Contemporaneidade na AM Galeria Horizonte

A AM Galeria Horizonte abre a mostra coletiva Contemporaneidade exibindo obras de artistas que trabalham com linguagens próprias na Arte Contemporânea, questionando a relação do homem com o tempo e o espaço e levantando uma série de reflexões acerca das constantes transformações ao nosso redor e às quais nos submetemos. Para essa exposição, com curadoria de Ângela Martins, foram selecionados trabalhos de nove artistas, que produzem em suportes variados, de telas a objetos tridimensionais.
Abertura 15 de junho.

Exposição: ContemporaneidadeAdriana Rocha, Amilcar de Castro, Dan Fialdini, Farnese de Andrade, Jorge dos Anjos, José Bento, Leonora Weissmann, Marcos Coelho Benjamin e Nelson Screnci

Curadoria:  Ângela Martins
Local: AM Galeria Horizonte
Rua Estados Unidos, 273
Jardim Paulista – Tel.: (11) 3044-1057
Período: 15 de junho a 09 de agosto de 2011
Horário: 2a a 6a feira, das 10h às 19h, sábado, das 10h às 13h
No. de obras: 60
Técnica: pintura, tela, escultura
Dimensão: 12 x 24cm a 150 x 210cm
Preço: R$ 1.700,00 a R$ 140.000,00 

A AM Galeria Horizonte abre a mostra coletiva Contemporaneidade, com curadoria de Ângela Martins. A exposição conta com obras de artistas que trabalham com linguagens atuais, em variados suportes, que vão das telas aos objetos tridimensionais.

Participam da mostra tanto com artistas já consagrados, como Amílcar de Castro, um dos fundadores do Neoconcretismo, quanto novos expoentes do gênero, caso de Leonora Weissmann. No quesito conceito, apesar de dividirem linguagens de um mesmo universo artístico, as obras exibidas em Contemporaneidade tem inspirações diversas, indo das paisagens fartamente arborizadas de Nelson Screnci às representações de espaços e imensidões de Adriana Rocha

Também fazem parte da exposição trabalhos de Dan Fialdini, Farnese de Andrade, Jorge dos Anjos, José Bento e Marcos Coelho Benjamin. À exceção do baiano José Bento, todos os artistas de Contemporaneidade são mineiros e paulistas.

A Arte Contemporânea não é algo a ser simplesmente observado e contemplado. Ela desperta sensações de estranhamento, questionamentos, reflexões; analisa nossa complexa relação com o tempo e o espaço e as constantes mudanças às quais nos submetemos a cada inspiração e expiração.

Os suportes utilizados na Arte Contemporânea podem ser dos mais tecnológicos aos mais tradicionais. O que importa verdadeiramente é a transmissão de um pensamento e a qualidade da ideia que se quer transmitir. É nisso que se baseia a exposição Contemporaneidade.

Os Artistas 

Adriana Rocha

Pintora, desenhista, artista gráfica, cenógrafa, arte-educadora, formou-se pela Faculdade de Artes Plásticas da FAAP em 1980. Em 1981 complementa estudos de desenho e aquarela na Académie de la Grande Chaumière, em Paris, França. No ano seguinte estuda desenho com Carlos Fajardo. Participou de diversas exposições, entre as principais o 2º Salão Pirelli de Arte Jovem, no Masp, e a 4ª Bienal Internacional de Havana, Cuba, em 1991.

Amilcar de Castro

O mineiro Amilcar de Castro foi um dos fundadores do Neoconcretismo, movimento que renovou a arte brasileira nos anos 1960. É considerado pela crítica como um dos maiores nomes da arte brasileira de todos os tempos. Inventor de um método simples e revolucionário de realizar esculturas, denominado “corte e dobra”, Amilcar de Castro foi também um profícuo designer gráfico, desenhista e gravador.

Dan Fialdini

Formado em Desenho Livre pela FAAP. Em 1970 se torna assistente da diretoria do Masp, onde dois anos depois assume a curadoria e montagem. Em 1983 começa a criar esculturas em madeira e em 1986 esculturas em granito, mármore e outras pedras. Em 1988 participa da mostra “A Escultura no Brasil” – Sesc Pompeia. No início da década de 1990 deixa o Museu de Artes de São Paulo e passa a se dedicar somente às esculturas. Participou de diversas coletivas ao redor do mundo e em 2008 lança seu primeiro livro, “Arte na Pedra”.

Farnese de Andrade

Pintor, escultor, desenhista, gravador, ilustrador, muda-se em 1942 para Belo Horizonte, onde estuda desenho com Guignard na Escola do Parque. Em 1950 trabalha como ilustrador para o Suplemento Literário do Diário de Notícias, Correio da Manhã, o Jornal de Letras e para as revistas Rio Magazine, Sombra, O Cruzeiro, Revista Branca e Manchete. Em 1959 se aperfeiçoa em gravura em metal, com orientações de Johnny Friedlaender.

Jorge dos Anjos

Jorge dos Anjos é artista plástico, com especialização em pintura, gravura e escultura. Desde 1978 participa de exposições individuais e coletivas no Brasil e exterior, além de colaborar com vários festivais culturais de arte negra espalhados pelo País. Suas criações já foram apresentadas em galerias em diversas partes do Brasil e também no exterior, em países como Portugal, EUA, Alemanha, França, Angola, Moçambique e Paraguai.

José Bento

Escultor autodidata, transfere-se em 1966 com a família para Belo Horizonte. Cria entre 1981 e 1988 uma série de cenas e ambientes em miniatura com palitos de picolé. Em 1989 expõe parte dessas peças no Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Passa a produzir esculturas com troncos tombados naturalmente, que recolhe na região da Mata Atlântica entre Minas e Espírito Santo. A partir de 2000 trabalha também com vidro, espelho e granito. Em 2004 exibe suas esculturas no Museu de Arte da Pampulha, BH.

Leonora Weissmann

Leonora Weissmann nasceu em Belo Horizonte em 1982. Possui formação acadêmica em Pintura e Gravura pela Escola de Belas Artes da UFMG, onde atualmente cursa pós-graduação. Atua profissionalmente como artista plástica e cantora. Já participou de diversas exposições coletivas e individuais, nacionais e internacionais. Dentre as premiações que recebeu, destaca-se a última, concedida pela Fiat Mostra Brasil 2007, com exposição paralela à Bienal de São Paulo.

Marcos Coelho Benjamin

Escultor, pintor, cartunista, designer gráfico, ilustrador, desenhista e cenógrafo, parte, em 1969, para Belo Horizonte. Começou de forma autodidata a desenhar quadrinhos. Em 1977, já em Belo Horizonte, produziu uma série de brinquedos de materiais reciclados e orgânicos. A partir de 1979 passou a dedicar-se à criação de objetos tridimensionais e instalações. Em 1989 iniciou a fase de produção de obras em grandes escalas e dimensões.

Nelson Screnci

Nelson Screnci é artista plástico e professor de Artes Visuais e de História da Arte. Em 1983 recebeu o Prêmio Pirelli-Masp. Desde então, participa ativamente do circuito cultural realizando palestras, cursos, artigos e exposições pelo Brasil. Seu trabalho integra o acervo de importantes museus nacionais e internacionais, além de servir de referência em diversas publicações culturais mundo afora.

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