonardo Mussi. Sua intensa atividade como pesquisador possibilitou colocar o Brasil no patamar de fabricante de clarinetas de alta qualidade, pesquisa esta desenvolvida juntamente com a Devon&Burgani Instrumentos Musicais e com a Plataforma de Pesquisa Clarinart – Suíça.

Erica Elis (Viola)

Iniciou seu estudos musicais aos 7 anos de idade com sua mãe, Damaris Adelina Barnabé Grangeiro. Aos 16, iniciou seus estudos na viola com o professor Ricardo Kubala, com o qual mais tarde se graduou bacharel em viola no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista – UNESP.

Recebeu orientação do professor Alexandre Razera entre 2005 até 2008. Em sua formação musical inclui passagens pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo em São José dos Campos (FCCR) e Universidade Estadual Paulista (UNESP). Participou de Master Classes com violistas renomados como Tabea Zimmermann, Wilfred Strehle, Richard Young, Marie-Cristine Spüngel, Dariuz Korcz, Vladimir Mykytka, Alexandre Razera, Renato Bandel, Emerson de Biaggi, Ulrich Knoezer, Johannes Luethy. Participou de diversos festivais pelo Brasil e no exterior, destacando o 35º e 37º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão em 2004 e 2006, Idyllwild Arts Festival – Califórnia/EUA em 2007. Em 2008 foi convidada a participar do Festival de Pommersfelden na Alemanha. Participou de turnê com a Young Orchestra of the Radio of Berlin (RIAS) pela China em 2004/2005.

Participou em abril de 2008 da International Young Orchestra Academy (IJOA) realizando turnê pela Alemanha. Passou a integrar a Junesses Musicales World Orchestra em 2008, realizando turnê pelo Canadá (2008) e Espanha (2009

Com quatro turnês internacionais, já se apresentou em diversos países na Europa, Estados Unidos, Canadá e China, podendo destacar entre esses as salas Opernhaus (Bayreuth) e Max Reger Halle (Weiden) na Alemanha; Walt Disney ConcertHall (Los Angeles) nos Estados Unidos e Auditório Nacional de Música, (Madri), Teatro Arriaga (Bilbao) na Espanha. Atualmente atua como violista na Orquestra Sinfônica de Santo André e é aluna do professor Davi Graton.

Carina Inoue (Piano)

Diplomada pelo conservatório Heitor Villa-Lobos curso técnico de piano e bacharel em música pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) com habilitação em instrumento piano sob a orientação da Profa. Anna Cláudia Agazzi.

Recebeu orientações dos professores Antonio Bezzan, Luciana Sayuri, Eduardo Monteiro, Gilberto Tinetti, Richard Bishop e Ricardo Ballestero. Participou de diversos masterclasses com os professores Daisy DeLucca, Menahem Pressler, Olga Kiun, Cristina Ortiz, Achille Picchi, entre outros. Vencedora do VIII Concurso de piano maestro Rodrigo Tavares, de Cubatão.

Foi contemplada com uma bolsa pela reitoria da UNESP para atuar como camerista em diversas formações instrumentais e vocais exercendo esta função até o presente momento. Acompanhou os alunos da classe do professor Tibô Delor, Valerie Albright, Cecília Guida, Márcia Guimarães, Carmo Barbosa e acompanha as aulas do maestro Lutero Rodrigues. Atualmente trabalha como pianista colaboradora em festivais como “Festival de música de Londrina”, “Música nas Montanhas” de Poços de Caldas, coros, aulas de regência, canto e instrumento. Trabalhou com os coros Núcleo Universitário de Ópera, Coro de Câmara da UNESP e Vox Aeterna, Canticorum Jubilum – com quem realiza trabalhos até hoje – com a orquestra Metropolitana de São Paulo e grupos de música de câmera como o trio Claro, o Duo Inoue- Oliveira, Duo Sonare e Duo Persona , especializando-se no trabalho de pianista colaboradora. Foi pianista convidada da oficina de Música de Curitiba.

PROGRAMA
Max Bruch (1838-1920)
8 Peças op. 83 (1910)

 

Robert Schumann (1810-1856)
Contos de Fada, op. 132 (1853)
1. Lebhaft, nicht zu schnell
2. Lebhaft und sehr markirt
3. Ruhiges Tempo, mit zartem Ausdruck
4.

Lebhaft, sehr markirt.

Dia 14
Trio Barroco – Alexandre Ficarelli (oboé), Dimos Goudaroulis (violoncelo) e Sérgio de Carvalho (cravo)

 

Frase: Neste concerto serão apresentadas obras de Besozzi, Sammartini, Geminiani, Platti e Vivaldi.

RELEASE

O Trio Barroco com a formação instrumento solista, no caso o oboé, e continuo (cravo e violoncelo) é uma das formações mais comuns na música barroca.

A interação dos instrumentistas e proximidade do repertório barroco fez com que nascesse a vontade de mostrar ao público, peças de extrema delicadeza e beleza contrapondo a virtuosidade e estilo de cada um dos compositores escolhidos.

Os três instrumentistas têm um currículo vasto com experiências únicas e individuais que se completam e se misturam trazendo à tona um universo sonoro instigante. O resultado é uma viagem sonora multifacetada trazendo ao ouvinte sabores inusitados.

ALEXANDRE FICARELLI (oboé)  é professor de oboé do Departamento de Música da Universidade de São Paulo. Graduou-se na Alemanha, na Escola Superior de Música e Artes Dramáticas de Stuttgart na classe do Prof. Ingo Goritzki, posteriormente deu prosseguimento aos estudos concluindo o Mestrado em Performance na mesma instituição. Neste período foi bolsista da Fundação Vitae. Participou de diversas formações instrumentais entre elas: Deutsche Kammerakademie Neuss, Stuttgarter Kammerorchester,Bachakademie e Bach Collegium Stuttgart, com a Orquestra Sinfônica do Festival de Schleswig-Holstein e com a Orquestra Filarmônica de Ulm, como membro estável na temporada 1995/96.Desde setembro de 1996 ocupa o cargo de primeiro oboé da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. É membro do grupo contemporâneo – Camerata Aberta – Emesp. Paralelamente as atividades didáticas e orquestrais atua como camerista, sendo reconhecido como um dos mais destacados solistas no Brasil, levando ao público estréias de peças brasileiras e do repertório internacional.É um artista patrocinado pela Buffet-Crampon – Paris. 

DIMOS GOUDAROULIS (violoncelo) Violoncelista versátil e músico muito ativo, Dimos Goudaroulis se destaca por pertencer a uma nova geração de instrumentistas que transita brilhantemente por estilos musicais diferentes e se apresenta tanto com instrumentos modernos quanto com instrumentos de época. Convidado a participar de inúmeros concertos, turnês e gravações, colabora com importantes músicos e grupos de música erudita e popular no mundo. Nascido em 1970 na Grécia, estudou violoncelo em Thessalônica e depois em Paris, com Philippe Muller e Reine Flachot. Lá, começou a tocar jazz e música improvisada, explorando novas possibilidades e criando uma linguagem original para o violoncelo. Em 1996 mudou-se para o Brasil. Desde então, dedica-se à interpretação historicamente orientada da música antiga, pesquisando e divulgando o repertório violoncelístico do período barroco e clássico, trabalhando com importantes músicos e grupos especializados e tocando em grandes salas européias. Paralelamente se apresenta como solista com várias orquestras, toca música contemporânea e música brasileira. Em Setembro de 2003 recebeu o Prêmio Carlos Gomes de melhor solista; em 2008 lançou sua gravação das 3 primeiras Suítes para violoncelo solo de J.S.Bach, que ganhou o importante Prêmio Bravo-Prime de Cultura, como melhor cd de música erudita do ano; como membro da Camerata Aberta, grupo especializado em música contemporânea, recebeu em 2010 o Prêmio APCA. Ainda em 2010 gravou, junto com Nicolau de Figueiredo no cravo, o álbum duplo “o tenor perdido”, com a primeira gravação mundial de obras para violoncello piccolo de 4 cordas, trabalho elogiadíssimo pela crítica. Dimos Goudaroulis se apresenta regularmente em vários países da Europa, América latina, Estados Unidos e Canadá.  

 
SÉRGIO DE CARVALHO (cravo). Bacharelou-se em Música , modalidade: cravo, pelo Departamento de Música do Instituto de Artes da UNICAMP, graduando em 1992, na classe da Profa. Helena Jank. Desde então dedica-se também ao órgão de tubos, recebendo orientação de Elisa Freixo. De 1999 a 2004 aperfeiçoou-se com a renomada cravista Maria Lúcia Nogueira.  Participou do Festival de Verão da Academia Bach de Stuttgart e do Seminário de Música Antiga de Buenos Aires. Freqüentou diversos masterclasses, com o cravista Jacques Ogg, e com os organistas Jean-François Devillier, Ton van Eck, Julia Brown e Mario Videla. De 1992 a 1996, foi organista da Igreja da Paz e de 1996 a 2005 organista da Paróquia Santo Inácio de Loyola, ambas em São Paulo.  Foi cravista da Orquestra de Câmara da UNESP, em 1993, e de 1998 a 2001.Desde 2001 é cravista e organista convidado da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.  Em 2005 concluiu o mestrado em Comunicação pela ECA-USP, sob a orientação do prof. Dr. Celso Frederico. Foi professor de cravo e baixo-cifrado no curso de “Práticas da Música dos séculos XVII e XVIII” do Núcleo de Difusão Cultural do Departamento de Música da ECA-USP, de 2002 a 2006. Atualmente é pianista e professor no CORALUSP.

 

PROGRAMA

SONATAS ITALIANAS PARA OBOÉ E CONTINUO 

ALESSANDRO BESOZZI (1702 – 1793)
Sonata para oboé e continuo em Fá Maior
1. Allegro
2. Andante
3.

Allegro
GIUSEPPE SAMMARTINI  (C.1691-1750)
Sonata para oboé e continuo em Sol Maior
1. Andante
2. Allegro
3. Adagio
4.

Minuetto
FRANCESCO GEMINIANI (1687-1762)
Sonata para oboé e continuo em mi menor
1. Adagio
2. Allegro
3. Largo Vivace

GIOVANNI BENEDETTO PLATTI (C.1690-1763)
Sonata para oboé, violoncelo e continuo em Fá Maior
1. Adagio
2. Allegro
3.

Largo. Allegro
ANTONIO VIVALDI (1678-1741)
Sonata para oboé e continuo em sol menor ‘Il Pastor Fido” op. 13
1. Vivace -Fuga da Capella
2. Largo
3.

Allegro ma non presto

Dia 21
Trio Canzona – Marília Macedo (flauta doce), Luis Antonio Ramoska (fagote barroco e dulciana) e Stella Almeida (cravo)

 

Frase: Com instrumentos de época o grupo apresenta obras da renascença e do barroco.

RELEASE
Trio Canzona com Marília Macedo – Flauta doce, Luis Antonio Ramoska – Fagote barroco e dulciana e Stella Almeida – Cravo

 

Formado por músicos com larga experiência como cameristas e solistas, o trio surgiu a partir do seu trabalho nos grupos “Camerata Barroca”, “Concerto Affettuoso” e “Orquestra Barroca de São Paulo”. Os grupos mencionados, assim como o Trio, dedicam-se à tradição da música historicamente orientada. Utilizam cópias de instrumentos de época  – diversos exemplares de flauta doce, fagote barroco, dulciana (fagote renascentista) e cravo – e seu trabalho de pesquisa envolve o conhecimento de tratados dos séculos XVI, XVII e XVIII que se referem à  articulação, ornamentação e harmonia. Seus integrantes têm especialização em interpretação de Música Antiga, além de trabalhos paralelos com outras formações instrumentais que envolvem outros períodos da música erudita.

PROGRAMA

GIOVANNI PAOLO CIMA (ca.1570-ca.1622)

Sonata em sol
GIROLAMO FRESCOBALDI (1583-1643)

Canzona detta La Bernardinea
FRANCESCO MARIA VERACINI (1690-1768

Sonata em lá menor
JOHANN JACOB FROBERGER (1616-1667)

Suíte
M. CORRETTE (1709-1795)

Les Delices de la Solitude
G. PH. TELEMANN (1681-1767)

Sonata em fá menor
F. COUPERIN  (1668-1733)
Les Baricades Mistérieuses
La Berson

J. S. BACH (1685-1750)

Sonata em Fá Maior
A. VIVALDI (1678-1741)

Trio em lá menor

Dia 28
Aulustrio – Fábio Brucoli (violino), Mauro Brucoli (violoncelo) e Paulo Brucoli (piano)

 

Frase: Neste concerto uma rara oportunidade: o Trio n.º 2 de Glauco Velasquez; além de obras de Liszt e Michael Gnessin.

RELEASE

Aulustrio formado por Fábio Brucoli (violino), Mauro Brucoli (violoncelo) e Paulo Brucoli (piano) foi criado no ano de 2001.

Fábio Brucoli (violino)

Ganhou por duas vezes o concurso “Jovens Solistas OSESP”. Estudou com os professores alemães radicados no Brasil, Erich Lehninger e Uwe Kleber. Ganhador de bolsa de estudos pela Instituição VITAE, integrou-se na classe do Prof. Roman Nodel, na escola Superior de Música de Mannheim – Alemanha, onde concluiu o curso de “Kunstlerische Ausbildung”. Como solista atuou com algumas das principais Orquestras Brasileiras como OSESP, OSUSP, Orquestra Filarmônica de São Bernardo e Orquestra Solistas do Brasil na qual foi SPALLA nos anos de 1995 a 2002. Realizou gravações para emissoras de TV e de rádio “Rádio e TV Cultura de São Paulo”, “Rádio Eldorado” e “TV Globo”.

Como camerista foi premiado por duas vezes em 1995 e novamente em 1997 com o “Premio APCA”.

Mauro Brucoli (violoncelo) – Foi monitor de violoncelos da Orquestra Experimental de Repertório, primeiro violoncelo da Amazonas Filarmônica e Orquestra de Câmara São Paulo. Venceu os concursos Jovens Solistas da OER e da OSESP. Iniciou seus estudos de violoncelo com sua mãe a a violocncelista Maria Cecília Lombardi Brucoli e aperfeiçoando-se na classe do violoncelista Sigmund Kubala com quem obteve o seu diploma.

Recebeu bolsa de estudos da instituição VITAE para estudar com o professor Antônio Del Claro e posteriormente na Academia Nacional de Sófia, na Bulgária, concluindo o curso de Especialização em Violoncelo com o professor Anatoli Krâstev e o Curso de Música de Câmara na classe do compositor e pianista Victor Schuchukov.

Paulo Brucoli (piano) – Destaca-se como uns dos principais talentos da nova geração do Brasil em recitais de piano solo e música de câmera. É pianista da orquestra de tango “De Puro Guapos” com a qual participa de gravações e shows pelo Brasil e Argentina. Foi aluno de piano dos professores Homero Magalhães, Isabel Mourão, Antônio Bezzane e Diana Kacso. Fez cursos de interpretação com os professores Fernando Lopes, Flávio Varani David Witten e Serguei Dukachev.

Paralelamente ao estudo do piano conclui o seu bacharelado em contrabaixo pelo Instituto de Artes da UNESP, atuando também como contrabaixista nas principais orquestras sinfônicas da cidade de São Paulo.

PROGRAMA
GLAUCO VELÁSQUEZ (1884-1914)
Trio n.º 2
1. Allegro moderato
2. Scherzando
3. Lento
4.

Finale- Allegro (molto)Vivace
MICHAEL GNESSIN (1883-1957)
Trio op. 63 (dedicado à memória de nossas crianças perdidas
Andante sostenuto quase uma ballata

 

FRANZ LISZT (1811-1886)
Tristia – La vallée d’Obermann (versão para o Trio n.º 1 original do compositor)
 1. Lento assai
 2. Un poco più di moto ma sempre lento, Più mosso,Presto
 
3

. Lento, sempre animando sin’al fine
 Obs.: Um movimento dividido em três partes interligadas

Brincando com música
Sala Adoniran Barbosa

Quinta, 14h – Entrada franca

Dias 2, 9, 16 e 30

Release

A ORQUESTRA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, conjunto artístico do Theatro Municipal de São Paulo, e o Centro Cultural São Paulo apresentam a nova série de espetáculos didáticos “Brincando com Música”. Essa parceria de grande sucesso começou há alguns anos com as séries didáticas “Tá na Clave” e “Passaporte Cultural”.

“Brincando com Música”, conta com a participação dos Instrumentistas Monitores da OER, do Maestro Titular Jamil Maluf, além da fundamental atuação do ator cômico Fernando Paz.

É um espetáculo que passa conceitos de execução, instrumentação e regência musicais de forma muito divertida, buscando analogias com o dia a dia das pessoas, e colocando-as no centro da prática musical. É pensado para todo tipo de público, objetivando estimular o interesse das pessoas pela arte musical, além de contribuir para ampliar seu conhecimento de forma descontraída.

O agendamento para grupos de todas as idades e escolas das redes pública e privada pode ser feito pelo email: visitasccsp@prefeitura.sp.gov.br e informações pelo tel: 3397-4036. Há também ingressos gratuitos para o público em geral, que serão disponibilizados na bilheteria 1 hora antes do espetáculo.

Música Popular
Quinta na faixa

Sala Adoniran Barbosa – 19h

Entrada Franca

Dia 2
Sanfonias

O grupo alia sonoridades da tradição nordestina ao espírito urbano do chorinho.

Dia 9
Mario Lugó

O cantor e compositor paulistano lança seu primeiro disco, “desacelera”.

Dia 16
Ricardinho Paraíso

O Contrabaixista faz um dialogo de música brasileira moderna numa liguagem diferenciada e intuitiva

Dia 23
La Madre Del Borrego

Banda argentina (Cordoba) apresenta uma fusão latina com elementos da  cumbia argentina, do ska jamaicano, do rock platino, da  murga  carnavalesca, e  do  candombe  uruguaio. A toda  esta energia rítmica se soma também elementos do tango e  do  folclore  argentino.

Dia 30
Caviars Blues Band

Com muita energia e personalidade, o grupo interpreta clássicos do blues rock, do blues de Chicago e composições próprias .Um blues atual e moderno, dando uma nova roupagem para músicas de Otis Rush, Eric Clapton, Sonny Boy Willianson, Albert King, Albert Collins, Robben Ford e Rolling Stones.

Show ao meio dia

Sala Adoniran Barbosa – 12h30
Entrada Franca

Dia 3
Juliana Kehl

Um delicioso híbrido de MPB tradicional e Pop que prendem pela delicadeza de sua voz, em levadas grooves somadas a elementos eletrônicos.
Dia 10
Renato Consorte Grupo
      

 
O guitarrista, compositor e produtor musical, apresenta seu novo trabalho, “Contos Melódicos, Ritmos Poéticos”

 

Dia 17
Ione Papas
A cantora faz uma roda de samba onde os principais ritmos são Samba de Roda da Bahia e Ijexá, ritmo tocado e cantado pelos blocos afros do carnaval baiana.

 

Dia 24
Guilhermoso Wild Chicken
O frango selvagem do Rock ‘n’ Roll
Shows

Sextas e sábados às 19h, domingos às 18h
Sala Adoniran Barbosa

Dia 3
Elio Camalle
Lançamento do CD/DVD “Receita”, com influências do country e do blues.

Dia 4
Apanhador Só

A celebrada banda de Porto Alegre apresenta as canções deu seu álbum de estreia homônimo, considerado um dos melhores de 2010, além de composições inéditas, como “Na Ponta dos Pés” e “Torcicolo”.

Dia 5
Elo da Corrente + Lourdez da Luz

Duas das atrações  mais representativas do hip hop nacional,   mostram o porquê de tamanho prestígio.

Dia 10 – Sarau Astronômico – Tambores
Wadaiko Sho

Em parceria com o Planetário, o CCSP apresenta mais uma edição do Sarau Astronômico com o grupo Wadaiko Sho, especializado na arte dos tambores japoneses em – o Taiko – num espetáculo que mescla ritmos e coreografias.

Dia 11 (19h) e Dia 12 (18h)
Rogério Sky Lab n.º 10

Show de lançamento do cd Skylab X, ‘ o último suspiro de um cadáver’

Dia 17

Mostro
Banda vinda dos Andes Chileno faz pop bizarro e retorcido de forte personalidade, caracterizado por um interessante trabalho rítmico recheado de quebras e lapidado intuitivamente pelo Jazz, hardocore e samba.

Dia 18
Konk Pak

Resultado do encontro de três expoentes da improvisação livre na Europa, o grupo tem quase 15 anos de estrada e se notabilizou pela combinação da bateria com recursos eletrônicos.

 

Dia 19
Kevin Drum

Com laptops, sintetizadores analógicos e experimentos na guitarra o norte americano Kevin Drumm faz uma apresentação de música improvisada ao lado do brasileiro Carlos Issa e seu projeto Objeto Amarelo.
Dia 24 e 25

Edy Star

Comemoração dos quarenta anos do cultuado disco “Sessão das Dez” com Edy Star, Raul Seixas, Miriam Batucada e Sérgio Sampaio
Dia 26

Test / O Inimigo

 

Figuras conhecidas e referenciais da música extrema do underground nacional, o baterista Barata (D.E.R.) e o guitarrista e vocalista João Kombi (Are You God?), desde 2010 formam o duo Test, que em pouco menos de um ano espalhou pelo país seu death metal old school com grindcore por meio de uma demo e um EP.  O Inimigo, banda punk rock paulistana formada em 2002 com influência de bandas da Dischord e SST e que conta com integrantes e ex membros de bandas como Ratos de Porão, Againe, RHD, Kangaroos in Tilt e CPM22.

Especial  –  SARAU ASTRONÔMICO

O prof. Dr. Walmir Thomazi Cardoso fará uma apresentação introdutória acerca das bases da cultura tradicional japonesa logo após a abertura do grupo de instrumentos musicais japoneses Sho de Taikô, na seqüência haverá a exposição de tópicos diferenciais desse povo vistos no céu, na forma de constelações ou como mitos da cosmogonia antiga. Após as primeiras histórias, entra em cena um grupo de praticantes de Kenjutsu, arte Samurai ensinada no Brasil pelo Instituto Niten que representa a 12a geração de aprendizes de Miyamoto Musashi, o mais famoso dos Samurais. Walmir retoma as descrições míticas que precedem declamações de Haikai (Haiku). Finalmente o “narrador” apresenta mais um mito celeste tradicional japonês e abre espaço para uma apresentação mais performática e completa do grupo de instrumentos japoneses que encerram o Sarau.

Dia 10 – Sarau Astronômico – Tambores
Wadaiko Sho
Em parceria com o Planetário, o CCSP apresenta mais uma edição do Sarau Astronômico com o grupo Wadaiko Sho, especializado na arte dos tambores japoneses em – o Taiko – num espetáculo que mescla ritmos e coreografia.

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