Florian Raiss – Desenhos recentes

Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria abre exposição individual Florian Raiss – Desenhos Recentes, trazendo treze desenhos produzidos em 2011 com grafite sobre papel, explorando as possibilidades expressivas do material. A mostra, com curadoria de Mônica Filgueiras, conta ainda com oito pratos de cerâmica baixo esmalte. Tanto nos desenhos quanto nos pratos aparecem reinterpretações de temáticas do universo de Florian, tendo o mar como ponto de partida. Abertura: 09 de novembro.

Exposição  Florian Raiss – Desenhos Recentes
Curadoria:  Mônica Filgueiras
Abertura:  09 de novembro, quarta-feira, às 19h
Período:  10 de novembro a 07 de dezembro de 2011
Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria
Rua Bela Cintra, 1533
Jardins
São Paulo 
Tel.: (11) 3082-5292
Horário:  segunda a sexta das 10h às 19h, sábado das 10h30 às 15h
Nº de obras:  21
Técnica:  grafite sobre papel e cerâmica baixo esmalte
Dimensão:   44cm (diâmetro) a 100 x 70cm
Preço:   R$ 1.800,00 a R$ 6.000,00

Centro Cultural São Paulo – Novembro 2011

Centro Cultural São Paulo – CCSP – Programação de Música – Novembro de 2011

Curadoria de Música

Música Clássica
 
Clássicos do Domingo
Domingo, 11h30
Sala Jardel Filho
Entrada Franca

Dia 06
Baccarelli Coral da Gente Juvenil – Com Adriano Conto (piano) – Regência Gisele Cruz
Frase:
Com grandes clássicos da música erudita e da música popular brasileira, coral se apresenta sob regência de Gisele Cruz e acompanhamento do pianista Adriano Contó.

Desenvolvido desde 2000, o Coral da Gente é a porta de entrada para crianças e adolescentes da comunidade de Heliópolis no Instituto Baccarelli.
O projeto promove o ensino de canto coral e suas atividades representam uma introdução ao universo da música.
As aulas de técnica vocal, postura, respiração, percepção musical e expressão cênica são ministradas por profissionais conceituados e pedagogicamente preparados para trabalharem o aprendizado musical e o desenvolvimento pessoal e social dos alunos.
Desde o seu início, o programa conta com o patrocínio da Volkswagen do Brasil e, atualmente, também tem parceria com outra instituição do grupo, o Banco Volkswagen.
Com um repertório diversificado, o Coral da Gente realiza constantes apresentações em importantes espaços culturais de São Paulo, entre os quais se destacam: Sala São Paulo, Teatro Alfa, Teatro Municipal de São Paulo, Obelisco do Ibirapuera, Estádio do Morumbi, Mosteiro de São Bento, Páteo do Colégio e Catedral da Sé.

PROGRAMA
Victor C. Johnson 
Deo dicamus gratias 
Silvio Baccarelli 
Panis angelicus
Giuseppe Pitoni
Cantate Dominum
Steven Burnett
Jubilate Deo
J. Arcadelt
Ave Maria
Negro Spiritual – Arr-Noble Cain
Deep River
L. V. Beethoven
Joyful, Joyful
R. Vaughan Williams
A song of the New Age
Gabriel Fauré
Cantique de Jean Racine
Caetano Veloso – Arr. André Vidal
Luz do sol
Flavio Venturini/Murilo Antunes – Arr. Alexandre Zilahi
Nascente
Flávio Venturini
Todo azul do mar
Gilberto Gil – Arr. André Protasio
Mulher de Coronel
Tobias Barreto/Caio Senna
Namoro não é crime
Chico Buarque – Arr. Liduino Pitombeira
Acalanto
Dorival Caymi – Arr. Marcos Leite
Vatapá
Dori Caymmi/Nelson Motta – Arr. Walter Junior
Cantador
M. White/Al mc Kay e A. Willis – Arr. Mark Brimer
September

Dia 13
Piano a 4 mãos com Bruno Felix e Lucas Gonçalves
Frase:
Em perfeito entrosamento, jovens talentos apresentam obras de Mignone, Brahms, Ronaldo Miranda, entre outros.
RELEASE
Bruno Felix
Natural de Santos e radicado em Cubatão, cidades litorâneas do estado de São Paulo, começou a estudar piano erudito aos 7 anos de idade no Conservatório Municipal “Ivanildo Rebouças da Silva” (atual Escola Técnica de Música e Dança “Ivanildo Rebouças da Silva”), onde teve aulas com Josvâine Pontes Diniz Santos e concluiu o curso técnico de música com Ana Lucia Passarelli de Souza. Cursou alguns meses de piano erudito na ULM (atual EMESP) em São Paulo, capital, com o professor Daniel Matos. Já se apresentou no Chile, na cidade de Melipilla e atuou como correpetidor em diversos corais pela Baixada Santista. Atualmente cursa piano erudito na Faculdade Cantareira com Daniel Matos. É integrante do Coral Municipal de Cubatão “Zanzalá”. Suas pretensões profissionais destinam-se à elaboração de recitais seja como solista ou camerista, participação em concursos de música pelo Brasil e exterior.

Lucas Gonçalves
O jovem pianista Lucas Gonçalves, de Cubatão-SP, formado na Escola Técnica de Música e Dança ‘’Ivanildo Rebouças da Silva’’, participou de diversos concursos nacionais de piano conquistando diversos prêmios: Concurso Maestro Rodrigo Tavares (3 primeiros lugares), Concurso Maestro Souza Lima (primeiro lugar), Concurso ArtLivre (primeiro lugar) e Concurso Professora Edna Basseth (segundo lugar). Participou também de importantes festivais de música: Festival de Música nas Montanhas/Poços de Caldas-MG (2008-2009) e Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão (2010 e 2011).  Já se apresentou no MuBE (São Paulo), no Teatro Coliseu (Santos) e no Teatro Guarany (Santos). Atualmente, é pianista da Banda Marcial de Cubatão e cursa o primeiro ano de bacharelado em piano na ECA – USP sob orientação do grande pianista Eduardo Monteiro. 

PROGRAMA
Parte 1 – Bruno Felix (solo)
Debussy
Prelúdio da “Suíte Bergamasque”
Guarnieri
“Ponteio n°49”
Ginastera
“Danzas Argentinas”
Chopin
“Scherzo 3”
Beethoven
“Sonata op.2 nº 3” – primeiro movimento

Bruno Felix e Lucas Santos Gonçalves:

Francisco Mignone – “Congada”
Dvořák – “Dança Eslava n°10”
Ronaldo Miranda – “Tango”
Brahms – “16 valsas, op.39”

Dia 20
Savino de Benedictis pelo Coral Infantil da Escola de Música de São Paulo– Regência  Prof. Rosana Civile – 1º PARTE
Frase: Concerto que destaca a produção musical do compositor ítalo-brasileiro, o criador do método de solfejo Bona.

RELEASE
SAVINO DE BENEDICTIS PELA ESCOLA DE MÚSICA DE SÃO PAULO
No dia 20 de novembro de 2011, às 11h30, na série Clássicos do Domingo, a Sala Adoniran Barbosa do Centro Cultural São Paulo recebe alunos da Escola de Música de São Paulo (antiga Escola Municipal de Música) para uma apresentação de obras de Savino De Benedictis, professor e compositor ítalo-brasileiro.
Com uma carreira de atuação bem variada dentro da atividade musical, Savino De Benedictis foi personalidade de destaque desde muito jovem. Começou a carreira como flautista, mas especializou-se como professor de matérias teóricas, das quais escreveu diversos livros adotados em escolas de todo o Brasil. Teve grande destaque na organização do movimento sindical da cidade, fundando em 1913 o Centro Musical de São Paulo. Esta entidade mantinha orquestra própria, incorporada em 1949 pelo município e se tornou a Orquestra Sinfônica Municipal do Teatro Municipal de São Paulo.
Como compositor, escreveu mais de cem peças, entre as quais o grandioso Centenário, para orquestra, banda e corais, que inaugurou o Monumento do Ipiranga em 1922, centenário da Independência do Brasil, e em 1940 inaugurou também o Estádio do Pacaembu.
A apresentação dos alunos da Escola de Música de São Paulo é panorama alentado de sua criação musical, com peças compostas desde 1914 até 1969. São obras pianísticas, corais, canto e piano, câmara e orquestra. O recital é fechado com La Girouette, para orquestra de cordas, última obra composta por ele, aos 86 anos.

PROGRAMA
Obras para canto de Savino de Benedectis – primeira parte

Dia 27
Savino de Benedictis pelo Coral Infantil da Escola de Música de São Paulo– Regência  Prof. Rosana Civile – 2ª PARTE
Frase: Concerto que destaca a produção musical do compositor ítalo-brasileiro, o criador do método de solfejo Bona.

RELEASE
SAVINO DE BENEDICTIS PELA ESCOLA DE MÚSICA DE SÃO PAULO
No dia 20 de novembro de 2011, às 11h30, na série Clássicos do Domingo, a Sala Adoniran Barbosa do Centro Cultural São Paulo recebe alunos da Escola de Música de São Paulo (antiga Escola Municipal de Música) para uma apresentação de obras de Savino De Benedictis, professor e compositor ítalo-brasileiro.
Com uma carreira de atuação bem variada dentro da atividade musical, Savino De Benedictis foi personalidade de destaque desde muito jovem. Começou a carreira como flautista, mas especializou-se como professor de matérias teóricas, das quais escreveu diversos livros adotados em escolas de todo o Brasil. Teve grande destaque na organização do movimento sindical da cidade, fundando em 1913 o Centro Musical de São Paulo. Esta entidade mantinha orquestra própria, incorporada em 1949 pelo município e se tornou a Orquestra Sinfônica Municipal do Teatro Municipal de São Paulo.
Como compositor, escreveu mais de cem peças, entre as quais o grandioso Centenário, para orquestra, banda e corais, que inaugurou o Monumento do Ipiranga em 1922, centenário da Independência do Brasil, e em 1940 inaugurou também o Estádio do Pacaembu.
A apresentação dos alunos da Escola de Música de São Paulo é panorama alentado de sua criação musical, com peças compostas desde 1914 até 1969. São obras pianísticas, corais, canto e piano, câmara e orquestra. O recital é fechado com La Girouette, para orquestra de cordas, última obra composta por ele, aos 86 anos.
PROGRAMA
Obras para canto de Savino de Benedectis – segunda parte

Dia 04 de dezembro
Polyphonia Ensemble Berlin
Com: Martin Kögel (Oboé), NN (Clarinete), Jörg Petersen (Fagote), Johannes Watzel (Violino), Henry Pieper (Viola) e Thomas Rößeler (Violoncelo).

Frase: Pela primeira vez no Brasil, o grupo alemão apresenta obras de compositores consagrados.

PROGRAMA

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Quartett F-Dur KV 370
für Oboe, Violine, Viola und Violoncello
Allegro
Adagio
Rondeau. Allegro

Franz Schubert (1797-1828)
Trio B-Dur D. 581
für Violine, Viola und Violoncello
Allegro moderato
Andante
Menuetto. Allegretto
Rondo. Allegretto

Jean Françaix (1912-1997)
Divertissement
für Oboe, Klarinette und Fagott
Prélude
Allegretto assai
Elégie
Scherzo

Gustav Holst (1874-1934)
Sextett e-moll
für Oboe, Klarinette, Fagott, Violine, Viola und Violoncello
Moderato
Scherzo. Allegro vivace
Adagio
Thema. Allegretto

Concerto ao meio dia
Terça-feira, 12h30
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca

Dia 01

Rogério Tutti – piano
Frase: Jovem talento do teclado nacional apresenta as quatro Baladas de Chopin, além de obras de Villa-Lobos e Stravinski.

RELEASE
Rogerio Tutti, já apresenta uma carreira de grande destaque internacional. Em inúmeras oportunidades, o pianista já se apresentou em diversas salas dos Rússia, Cuba, Chile, Portugal e Brasil. Mais recentemente em novembro de 2010, Rogerio realizou uma turnê nos Estados Unidos com apresentações que incluíram nas cidades de Nova York, Boston, Norwell, Baton Rudge. Nesta turnê foi realizada a estréia mundial da Sonatina no. 2 de Douglas Tonwsend na Columbia University em Nova York.
Seu primeiro DVD entitulado “Concerto de Piano” que contém obras de Beethoven, Chopin, Liszt e Villa-Lobos já  foi exibido em emissoras do Brasil e em mais de 40 paises incluindo Irlanda, Alemanha, França, Suécia, Noruega, Austrália, Nova Zelândia, Emirados Árabes, Estados Unidos e outros.
Concluiu seu Graduate Diploma em Piano Performance no New England Conservatory com o pianista Gabriel Chodos onde cursou Interpretação Musical com o diretor da Boston Philarmonic o maestro Benjamin Zander e música de câmara com o violinista Nicolas Kitchen e a violista May Motobucsh do Quarteto de Cordas Barromeu.  Rogerio foi também bolsista na Escola Nacional de Artes de Havana, onde estudou piano com a pianista Teresita Junco. Conquistou o título de Mestre em Piano Performance pela University of North Dakota nos Estados Unidos com o pianista Sérgio Gallo. Estudou também com Fernando Paluan,  Rosa Maria Tolón, Luis de Moura Castro em Hartford (EUA) e Antonio Bezzan em São Paulo.      
Dentre os prêmios conquistados, destacam-se: 1o. lugar no Concurso “MTNA – North Dakota” nos Estados Unidos; 1 o. lugar no Concurso “Artlivre” em São Paulo; 3o. lugar no Concurso Internacional “Cláudio Arrau” em Quilpue, no Chile; Prêmio de Melhor Intérprete da Música Latino Americana em “Amadeo Roldan” em Havana, Cuba;
Rogerio também é diretor artístico da série “Villa-Lobos in America”. Série iniciada em 2010 nas cidades de Nova York e Boston  que conta com o apoio da Embaixada Brasileira dos Estados Unidos e Steinway Hall New York.
Atualmente é professor de piano da Escola de Musica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, diretor artístico do projeto social da Escola de Musica de Maçaiba e doutorando em músicologia pela Universidade de São Paulo sob orientação de Eduardo Monteiro.

PROGRAMA
F. CHOPIN (1810-1849)
4 Balada
Balada no. 1 op. 23
Balada no. 2 op. 38 
Balada no. 3 op. 47
Balada no. 4 op. 52. 
HEITOR VILLA-LOBOS (1887-1959)
Alma Brasileira
IGOR STRAVINSKI (1882-1971)
Trois Mouvements de Petrouchka
1. Danse russe
2. Chez Petrouchka
3. La semaine grasse

Dia 08
Dúo Orellana & Orlandini
– Duo de violão
FRASE: Uma reunião de músicas de compositores latinoamericanos compõe este programa executado por dois dos mais renomados violonistas chilenos.

RELEASE
Dúo Orellana & Orlandini – Duo de violão
Formado pelos músicos chilenos Romilio Orellan e Luis Orlandini, violonistas de música clássica, o Duo desenvolve um projeto de circulação de concertos que enfocam em seus repertórios a produção musical latinoamericana e em especial a música chilena. Individualmente os músicos do grupo atuam também como solistas de orquestras.
Desde 2005 realizam o projeto denominado “Dos Guitarras para el Bicentenario” com gravações e intercâmbio com os países irmãos do bicentenário: Argentina, Colômbia e México. Em 2008 como contribuição à valiosa difusão da criação musical chilena e latinoamericana para duo de violões editaram seu primeiro CD pelo Selo SVR-Chile.
Esta apresentação no Brasil se deve graças ao apoio da Direção de Assuntos Culturais do Ministério das Relações Exteriores do Chile e está inserida em um circuito cultural que contempla recitais em outros países, entre os quais Bolívia, Equador, Perú, Argentina e Estados Unidos da América.
Romilio Orellan e Luis Orlandini são professores das mais prestigiosas universidades chilenas, entre elas a Universidad de Chile, Universidad Mayor y Universidad Católica de Chile.

Críticas:
 “… En ese momento fuimos testigos de cómo dos músicos pueden llegar a sentir y transmitir total placer al hacer música, cuando logran afiatarse como corresponde y transmiten su musicalidad y talento al público…exhibieron con mucha elegancia un derroche técnico y estilístico lleno de contrastes dinámicos. La inmensa ovación que les brindó el público solo hizo justicia a un desempeño notable desde todo punto de vista.”
(Gilberto Ponce, Diario El Mercurio. Santiago-Chile, Enero 2005)

PROGRAMA

OSCAR OHLSEN (Chile, 1944)  
Suite sobre Aires Chilenos (2007) 
Impresiones sobre una canción de Luis Advis
Vamos a Belén, pastores (villancico de Chiloé)
La Malaheña (Canción de Chiloé)
La Palomita
JAVIER FARÍAS (Chile, 1973)   
Trastocada (2007)
JUAN ANTONIO SÁNCHEZ (Chile, 1965)  
Rin del Adiós y Sirilla del Nuevo Día (2010)
RADAMES GNATALLI (Brasil, 1906-1988)
Anacleto de Medeiros (Schottisch)
Chiquinha Gonzaga (Corta Jaca) (De Suite Retratos, 1956)

II PARTE

JUAN ANTONIO SÁNCHEZ (Chile, 1965) 
Cuatro Caminos (2007)
Norte / Sur / Este / Oeste
ASTOR PIAZZOLLA(Argentina, 1921 – 1992)   
Tango Suite (1984)
Allegro / Andante / Allegro

Dia 15
“Que Esse Mundo Vai Virar…” – aos encontros entre arranjadores e o canto coral
Com: Dênia Campos (soprano), Ana Sampaio(soprano), Mara Campos(meio-soprano), Kátia Rocha(contralto), José Palomares(tenor), Fernando Grecco(tenor), Maurício Martinazzo(barítono) e Jan Szot (baixo)

Frase: O grupo presta uma homenagem ao canto coral brasileiro.
RELEASE
O canto coral brasileiro, por sua natureza, trajetória e prática agregadora, vem desbravando um caminho cada vez mais identificado com o cancioneiro popular. Seu leal parceiro de jornada? O Arranjador – uma espécie de alquimista – aquele que respira a obra original para exalar e promover a transformação, a possibilidade. Transmutação, não em busca do que reluz como o ouro, mas do que revela, transpira e traduz ao ouvido anônimo a vertigem compartilhada da criação. Co-autor ou co-criador talvez, pois empresta à criatura um outro, o seu e mais fôlego, vibração, colorido e significado.
Sem esquecermos da indiscutível e expressiva genialidade de compositores que nos ofereceram e nos renderam através de suas muitas, tantas canções, dedicamos este concerto aos multiplicadores de idéias, linhas, vozes, órbitas, emoções.
Os textos das obras escolhidas para este repertório complementam-se, fundem-se num profundo desejo de resgate, de promessa, de esperança ainda que diante de nossa inevitável condição humana. Canções para despertar as palavras e os homens.

RELEASE
Mara Campos (direção musical e meio-soprano)
Em sua formação recebeu a orientação das educadoras Adriana Ribeiro e Maria Luiza Carvalho, dos Maestros Benito Juarez, Hugg Ross, Henrique Gregori e J. E. Gardiner, dos Professores Beth Pinheiro, Osvaldo Lacerda e Damiano Cozzella e dos cantores Lúcia Passos e Fernando Carvalhaes.
Desde 1978 atua como Regente coral, formando e dirigindo inúmeros conjuntos como o CORALUSP, o Coral da Aliança Francesa de São Paulo, o Coral da Escola de Belas Artes do Paraná, o Coral do Portal, o Grupo Som-A-Pino, o Coral Paulistano do Theatro Municipal de São Paulo, os Corais Infantil e Juvenil da Escola Municipal de Música, a Oficina de Canto Coral do Centro Cultural São Paulo e os Coros Infantis do projeto de coro cênico desenvolvido pelo Grupo “Canto em Movimento” junto ao SESI/SP.
De 1982 a 1989 integrou o Projeto Villa-Lobos de Canto Coral – INM/FUNARTE e entre 1982 e 2011 foi Professora de regência e canto coral em 20 edições da Oficina de Música de Curitiba/PR. Entre 1987 e 2003 atuou como Regente convidada dos coros ingleses BBC Singers, New College e The Sixteen, do grupo Vox Brasiliensis, da instalação coral Concerto Concreto em temporada na Bienal “A Trama do Gosto” e da gravação do CD Villa-Lobos em Paris. Fez a criação e direção musical dos espetáculos ZAP – O Resumo da Ópera (1999 e 2002), Coro dos Contrários – 22 em 2002 (2002 e 2006) e Ragnarock (2010). Entre 1987 e 2000 criou e coordenou os Festivais de Coros da Aliança Francesa, da Igreja São Francisco, do Grupo Pão de Açúcar e do Theatro Municipal de São Paulo – Encontro de Coros Camago Guarnieri nas edições de 2007 e 2008.
À convite das Orquestras Oficina de Cordas de Campinas/SP, Orquestras Sinfônica Municipal e Experimental de Repertório dirigiu as óperas “Orfeu” de C. Monteverdi e “Os Peregrinos de Meca” de C. W. Gluck, a “Cantata Acadêmica” de B. Britten, “Retratos” de R. Gnattali e “Postais Paulistanos” de Villani-Côrtes entre outras obras.

Ana Sampaio (soprano)
Ana Sampaio estudou canto lírico no Conservatório Musical do Brooklin em 1993, e canto popular na Escola Canto do Brasil em 2005 e 2006 com as professoras Regina Machado e Solange Sá. Atualmente estuda canto com Fernando Grecco e interpretação na Escola de Teatro Célia Helena. Participou de inúmeros corais e grupos vocais, dentre os quais se destacam: Trovadores Urbanos, Coral Unifesp, Madrigal Arcadelt e Zíper na Boca. Em 2010 integrou o elenco do musical Ragnarock, realizado pela Cia. Ópera do Mendigo.

Jan Szot (baixo)
Jan Szot nasceu e iniciou seus estudos em Ribeirão Pires, onde formou-se em piano, flauta doce e regência. Seus estudos de canto foram iniciados em 1989 na Universidade Marie Curie na cidade de Lublin na Polônia. No Brasil, estudou com Ilda Sergl e Adélia Issa na Universidade livre de música, Thomas Salbó na Faculdade Santa Marcelina e o Prof. Maurício Martinazzo.

Denia Campos (soprano)
Iniciou seus estudos de canto aos 16 anos no Centro Cultural Gustav Rither em Goiânia, onde posteriormente cursou a Universidade Federal de Goiás tendo recebido a orientação da professora Maria Bartira Bilego de Moraes. Integrou o Coral Paulistano do Teatro Municipal de São Paulo de 1998 a 2011, participando como solista junto ao coro, Orquestra Sinfônica Municipal e Orquestra Experimental de Repertório em montagens das obras Carmina Burana de Carl Orff, Missa emDó Maior de L. Beethoven, Magnificat de J. S. Bach, Te Deum de M. Charpentier e Litanie de W. A. Mozart. Realizou as primeiras audições no Brasil das óperas Il Mondo de la Luna de J. Haydn e O Grande Macabro de G. Ligeti.
Em2005 participou da montagem da ópera Candide de L. Bernstein no papel dePaquette, em 2006 foi o primeiro gênio da montagem da ópera  A Flauta Mágica de W. A. Mozart e de 2008 a 2010 fez o papel de Amahl na ópera Amahl e os Visitantes da Noite de G. Menotti, dentro da programação realizada pelo Teatro Municipal de São Paulo. Atualmente recebe orientação do professor Juvenal de Moura.

Maurício Martinazzo (barítono)
Jundiaiense teve sua formação musical em piano e canto no Conservatório Musical de Jundiaí. Aperfeiçoou-se posteriormente com Nayr Effemberger Guelli (Escola Pianística Olga Rizzardo Normanha) e com Leilah Farah (técnica vocal).
Desenvolve intensa atividade pedagógica na área do canto erudito com enfoque na pesquisa relacionada à voz humana – estilo e repertório. É fundador do Madrigal “Cantabilis”, formado por cantores de sua Escola Particular de Música. Atualmente é preparador vocal, solista e coralista deste grupo, atuando também como professor de técnica vocal e pianista co-repetidor.

Fernando Grecco (tenor)
Jornalista e regente formado ECA-USP estudou canto com Caio Ferraz. Dentre seus trabalhos como solista vocal destacam-se: A Ressurreição, de Schütz; a Missa do Orfanato, de Mozart; As Sete Palavras de Cristo, de C. Frank; no Réquiem, do padre José Maurício. Em ópera, participou de Orfeu, de Monteverdi, O Rei Arthur, de Purcell; Acis e Galatea, de Haendel; As Bodas de Fígaro, de Mozart; e Salomé, de R. Strauss. Paralelamente, Fernando Grecco desenvolve atividade como diretor de cena, tendo realizado as montagens de Ácis e Galatea, de Haendel; Os Peregrinos de Meka, de Glück; O Elixir do Amor, de Donizetti; e os espetáculos teatrais Belinda e a Guerra das Quengas, A Linguagem das Flores, Os Pecados de Moliére e Ragnarock! _ A Epopéia Humana. De 1992 a 2011, foi integrante do Coral Paulistano do Teatro Municipal de São Paulo.

José Palomares (tenor)
Arquiteto formado pela FAU-USP estudou canto com Caio Ferraz. Dentre seus trabalhos como solista vocal, destacam-se: o Magnificat, a Paixão Segundo São João e o Oratório de Páscoa, de Bach; a Missa da Coroação, de W. A. Mozart; a Pauken Messe e a Missa Lord Nelson, de J. Haydn; a Missa, de I. Stravinsky; e a Cantata Acadêmica, de B. Britten. Em ópera, destacam-se suas atuações em O Rei Arthur, de Purcell, Acis e Galatea, de Haendel; Os Peregrinos de Meka, de Gluck, A Flauta Mágica, de Mozart, Ariana, de Marcello e L’Orfeo, de Monteverdi, O Elixir do Amor, de G. Donizetti; Rigoleto e Um Baile de Máscaras, de Verdi, e Salomé, de R. Strauss. Paralelamente José Palomares vem desenvolvendo trabalhos como cenógrafo e figurinista com destaque para os espetáculos Belinda e a Guerra das Quengas, A Linguagem das Flores,
Os Pecados de Moliére e Ragnarock! – A Epopéia Humana. Desde 1983, é integrante do Coral Paulistano do Teatro Municipal de São Paulo.

Kátia Novaes Rocha (contralto)
Estudou canto com Caio Ferraz, Efigênia Cortes e Margareta Tenaglia. Como solista, destacam-se suas participações no Gloria, de Antonio Vivaldi, e nos espetáculos Spes Única, Requiem Eterno e nos 25 anos do Coro Luther King. Na série das Vesperais Líricas do Teatro Municipal de São Paulo, atuou nas óperas Os Peregrinos de Meka e Ifigênia em Aulis, de Cristoph W. Gluck; e The Fairy Queen e O Rei Arthur, de Henry Purcell. Como coralista, integrou a o Coral Sinfônico do Estado de São Paulo (OSESP) e o Coral Paulistano do Teatro Municipal de São Paulo, entre outros.

PROGRAMA

GERALDO VANDRÉ
Arueira (arranjo de Daniano Cozzella)
JOÃO BOSCO E ALDIR BLANC
Caça à raposa (arranjo de Lincoln Antonio)
DORIVAL CAYMMI E NELSON MOTTA
O cantador (arranjo de Marcos Leite)
MILTON NASCIMENTO
Canção amiga (arranjo de Mara Campos)
CHICO BUARQUE
Todo o sentimento
CHICO BUARQUE E EDU LOBO
Na carreira (arranjos de Ana Yara Campos

Dia 22
Duo Canto e Piano com Luciene Weiland (mezzo-soprano) e Leonardo Fernandes (piano).

Frase: Neste espetáculo um repertório vinculado ao Dia da Consciência Negra.

O duo trabalha pela conservação e divulgação do patrimônio musical brasileiro com o desenvolvimento de intensa pesquisa sobre a obra de H. Villa-Lobos dentro de uma proposta diversificada e pontual que acompanha as diversas fases da obra do autor e sua influência na Música Popular Brasileira. Em fevereiro de 2010, o Duo fez uma turnê ao Oriente Médio (Líbano e Dubai), e à Alemanha durante a Copa Cultural.

Leonardo Fernandes (piano)
Graduou-se pela Universidade de São Paulo, além do mestrado cursado na PUC – São Paulo. Atuou com o cravista Edmundo Hora e com a organista Elisa Freixo. Participou do I e do III Simpósio de Teclados históricos de Mariana e do 27º Workshop Internacional em Stavanger, Noruega. Constantemente requisitado a participar de importantes projetos de música de câmara, Leonardo Fernandes atuou junto a artistas como barítono Walter Weiszflog, a mezzo-soprano Anna Maria Kieffer, o trompetista Paul Mitchell, entre outros.
Seu repertório abrange obras da renascença à contemporaneidade; estreou obras dos compositores Rubens Ricciardi e Marisa Ramires Lima, e é dedicatário de obra do belga Leo Kupper.

Luciene Weiland (Mezzo-soprano)
Estudou, Canto Lírico com Celine Imbert, Leilah Farah e Kátia Guedes (em Berlim, Alemanha) e Música de Câmara com Anna Maria Kieffer, além de ser graduada em História, abrindo amplo campo de pesquisa histórica voltada à música.
Atua no ensino como professora de história da música na ULM (Universidade Livre de Música) Sua formação conta ainda com numerosos cursos, master-classes e workshops, tanto no Brasil como no exterior. Atualmente, aperfeiçoa sua técnica e interpretação com o professor de cantor Lenine Santos e com a maestrina Nancy Bueno.

PROGRAMA
CHICO CANIDÉ
Ebano (texto de abertura)
ALOYSIO ALENCAR PINTO (1905-2007)
Louvação a Ogun (Cantada em três dialetos diferentes)
WALDEMAR HENRIQUE (1905-1995)
Hei de seguir teus passos
WALDEMAR HENRIQUE (1905-1995)
É Maracatú
BABI DE OLIVEIRA (1908-1993)
Vamo Saravá
HEITOR VILLA-LOBOS (1887-1959)
Estrela do céu é lua nova
OSCAR LORENZO FERNANDEZ (1897-1948)
Essa nega Fulô – sobre poema de Jorge de Lima (1893-1953)
FRANCISCO MIGNONE (1897-1986).
Dona Janaina – sobre poema de Manuel Bandeira (1886-1968)
HECKEL TAVARES (1896-1969)
Banzo
ARY BARROSO (1903-1954)
Boneca de piche – sobreLuiz Iglésias (1962).

Dia 29
Canções de um outro Oriente – contemporaneidade  com Adriana Bernardes (soprano) e Antonio Eduardo (piano)

Frase: Neste espetáculo obras de compositores brasileiros do Século 20.

RELEASE
Adriana Bernardes – soprano
Como solista e recitalista, tem se apresentado nas mais diversas salas de espetáculo de São Paulo e Rio de Janeiro, entre as quais Sala São Paulo, Theatro Municipal de São Paulo e Centro Cultural Banco do Brasil SP e RJ.
Em 2010 e 2011 participou do MUC- Mostra de Música Contemporânea de Santos, na qual fez diversas estréias mundiais.
Tem sido constantemente convidada como solista da Orquestra de Câmara Paulista, conjunto com o qual gravou Orquestra de Câmara Paulista ao Vivo na Sala São Paulo em 2009. Em 2007 interpretou Quitéria e Crisostomo em Dom Quixote nas Bodas do Comacho (Telemann) e Colette em Le Devin du Village (Rousseau) nas Vesperais Líricas do Theatro Municipal de São Paulo. Gravou em 2007 o CD Sarau Brasil – canções brasileiras do séc. IXX e em 2008 o CD Curumim com canções de Camargo Guarnieri.

Antonio Eduardo – piano
Participando com freqüência de festivais, encontros de música contemporânea e congressos nacionais e internacionais em musicologia, o Dr. Antonio Eduardo vem se destacando como um pianista e pesquisador voltado para a música de seu tempo.
Escreveu “O Antropofagismo na obra pianística de Gilberto Mendes” (AnnaBlume/FAPESP), além de diversos artigos para periódicos, sobre música  contemporânea.
Atualmente dirige coleção voltada para música contemporânea brasileira, Antonio Eduardo Collection,constando em seu catálogo obras de Gilberto Mendes, Silvia Berg, Sergio Vasconcelos Correa, Rodolfo Coelho de Souza e Almeida Prado.

PROGRAMA
PIOTR LACHERT (1938)
C’era (texto de Rudyard Kipling)
EDUARDO ESCALANTE (1937)
Trovas Populares (2008)
I – Cantiga
II – Galope
III – Modinha
IV – Batuque

Letra de Batuque (versos do folclore brasileiro)
Fui no mato apanhar lima,
Errei, apanhei limão;
Vamos comigo, siá moça,
Não conheço lima, não!

Prelúdio n.16
BRANCO BERNARDES (1965)
Farewell, Dear Heart (letra de Willian Shakespeare) 2009
Citharizat Cantico (Canto do Rouxinol – letra de autor anônimo da compilação dos Carmina Burana) 2009
Canção (2010)
Invenção (em memória de Nilson Lombardi) 2010

Letra de Canção (versos de Paulo Leminski)
Um passarinho voa
Pra árvore que não mais existe
Meu pensamento voa
Até você só pra ficar triste

ANTÔNIO RIBEIRO (1971)
CANÇÕES DE MÁRIO (poemas de Mário de Andrade) 2009
I – Na rua Aurora eu nasci
II – Garoa do meu São Paulo
III – Esse homem que vai sozinho

Letra de Garoa do meu São Paulo (versos de Mário de Andrade)
Garoa do meu São Paulo,
-Timbre triste de martírios-
Um negro vem vindo, é branco!
Só bem perto fica negro,
Passa e torna a ficar branco.
Meu São Paulo da garoa,
-Londres das neblinas finas-
Um pobre vem vindo, é rico!
Só bem perto fica pobre,
Passa e torna a ficar rico.
Garoa do meu São Paulo,
-Costureira de malditos-
Vem um rico, vem um branco,
São sempre brancos e ricos…
Garoa, sai dos meus olhos.

GIL NUNO VAZ
A quem quer todas as notas 2003
De palavra, de palavras 2009
Canção do exílio (poesia de Casimiro de Abreu) 2003
Música Paradiso: o beijo colado 2004

Letra de Canção do exílio (versos de Casemiro de Abreu)
Se eu tenho que morrer na flor dos anos,
Meu Deus que seja já,
Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde,
Cantar o sabiá!
A voz do sabiá!

Não conte com o ovo na galinha

Os meus avós já ensinavam: “Não conte com o ovo na galinha”, isto é, não faça planos com base em uma coisa incerta. Nós vemos isso em todas as áreas e no esporte não podia ser diferente. Vejamos dois casos:

1 – O Botafogo do Rio de Janeiro era apontado, pelos cronistas esportivos, como um virtual líder do atual campeonato brasileiro, por ter um jogo a menos e dois pontos a menos na tabela do que o atual líder Corinthians. Só que esse jogo a menos era contra o Santos e na Vila Belmiro. Resultado: 2 x 0 para o Santos.
2 – O Flamengo, antes do jogo contra a Universidade do Chile, era apontado como o favorito, “tem o melhor time, joga no Engenhão, etc, etc.” Resultado: o time chileno ganhou de 4×0, se não fosse o apito amigo poderia ter sido 6×0, pois teve um gol legítimo anulado e um pênalti em que a bola entrou e o goleiro do Flamengo tirou de dentro do gol. Isso sem contar que o time chileno simplesmente “tirou o pé”, poderia ter feito muito mais. Quem não tirou o pé foi o jogador Airton, em uma entrada criminosa quase quebrou a perna de um jogador chileno. Não assisti o jogo, estava trabalhando e só ouvi pelo rádio, mas vendo a reprise dos melhores momentos esse jogador não deveria ter sido expulso, deveria ir preso. Cuidado Neymar.

Centro Cultural São Paulo – Outubro de 2011

Centro Cultural São Paulo – CCSP – Programação de Música – Outubro de 2011

Curadoria de Música
Música Clássica
 
Clássicos do Domingo
Domingo, 11h30
Sala Jardel Filho
Entrada Franca

Dia 02
Recital de piano com Paulo Francisco Paes
FRASE:
Conceituado pianista apresenta composições próprias e clássicos da música erudita como Valsa da Dor de Villa Lobos e Op. 31 nº2 de Beethoven.

Paulo Francisco Paes  (pianista)
Nasceu no Rio de Janeiro. Cursou a Escola Nacional de Música Federal do Rio de Janeiro, sob a orientação da professora Sonia Goulart e concluiu a carreira de piano no Conservatório Brasileiro de Música.
Neste período participou de diversos concursos, obtendo prêmios como o Segundo Lugar e Melhor Intérprete de Bach em 1996, prêmio repetido em 2000, só que pelo Prêmio Nacional Magdalena Tagliaferro.
Representando o Brasil no exterior, participou da série Piano in Concert no IBAM, para a Embaixada do Brasil no Uruguai, além de diversos locais importantes para a música brasileira.
Estudou em Madrid, sob a orientação da professora Galina Egiazarova e na Escola de Música Creativa para orquestração e música para cinema.
Compôs a trilha original do filme Aparecida- O Milagre, de Tizuka Yamasaki que teve o lançamento em dezembro de 2010.
Se apresentou na Virada Cultural de São Paulo de 2011. Em setembro de 2011 concerto no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

PROGRAMA

Villa-Lobos
Valsa da Dor
Impressões Seresteiras
Paulo Francisco Paes
Prelúdio
Chão de Nuvens
Marés

INTERVALO

L. V. Beethoven
Sonata op. 31 n.º 2
Paulo Francisco Paes
Fantasía
Valente

Dia 09
Recital de clarineta e piano com Kornel Wolak (Clarineta) e Alvaro Siviero (piano)
FRASE: Clarinetista polonês em visita ao Brasil apresenta repertório clássico, acompanhado do aclamado pianista Alvaro Siviero

KORNEL WOLAK  (clarinete)
Altamente elogiado em dois continentes pelo seu tom glorioso, controle técnico preciso e imaginação musical, Kornel Wolak está bem em seu caminho para uma carreira importante como solista e músico de câmara no repertório clássicos e cross-over. A crítica o aclamou por sua performance, que mostrou “calma e paciência admirável na construção de sonoridades … cheio de energia,” (Andrzej Chylewski, Glos Wielkopolski).
Como membro do Quartetto Gelato de 2007 a 2009, Wolak participou, neste último ano, da gravação do álbum Musica Latina. Ele também atua como solista na gravação de Clarinet Concerto de Karol Kurpinski em 2007, lançada pelo Canal II da Rádio Polonesa – um CD que foi nomeado pela maior premiação de gravação polonesa, o “Fryderyk”. Sua mais recente gravação é o Clarinet Concerto (Mozart) e Concertino (Weber) com a Sinfonietta Eslovaca.
Como solista, ele já se apresentou com a Orquestra Filarmônica de Poznan, Orquestra Sinfônica de Quebec, Toronto Sinfonietta, Orquestra de Câmara da Rádio Polonesa, Orquestra Sinfônica de Charleston (Carolina do Norte, EUA) entre outras. Em 2012-13, irá atuar como solista com a Toronto Concert Orchestra pelo sul de Ontário.
Como músico de câmara, atuou juntamente com o Wieniawski String Quartet, the Glenn Gould String Quartet, the Tokai Quartet e the Lodos Wind Quintet. Em agosto deste ano, participou do festival internacional “Chopin and his Europe” em Warsaw, Polônia.
Destaques da temporada 2011-12 estão residências no Equador e Brasil, incluindo recitais e concertos com orquestra, assim como apresentações no Canadá, no Four Season Opera House e uma gravação do Francaix clarinet concerto em Budapeste.
Também um devoto pela educação musical, Wolak estabeleceu Music Mind Canada (MMC – Música Mente Canadá), uma iniciativa que projeta, promove e produz programas educacionais para escolas, comunidades locais e outros grupos interessados em aprender música.
Nasceu em 1970 na cidade de Bialystok, Polônia, numa família de músicos (seu pai era trompetista e sua mãe, violista). Após os primeiros estudos na Academia de Música de Poznan e, posteriormente, no Liceu Musical, em 2001, Kornel foi bolsista na Escola de Música Jacob da Universidade de Indiana, onde estudou com Eli Eban e conquistou seu certificado de músico performático e sua graduação em Música. Já em Toronto, continuou seus estudos orquestrais com Joaquim Valdepeñas na Escola de Música Glen Gould.
História da arte, religião, filosofia e poesia também fazem parte dos interesses de Kornel, sendo que sua poesia foi publicada em diversas revistas polonesas para jovens poetas.

Alvaro Siviero (piano)
Alvaro Siviero é um apaixonado pelo piano. Aos sete anos já se apresentava em público. Aos nove anos recebeu seu primeiro prêmio: a Medalha de Ouro do Governo do Estado de São Paulo para jovens talentos.  
 Siviero especializou-se na Áustria e acumula passagens pela Alemanha, Portugal, Itália, França e Suíça. Músico que participa ativamente do cenário brasileiro como camerista e solista, atuou diante de diversas orquestras nacionais e internacionais, como a London Festival Orchestra, Salzburg Chamber Orchestra, I Musici de Montreal, Russian Virtuosi of Europe, The City of Prague Philharmonic Orchestra, Budapest Chamber Orchestra, entre outras, também em turnês pela Argentina, Brasil, Uruguay, Inglaterra, Chile, Perú, USA, entre outros países. A sua tocante interpretação do Concerto n.3 para piano de Rachmaninov foi ovacionada pelo grande público e por críticos musicais durante turnê nacional que realizou nas principais salas de concerto do Brasil. 
Em 2006 foi o primeiro pianista brasileiro selecionado pela Fondazione Wilhelm Kempff, a participar do curso de imersão na obra de Beethoven, em Positano. Entre 2004 e 2006, na Argentina, Siviero atuouem projetos culturais de integração cultural do Cone Sul e foi o artista responsável pelo recital de abertura da primeira edição do Prêmio Jorge Amado – Prêmio Nacional às Artes.  
No ano de 2007 apresentou-se em concerto exclusivo para o Papa Bento XVI durante sua visita ao Brasil. Em 2009, a convite exclusivo do Pontifício Conselho de Cultura, Siviero representou o Brasil no histórico Encontro Mundial de Artistas, realizado na Capela Sistina, em Roma. 
Em 2011, contando com a presença de personalidades de diversos países, Siviero foi o pianista mundialmente convidado a realizar o primeiro recital oficial de reabertura da verdadeira cela em que Chopin viveu na Cartoixa de Valldemossa, em Maiorca, após a histórica sentença judicial que esclareceu esse engano histórico. Como diretor artístico, supervisionou a série de concertos do Embratel Convention Center, a temporada de concertos internacionais do Teatro Palácio Avenida – HSBC e a temporada Concertos Internacionais do Teatro São Bento, em São Paulo. Siviero atualmente é diretor artístico da temporada de concertos do IICS – Instituto Internacional de Ciências Sociais.  
Com especialização em Educação Multicultural pelo Lesley College, Cambridge, Álvaro Siviero é também graduado em Física pela Universidade de São Paulo.

Dia 16
Recital de piano com Olga Kiun
FRASE:
A renomada pianista russa apresenta clássicos para seu instrumento.

Olga Kiun (piano)
A pianista russa Olga Kiun descende de uma tradicional família de músicos soviéticos. Estudou no conservatório Tchaikowski, com o consagrado pianista e professor russo Lev Oborin. Em Leningrado cursou seu doutorado sob a orientação de Pavel Serebriakov. O repertório da pianista Olga Kiun abrange desde os compositores do séc. XVII aos contemporâneos, com ênfase aos românticos.
Olga tocou na Romênia, Bulgária, Polônia, Uruguai e Peru, apresentando-se pela primeira vez no Brasil em 1991, em Curitiba, e segundo o crítico Andréas Adriano do jornal Gazeta do Povo: “Olga Kiun mostra musicalidade imensa e a maneira emocional e apaixonada de tocar, necessárias a quem se dedica ao repertório romântico… uma das melhores pianistas que já pousaram em terras tupiniquins”.
No Brasil Olga atuou como solista nos mais conceituados grupos sinfônicos do pais, tais como a Orquestra Sinfônica do Estado do Paraná, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, a Orquestra Nova Filarmônica (SP), a Orquestra Sinfônica de Campinas, a Camerata Antiqua de Curitiba e a Orquestra Sinfônica Paulista. Tendo trabalhado com, entre outros, os regentes Alceo Bocchino, Benito Juarez, Paulo Torres, Adriano Machado, Roberto Duarte, Lutero Rodrigues, Osvaldo Colarusso e Roberto Minczuck.
 Olga Kiun desenvolve intensa atividade artística e pedagógica como recitalista, camerista, solista de orquestra, jurada em concursos e professora convidada em festivais de musica em todo o país além de ser professora titular da Escola de Música e Belas Artes do Paraná.

PROGRAMA

N.Medtner    (1880-1951 )                              
Sonata em sol menor op.
Claudio Santoro   (1919-1989 )                             
Sonata n3
Allegro energico
Adagio
Moderato
F. Liszt        (1811 – 1886 )                              
Chasse- Neige –  Estudo transcendental  de ” Anos de peregrinação”
Vallee D’Obermann
Les cloches de Geneve
Orage

Dia 23
Baccarelli Quinteto de Metais
FRASE:
Neste Quinto concerto da parceria do CCSP com o Instituto Baccarelli o grupo apresenta obras de Ary Barroso, Franz Lehar, Claude Debussy, entre outros.

RELEASE
O Quinteto de Metais do Instituto Baccarelli iniciou suas atividades em 2006, com intuito de estudar e aprimorar o conhecimento através da música de câmara, utilizando-se de diferentes tipos de estilos que se pode trabalhar com essa formação, tais como composições que abrangem toda idade média até às composições populares da atualidade.
O Quinteto de Sopros é composto pelos principais instrumentistas de metais da Sinfônica Heliópolis. Nos trompetes, Thiago Lopes e Thiago Araújo, na trompa Thiago Rodrigues, no trombone Aline Alcântara e na tuba Deivid Peleje. O orientador do grupo é o renomado trompista Mário Rocha, músico do Theatro Municipal de São Paulo.
O Quinteto de Sopros do Instituto Baccarelli tem se apresentado em diversas ocasiões: em 2009, foi o principal grupo dos instrumentos de metais na Expo Music, desenvolvendo assim um trabalho de mostra de instrumentos pela Yamaha do Brasil.
O Grupo tem a proposta de mostrar que o trabalho de instrumentos de metais em conjunto, pode ser tão abrangente e eficaz quanto quaisquer outros grupos de música de câmara.

ALINE ALCÂNTARA, trombone

Aline Alcântara formou-se pela Universidade do Estado de São Paulo (ECA-USP) no curso de Licenciatura em Música, onde obteve aulas de trombone com o prof. Ms. Donizeti Fonseca (USP/BSESP).
Aline Alcântara iniciou seus estudos de trombone com o maestro Edson Leite Penteado, em São Carlos, SP. Em 2007 e 2008, participou do Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC), onde obteve aulas com Dárcio Gianelli (OSESP), Darrin Milling(OSESP) e Jay Friedman(Chicago Symphony), também participou da I & II Encontro Internacional de Metais, em Tatuí, onde fez aulas com Wagner Polistchuk (OSESP), Antonio Henrique Seixas (OSB) além de outros grandes nomes do cenário musical.
Em 2008, participou da renomada Academia Internacional de Verão em Pommersfelden – Alemanha, do Collegium Musicum Schloss Pommersfelden,  em julho de 2010, voltou ao mesmo festival como solista convidada. Em 2010 foi  integrante  do musical “O Rei & Eu – The King and I”, com direção geral de Jorge Takla e direção musical do maestro Jamil Maluf. Em 2011, participa do musical “Evita”, com direção geral de Jorge Takla e direção musical de Vânia Pajares.
Desde setembro de 2007, é membro da Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli, sob a regência dos maestros Roberto Tibiriçá e Isaac Karabtchevsky.
Em 2010, viajou junto à Sinfônica Heliópolis para a 1º turnê dessa orquestra na Europa, apresentando-se na Alemanha (Bonn, Berlim e Munique), Holanda (Amsterdam) e Inglaterra (Londres), sob a regência dos maestros Peter Gülke, Yutaka Sado e Roberto Tibiriçá.

DEIVID WILSON PELEJE, tuba

Iniciou seus estudos de tuba na cidade de Itapevi, no ano de 2000, sob orientação de José Luiz Ricci e Reinaldo José Camargo (Trombonista e professor do Conservatório de Tatuí). Estudou no Conservatório Villa Lobos com Marco Antonio Delfino (Tubista da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo), na Escola Municipal de Música de São Paulo e na Universidade Livre de Música com o professor Dráuzio Chagas, Luiz Ricardo Serralheiro (Banda Sinfônica do Estado de São Paulo) e Marcos dos Anjos Junior (OSESP).
Atuou como aluno ativo em masterclasses ministradas por James Gourlay (Inglaterra), Malte Burba (Alemanha), David Kuts (Holanda) Freed Mills (Fundador do Quinteto Canadian Brass), Luciano Vaz Vieira (Brasil), Shemuel Hershko (Israel).
Apresentou-se sob a regência dos maestros Monica Giardini (Brasil), Marcos Sadáo Shirakawa (Brasil), Pablo Dell Oca Sala (Argentina), Laszlo Marosi (Flórida), Peter Gülke (Alemanha), Edilson Ventureli (Brasil), Roberto Tibiriçá (Brasil), Carlos Prazeres (Brasil) e Zubin Mehta (Israel).
Participou da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, em 2006 e 2007, também em várias apresentações da Série “Aprendiz de Maestro”. Foi tubista dos Quintetos Metal Nobre e Fundsom. Como músico convidado participou do concerto da Orquestra Filarmônica de Munique, sob a regência do maestro Zubin Mehta, em 2010, e atuou também em vários outros grupos Sinfônicos e Camerísticos.
Atualmente é Tubista da Sinfônica de Heliópolis, desde 2008, sob a direção artística do maestro Isaac Karabtchevsky; e do grupos de câmara Quinteto de Metais do Instituto Baccarelli, Grupo de Música Balcânica “Mutrib” e do Coral e Orquestra Baccarelli.

THIAGO MARTINS RODRIGUES, trompista

Iniciou seus estudos musicais aos nove anos de idade. Em 1994, estudou trompa com o professor Marcelo Silva (Banda Sinfônica de Cubatão).
Em 1995 e 1996, passou a estudar com o professor Ruben (Banda Sinfônica de Cubatão). No período de 2000 a 2005, voltou a fazer aulas com o professor Marcelo Silva.
Desde 2006, é aluno do Instituto Baccarelli, onde integra a Sinfônica Heliópolis como primeira trompa. Atualmente, recebe aulas do professor Mário Rocha (Instituto Baccarelli e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo).
Em 2010, viajou junto à Sinfônica Heliópolis para a 1º turnê dessa orquestra na Europa, apresentando-se na Alemanha (Bonn, Berlim e Munique), Holanda (Amsterdam) e Inglaterra (Londres), sob a regência dos maestros Peter Gülke, Yutaka Sado e Roberto Tibiriçá.
Atualmente, a Sinfônica Heliópolis tem direção artística do maestro Isaac Karabtchevsky e tem como patrono o maestro Zubin Mehta.
Junto à Sinfônica Heliópolis, teve oportunidade de atuar junto aos renomados solistas como Joshua Bell, Erik Schumann, Leonard Elschenbroich, Daniel Guedes, Antônio Del Claro, Shlomo Mintz, entre outros.
Participou como aluno ativo nas masterclasses ministradas pelos músicos Thomas Muller (Orquestra de Câmara de Zurique), Michael Slatkin (Filarmônica de Israel), Luiz Garcia (Orquestra Sinfônica Brasileira e German Brass), Luckas Cristinat (Orquestra Sinfônica de Lucena- Suíça), Franz Draxinger (Ensemble Berlin) e Jorg Brückner (Orquestra Filarmônica de Munique)
Participou do Festival de Música nas Montanhas (Poços de Caldas – 2007, 2010 e 2011), II Concurso de Férias de Tatuí (2005) e do I Festival de Música de Cubatão (2002). 
Atuou como músico convidado das Orquestras Sinfônicas Municipais de São Paulo e Santo André, Orquestra Experimental de Repertório; e como professor no Projeto “Cubatão Sinfonia” (2008).
Atua no Instituto Baccarelli, também, como Professor Assistente.

THIAGO RICARDO DE ARAUJO, trompete

Iniciou seus estudos musicais com o pai na Igreja Assembléia de Deus, aos dez anos de idade. Em 2003, passou a estudar trompete na Banda da Escola Padre José de Anchieta, em Cubatão.
Em 2004, ingressou na Banda Marcial Municipal de Cubatão, sob regência do Maestro Alexandre Felipe Gomes e passou a ser orientado pelo professor Sílvio Flórido Júnior, da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Nesse mesmo ano, participou do 10º Festival Internacional de Bandas e Fanfarras, no Chile, sendo convidado novamente no ano seguinte. Ingressou no Centro de Estudos Musicais Tom Jobim, em 2006, onde obteve orientações com o professor Edilson Nery, da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo.
Em 2007, conquistou o 1º Lugar no III Concurso de Metais da Universidade Livre de Música, e passou a ser orientado pelo professor Carlos Sulpício no Instituto Baccarelli. Nesse mesmo ano, se tornou integrante da Sinfônica Heliópolis, participando do Concerto “Sinfonia das Telas” sob regência do maestro Roberto Tibiriçá.
Em 2008, fez seu primeiro concerto no 36º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão.
Em 2010, viajou junto à Sinfônica Heliópolis para a 1º turnê dessa orquestra na Europa, apresentando-se na Alemanha (Bonn, Berlim e Munique), Holanda (Amsterdam) e Inglaterra (Londres), sob a regência dos maestros Peter Gülke, Yutaka Sado e Roberto Tibiriçá.
Atualmente, a Sinfônica Heliópolis tem direção artística do maestro Isaac Karabtchevsky e tem como patrono o maestro Zubin Mehta.
Junto à Sinfônica Heliópolis, teve oportunidade de atuar junto aos renomados solistas como Joshua Bell, Erik Schumann, Leonard Elschenbroich, Daniel Guedes, Antônio Del Claro, Shlomo Mintz, entre outros.
Participou de masterclasses ministradas pelos músicos Guido Segers (Orquestra Filarmônica de Munique), Jörn-Christian Schulze (NDR Radiophilarmonie), Rami Oren (Orquestra Filarmônica de Israel), Thomas Neuberth (Orquestra Filarmônica de Camara de Freiburg), Markus Mester (Bamberger Symphoniker), Miguel Etxpare (Orquestra Sinfônica de Euskadi), Gareth Small (Hallé Orchestra / London Brass)
Atua no Instituto Baccarelli, também, como Professor Assistente.

THIAGO SILVA LOPES, trompete

Recebeu as primeiras orientações de trompete com seu pai. Posteriormente, estudou durante três anos com o professor José Torres Menezes. Atualmente, estuda com o professor Carlos Sulpício.
Atuou na Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, em 2005, na Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, em 2006, como músico convidado nas Orquestras Sinfônicas de São Bernardo do Campo e de Santos.
Atualmente, integra a Banda Sinfônica Municipal de Cubatão e é chefe de naipe da Banda Marcial Municipal de Cubatão e Sinfônica Heliópolis.
Teve aulas como aluno ativo nas masterclasses ministradas pelos músicos Fred Mills (Membro fundador do Canadian Brass), Heinz Schwebel (1º Trompete da Orquestra Sinfônica da Bahia e professor da Universidade Federal da Bahia), Fernando Dissenha (1º Trompete da OSESP e professor da Academia da OSESP), Rolf Smedvig (Membro fundador do Empire Brass e professor titular na Royal Academy of de Londres), Marc Brian Reese (Membro do Empire Brass e professor da Universidade de Lynn), Olivier Anthony Theurillat (Solista de Berna e professor do Conservatório de Lausanne – Suíça), Jorn-Christian Schulze (1° Trompete da NDR Radiophilharmonie Hannover –Alemanha) , Guido Segers (Membro da Filarmônica de Munique) e Ulf Lehmann (Membro da Orchestra Bach).
Participou do 2º Curso de Férias de Tatuí (2005), 1º Festival de Inverno de Bragança Paulista (2006), 29º Curso de Férias Internacional de Verão de Brasília (2007) e 39º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão.
Em 2010, viajou junto à Sinfônica Heliópolis para a 1º turnê dessa orquestra na Europa, apresentando-se na Alemanha (Bonn, Berlim e Munique), Holanda (Amsterdam) e Inglaterra (Londres), sob a regência dos maestros Peter Gülke, Yutaka Sado e Roberto Tibiriçá.

PROGRAMA
Samuel Scheidt  
Battle Suite – Gagliard Battaglia
Joseph Mouret  
Rondeau
Giovanni Gabrieli
Canzona per Sonare nº 1
La Spiritata
Tylman Susato  
Renascensa Dance
La Mourisque 
Basse Dance Bergeret 
Anônimo
Sonata de “Bänkesängerlieder”  
Michael Kamen  
Quinteto “Trompa Mágica” 
Franz Lehar  
 Die Lustige Witwe  
Jack G. Mckie
Andante
Victor Ewald
Quinteto nº 2 (1º movimento)
Claude Debussy
Menina com os cabelos louros
Gilberto Gagliardi
Cantiga Brasileira
Ary Barroso
Aquarela do Brasil

Dia 30
Paola Baron
FRASE:
Harpista italiana apresenta composições especiais para seu instrumento, indo da era clássica ao impressionismo.

Paola Baron (harpa)
Membro da Orquestra Sinfônica de São Paulo – OSESP (Brasil), já foi Harpista Principal no Teatro Ópera e Ballet em Liubliana (Eslovênia). Formou-se com Patrizia Tassini no Conservatório J. Tomadini em Udine, com a nota máxima, e com Sarah O’Brien na Universidade Mozarteum em Salzburg, com louvor.
Frequentou o curso de pós-aperfeiçoamento no Conservatoire National Supérior de Musique em Lyon, França, com Fabrice Pierre.
Acompanhou masterclasses dadas por Cristina Bianchi (Orquestra Sinfônica da Rádio Bávara) e frequentou a Accademia per Professori d’Orchestra do Teatro alla Scala.
Colaborou, também como Harpista Principal, com a Orquestra Fondazione Arturo Toscanini (dir. Lorin Maazel), Orchester der Tiroler Festspiele (dir. Gustav Kuhn), Birmingham Royal Ballet, Orchestra Sinfônica del Friuli- Venezia Giulia, Slovenska Filharmonija Orchestra, RTV Slovenija Orchestra, HNK Ivana pl. Zajca em Rijeka, SNG e Simfonicni Filharmonija Orchestra em Maribor.
Atuou em concertos como solista, com conjuntos de câmara (participando do IV Simpósio Europeu de Harpa), e como solista com orquestras na Itália e no exterior (França, Alemanha, Austria, EUA, Eslovênia, Croácia).
Em janeiro de 2004 tocou Sequenza II de Luciano Berio, no Teatro Carlo Felice em Gênova, no primeiro memorial europeu dedicado ao compositor, espetáculo transmitido ao vivo pela Rádio Tre Rai.
Participou em concursos nacionais e internacionais: Concurso Internacional de Harpa dos E.U.A., Concurso Nacional F. Schubert (Primeiro Pr„mio), Concurso Internacional “Città di Tortona” (Terceiro Prêmio), X Concurso Nacional da Società Umanitaria di Milano (Primeiro Prêmio); em maio de 2002 ganhou o Segundo Prêmio no “V. Salvi”, o mais prestigioso Concurso de Harpa da Itália; em novembro de 2003 ganhou bolsa como finalista do Concurso Internacional “V. Bucchi” em Roma; em maio de 2005 ganhou o Segundo Prêmio no Concurso de Harpa Alemão dado pelo Círculo Cultural de Economistas Alemães (Kulturkreis der deutschen Wirtschaft) na Confederação da Indústria Alemã (BDI);em junho de 2007 ganhou o Primeiro Prêmio no Concurso Internacional da Associação Eslovena de Harpa. Realizou gravações para Sarx Records das peças compostas por Noel-Gallon e J. Guridi.

PROGRAMA
C. Debussy
(1862-1917)
Arabesque I
D. Scarlatti (1685-1757)
Sonata K208 em la maior
Sonata K 27 em si minor
L. Spohr (1784-1859)
Variations op.36 “Je suis encore dans mon printemps”
M. Flothuis (1914-2001)
Pour le tombeau de Orphee
P. Patterson (1947)
Tarântula
C.P.E. Bach (1714-1788)
Sonata em Sol major
Adagio
Allegro
Allegro
L. Berio (1925-2003)
Sequenza II
G. Caramiello (1838-1938)
Fantasia sobre os temas de “Aida”

Concerto ao meio dia
Terça-feira, 12h30
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca

Dia 04
Piazzolla
– 90 anos – Trio Images – Com: Cecilia Guida(violino), Henrique Muller (viola) e Joaquim Paulo Espírito Santo (piano)
FRASE: Em comemoração aos 90 anos do grande compositor revolucionário do tango, trio apresenta obra de Piazzolla em singular formação

O Trio Images , fundado em 1999,é composto por  três dos mais importantes músicos brasileiros, Cecília Guida(violino),Henrique Muller (viola) e Joaquim Paulo Espirito Santo(piano),professores conceituados, com excelente formação européia e concertistas premiados. A sua singular formação, repertório, técnica, sonoridade e afinidade musical têm levado o Trio a realizar inúmeros concertos no Brasil e exterior (Armênia, Geórgia, Rússia, Argentina, etc) convidados pelos governos locais,pelo “Comitê de Cultura de Moscou” e por outras entidades sempre com relevante sucesso (“…a magia do Trio virtuoso…” – Revista da Academia de Ciências da Rússia; “…músicos de raça e perfeição…” – La Nación), intercambiando composições brasileiras com as dos países em que se encontraram, verdadeiros “Embaixadores da Música” (Maestro Walter Lourenção). Com várias estréias de obras inovadoras e algumas dedicadas ao Trio (Cláudio Santoro, Villani-Côrtes, Marlos Nobre, etc), foi “Revelação” em 2002 ( Revista“Concerto”), recebendo no mesmo ano, a “Condecoração de Honra” do Governo Armênio, pela sua inestimável divulgação pelo mundo da música armênia.Em 2009,completando 10 anos de atividades,o Trio Images, em tournée, recebeu em Yerevan o“Diploma da Cultura” e a “Medalha de Ouro da Cultura”outorgados pela Sra.Ministra da Cultura da Armênia H.Pogyosyan, a mais alta e honorável condecoração oferecida a artistas pelo governo armênio.
Foi considerado o” Melhor Conjunto de Câmara de 2006” pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e em 2008 recebeu da mesma entidade o “Grande Prêmio da Crítica  “ . Em 2007, O Trio Images foi laureado com a  “Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes” no grau de Comendadores, em reconhecimento ao seu trabalho e incentivo cultural.

CECÍLIA GUIDA (violino)
Spalla de várias orquestras brasileiras e européias, bolsista do governo alemão, diplomou-se com nota máxima pela Universidade de Köln, aperfeiçoando-se no Conservatório Superior de Genebra,Suíça..Estudou com grandes mestres: Lyerco Spiller, Yehudi Menuhin, Berta Volmer, Max Rostal e Corrado Romano.

HENRIQUE MÜLLER (viola)
Primeiro viola de diversas orquestras brasileiras e européias, estudou com grandes mestres (Corrado Romano, André Vauquet, Doris Roussiaud e outros) como bolsista do Conservatório Superior de Genebra, Suíça.Aluno de Cláudio Santoro,foi 15 anos, maestro da Orquestra Sinfônica Jovem Municipal de S.Paulo.

JOAQUIM PAULO ESPIRITO SANTO (piano)
Pianista de carreira, regente e importante correpetidor no Brasil todo, estudou piano com Nellie Braga (Escola Magda Tagliaferro) e regência com Eleazar de Carvalho.Regeu várias orquestras importantes (Osesp). É mestrando em Musicologia pela UNESP e maestro associado na Orquestra Filarmônica Afro-Brasileira.

PROGRAMA

Astor Piazzolla  (1921-1992)
Lo que vendrá
Adiós nonino
Fuga 9
Fuga y mistério
Las 4 estaciones porteñas
Verano
Outoño
Invierno
Primavera
Suite del angel
Tango
Milong
Muerte

Dia 11
Recital de violão com Marcos Gomes
FRASE: Violonista interpreta obras de grandes compositores nacionais, colocando em destaque composições brasileiras.

Este eminente virtuose do violão de exuberante talento e musicalidade, nasceu em São Paulo. Seu interesse pela musica, veio inicialmente através de seus pais e irmãos. Em sua casa paterna, a boa musica sempre foi cultuada com muita seriedade. Dentro deste ambiente, o então menino Marcos Gomes, começa a despertar a tensão de seus pais e irmãos com seu exuberante talento musical direcionado para o violão.
Sentindo a necessidade de aprimorar seus estudos, procurou o escritor deste modesto livro, com quem fez minucioso estudo técnico relacionado ao violão e aos primeiros rudimentos de teoria musical.
Sua brilhante carreira de solista de violão iniciou-se durante o Primeiro Ciclo do Violão em 1991, com patrocínio AABB(Associação Atlética Banco do Brasil), e apoio cultural do Sesc Pompéia.
No ano de 1993, fez curso de teoria musical na ULM(Universidade Livre de Musica- SP), com a professora Maria Zei.  Em 1998, participa do CD de Francisco Araújo, interpretando com brilhantismo a faixa denominada Oliveirais. Em função disto no ano de 2003, gravou seu primeiro CD na gravadora CPC-UMES, denominado MARCOS GOMES, NO MESMO PIQUE. No mesmo ano, participou de um memorável espetáculo de música instrumental na qualidade de solista de violão na serie SESC INSTRUMENTAL BRASIL.
No transcorrer do ano de 2004, quando ainda estamos escrevendo este livro, Marcos Gomes já gravou seu segundo CD, com solos instrumentais para violão de grande virtuosismo, destacando-se obras como Moto perpétuo de N. PAGANINI, entre outras  obras de grande envergadura. 
No ano de 2005 e 2006, participou com brilhantismo do Primeiro Seminário de violão Laurindo de Almeida, realizado em Miracatu,  no interior de São Paulo ,com o patrocínio do Departamento de cultura daquela cidade.
Nos anos 2009, viaja para São Luiz do Maranhão, onde realiza apresentações ao lado de Guinga , Sebastião Tapajós entre outros renomados artistas interpretando obras do ilustre compositor maranhense Ubiratan de Souza.
Neste ano participa da serie Movimento violão, um evento musical dos mais conceituados  direcionado para o violão , onde  realizou recitais  nas cidades de São Paulo, Ribeirão Preto e Araraquara
Durante o ano de 2010, gravou diversos programas especiais em solos de violão para renomadas emissoras de televisão.
A carreira de Marcos Gomes, já alcançou notoriedade Nacional e com certeza será reconhecida internacionalmente

PROGRAMA
Dilermando Reis  
Contra- Tempo
Viola Triste
Disse me Disse
Eterna Saudade
Uma Noite em Hifa
Magoado
Noite de Lua
H. Villa –Lobos
Prelúdios 1 e 3
Isaac Albenis
Astúria
João Pernambuco
Interrogando
Genésio Nogueira
Memórias de Villa-Lobos
Dansa Paraguaia
Américo Jacomino (Canhoto)
Abismo de Rosas
Armandinho Neves
Mafuá
F. Tárrega
Recuerdo de Alhambra
Gaspar Sagreras
Una lagrima
Francisco Araujo
Seresta da Saudade
Moleque Travesso
Rapsódia Nordestina
Dansa Paraguaia
Relíquias do Tempo
Genésio Nogueira
Notas de Saudades
Ernesto Nazareth
Odeon

Dia 18
Recital de violão Com Francisco Araújo
FRASE: Com composições próprias, e outras que demonstram o universo brasileiro, artista apresenta repertório inspirado no batuque.

Francisco Araújo (violão)
Este exímio  virtuose do violão, compositor e interprete, iniciou seus estudos de violão com seu pai, que era um solista de violão de talento  e colecionador de um seleto arquivo de gravações tanto de musica instrumental brasileira direcionada para o repertório do violão como também  de outros instrumentistas,cantores e interpretes de grande expressão que contribuíram para a história da musica brasileira.
Foi dentro deste ambiente musical que o então ainda menino Francisco Araújo despertou para o mundo da musica e conseqüentemente para o universo do violão.
 Seu pai que foi seu primeiro professor, apesar de  possuir um invejável domínio técnico do violão  não tinha conhecimento de teoria musical e quando percebeu a manifestação espontânea do talento musical do filho decidiu procurar o professor e violonista José Alves da Silva, conhecido nos meios artísticos e musicais com o pseudônimo artístico de Aimoré.
foi com este mestre do violão brasileiro que Francisco Araújo aprimorou os seus estudos técnicos pertinentes ao violão e estudou teoria musical.
Mantendo um seqüência de estudos durante um período de quatro anos sobre  a primorosa orientação do  mestre Aimoré, Francisco Araújo matriculou-se n o Conservatório musical de São Caetano do sul, graduando-se  como professor de violão.
Logo após estudou harmonia tradicional com  Osvaldo Lacerda e em seguida harmonia funcional com Marilena de oliveira, J. Zula de oliveira.
Dando seqüência a sua formação musical estudou composição com Guido Santórsóla e  J.J.koelheuter.

PROGRAMA

Dilermando Reis
Eterna saudade
Batuque 
Tom Jobim
Luiza
Francisco Araujo
Na onda do Blues
Caindo no batuque
Dilermando Reis
Caxinguelê
Francisco Araujo
Capibano (frevo dedicado ao Capiba)
Variações sobre um tema de Ernesto Nazareth
Rapsódia nordestina (sobre temas de Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga)

Dia 25
Violão Impressionista com Diogo Carvalho
FRASE: Explorando a atmosfera onírica, enigmática e fascinante, violonista expande repertório do violão solo e traz novos desafios para o instrumento.

Nascido em São Paulo, Brasil, em 1984, Diogo Carvalho é formado em Música pela Universidade de São Paulo (USP) e cursa atualmente o mestrado em música nessa mesma universidade. Seu tema de pesquisa são suas próprias transcrições para violão solo de obras de Debussy e Ravel.
No disco Impressionim – Acoustic Guitar Solo o violonista alcança resultados surpreendentes, executando as transcrições para violão, feitas por ele mesmo, de obras compostas para piano ou orquestra por Claude Debussy, Maurice Ravel e Erik Satie. Nessas leituras originais de repertório tão conhecido, o violão solo recria e ressalta a atmosfera onírica, enigmática e fascinante do impressionismo, a ponto de as peças soarem como se tivessem sido concebidas originalmente para o
próprio instrumento.
O domínio alcançado por Diogo Carvalho na arte da transcrição reflete o conhecimento da linguagem do piano, no qual iniciou seus estudos de música, em 1988, aos quatro anos de idade. Ao adotar o violão como seu instrumento, Diogo passou de imediato a praticar a transcrição de músicas compostas para piano, o que abriu caminho para uma compreensão própria do violão, com novas possibilidades técnicas e interpretativas.
Diogo Carvalho atua também no ensino de música. O primeiro volume de Violão Solo MPB, lançado por ele em 2006, reúne arranjos originais de músicas do cancioneiro popular brasileiro. O projeto foi concebido para atender às necessidades de iniciantes no instrumento, desejosos de tocar em violão solo canções populares, usualmente executadas com violão e voz.

PROGRAMA
Claude-Achille Debussy (1862-1918)
La Fille aux Cheveux de Lin
Maurice Ravel (1875 – 1937)
Menuet Sur le Nom D´haydn
A la Maniere de Borodine 
Claude-Achille Debussy (1862-1918)
La Plus que Lente
Maurice Ravel (1875 – 1937)
Prelude
Erik Satie (1866 – 1925)
Gymnopedie 1
Gnossienne 1
Maurice Ravel (1875 – 1937)
Pavane de la Belle au Bois Dormant
Claude-Achille Debussy (1862-1918)
Doctor Gradus Ad Parnassum
The Little Shepherd 
Golliwogg´s Cake Walk 
Maurice Ravel (1875 – 1937)
Pavane Pour une Infante Defunte 
Claude-Achille Debussy (1862-1918)
Clair de Lune 
The Little Nigar

Música Popular

Quinta na Faixa
Quinta-feira, 19h
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca

Dia 06
Marco Lienhard e Convidados
Com: Marco Lienhard (Shakuhachi e Taiko), Matheus Ferreira (Shakuhachi), Tamie Kitahara (Kotoe e Shamisen) e Gustavo Eda (Tsugaru Shamisen e Canto)
Frase: Em passagem pelo Brasil, mestre Marco Lienhard apresenta um concerto de música tradicional japonesa focado no Shakuhachi, flauta japonesa, e no taiko, tambor, ao lado de outros intrumentistas.

Dia 13
Escola Municipal de Música – Regência: Jorge Salim
Frase: Grupo da Escola Municipal de Música apresenta clássicos da música brasileira e internacional sob a regência do maestro Jorge Salim

Dia 20
Los Labios
Frase: Sucesso na noite indie de Buenos Aires, o grupo apresenta uma cumbia moderna com fusões eletrônicas, com destaque para a performance da cantora e atriz Lulú Jankilevich.

Show ao Meio-dia no CCSP
Sexta-feira, 12h30
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca

Dia  07
Celso Cardoso e os Impossíveis
Com sua banda, o cantor e comentarista esportivo interpreta expressivos nomes do pop rock nacional.

Dia 14
Felipe Cazaux
Com um trabalho calcado no blues, Felipe Cazaux foi destaque nas revistas Guitar Player e Blues’n’ Jazz por voz singular e o timbre característico de sua guitarra.

Dia 21
Santurys e Trio Taj
O sitarista, introdutor da world music no Brasil, apresenta um repertório espelhado em suas vivências na Índia e na Espanha.

Shows / 2011
Sexta-feira e sábado, 19h e domingo, 18h
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca

Dia 07, 08 e 09
André Mehmari e convidados: Marília Vargas e Tiago Pinheiro (dia 7), solo (dia 8), Luca Raele (dia 9).
Pianista, arranjador, compositor e multiinstrumentista, André Mehmari é um dos mais completos músicos brasileiros.

Dia 21
Mônica Feijó
Cantora, compositora, atriz e bailarina de Recife mostra seu novo trabalho acompanhada por músicos do Mundo Livre S.A.

Dia 22
Raíces de América
Valorizando a cultura latino-americana no cenário brasileiro, o grupo transita por temas políticos, folclóricos, cotidianos e musicais de toda América Latina

Dia 23
Carlos Careca
Lançamento do cd Alma Boa de Lugar Nenhum com canções de Carlos Careqa e Bertolt Brecht, participação de Paulo Braga (piano)

Especiais CCSP – Risos e lágrimas, uma noite para Nelson Cavaquinho
Sábado, 19h e domingo, 18h
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca

Dia 01 e 02
Adriana Moreira, Ilana Volcov, Karine Telles e Karina Ninni
Participação especial: Eduardo Gudin
Quatro vozes femininas interpretam a obra de Nelson Cavaquinho

Bafafá Instrumental
Quinta, sexta, sábado e domingo
Sala Adoniran Barbosa
Entrada Franca

Dia 27
Marcos Paiva Trio
O baixista, compositor, arranjador e produtor Marcos Paiva apresenta o espetáculo “Meu Samba na Prato”, uma homenagem ao disco “Edison Machado é Samba Novo” e à toda a geração de músicos pioneiros do samba jazz.

Dia 28 – Show ao meio dia – Especial (sexta-feira, 12h30)
Regional Imperial
Com uma instrumentação que conta com violão, cavaquinho, pandeiro e violão 7 cordas, o grupo tem como principais referências os regionais de Benedito Lacerda, Canhoto e Época de Ouro.

Dia 28
Flávio Bala Quarteto
Com uma formação de teclados, baixo, bateria, samples e programação de bateria, o saxofonista apresenta repertório de artistas como Ray Charles, Radiohead, Pixinguinha, Charles Parker… Numa concepção atualíssima.

Dia 29
Raul de Souza
Músico Convidado: Fábio Torres (piano)
Com suingue próprio, o trombonista mostra interpretações originais para standards da música brasileira e internacional.

Dia 30
DUOFEL
O duo de Violões lança o DVD gravado no Cavern Club, em Liverpool, tocando Beatles.

Festival de Improvisação
A série reúne músicos brasileiros e estrangeiros ao longo do ano em apresentações de improvisação livre, tipo de música que incorpora elementos da música erudita contemporânea, vertentes do jazz, música folclórica, rock, entre outros, em torno de um ideal de composição desvinculada de estruturas prévias. Parte dos espetáculos está inserida na programação regular de música do CCSP; outra parte acontece em dias, salas e horários alternativos, aproveitando as múltiplas possibilidades deste espaço.

Espaço Cênico Ademar Guerra
Sábado, às 21h, domingo, às 19h
Oficinas: de 19 a 21 de outubro. Mais informações e inscrições no site do CCSP.
Entrada Franca

Dias 22 e 23
II Festival Internacional Abaetetuba de Improvisação Livre
Com: Hans Koch (clarone – Suíça), Javier Carmona (bateria – Espanha), John Russel (guitarra – Inglaterra) e Marcio Mattos (violoncelo – Inglaterra/Brasil)
Pelo segundo ano consecutivo, o Centro Cultural São Paulo convida para sua série o coletivo paulista Abaetetuba, que recebe quatro expoentes da improvisação livre mundial para oficinas e apresentações musicais em diversas formações instrumentais. O grupo atualmente conta com Panda Gianfratti (percussão), Rodrigo Montoya (shamisen) e Thomas Rohrer (sax e rabeca).

Progressivos
Importantes nomes do rock progressivo nacional em performances criadas especialmente para este evento
Sexta e sábado, às 19h, domingo, às 18h
Sala Adoniran Barbosa – Entrada Franca

Dia 14
Violeta de Outono
Surgida em meados dos anos oitenta, moldou uma sonoridade própria ao misturar tendências da época à psicodelia de Pink Floyd e Beatles.

Dia 15
Sergio Hinds
Líder da aclamada banda de rock progressivo O Terço, Sergio Hinds lança o álbum solo “Alive”, indicado ao Grammy de melhor disco de rock brasileiro do ano.

Dia 16
Terreno Baldio
Ícone do Rock Progressivo que volta depois de mais de três décadas.

Concerto Especial (incluir)
Sala Jardel Filho
Sábado, 11h30
Entrada Franca

Dia 29
Judicaël Perroy
Frase: Violonista francês premiado pela Revista Diapason apresenta repertório com obras de Bach, Granados e Barrios, entre outros.

Vencedor de vários concursos internacionais, o francês Judicaël Perroy é um dos maiores violonistas de sua geração. Talento precoce, começou a tocar violão aos 7 anos de idade no “Conservatoire Municipal Inter-arrondissements” de Paris.  Desde então, tem desenvolvido uma bem sucedida carreira internacional, chegando agora pela primeira vez ao Brasil. Além de possuir uma técnica virtuosa e maturidade musical, Judicaël tem como diferencial a utilização de um violão concebido pelo renomado luthier australiano Greg Smallman, que que dá ao instrumento uma potência de som inédita no universo violonistico através de uma técnica de construção inovadora.

PROGRAMA

J. S. Bach (1685 – 1750)
Suite para Alaúde BWV 997
Präludium
Fuge
Sarabande
Gigue-Double

Prelúdio, Fuga e Allegro BWV 998

INTERVALO

Manuel Maria-Ponce (1882 – 1948)
Sonata 3                                                                                                       
Allegro Moderato                                                                                                    
Chanson                                                                                                     
Allegro non troppo

Agustin Barrios (1885 – 1944)
Choro da saudade

Enrique Granados (1867 – 1916)
Valses poeticos

Beth Turkieniez – Volantes na Galeria Ímpar

A Galeria IMPAR abre a exposição Volantes, um pequeno recorte das obras de Beth Turkieniez, trazendo 30 trabalhos de técnicas variadas, entre pinturas, fotogravuras, fotografias, escultura e objetos. A mostra da artista plástica, atualmente inspirada pelo centro da cidade de São Paulo, local que adotou como nova residência, não tem um conceito exato, definido. É pensada de modo a adequar a riqueza da diversidade, das opções, suportes e técnicas com as quais trabalha, ao espaço intimista da galeria.

Abertura: 18 de outubro
Curadoria: Mario Gioia
Coordenação: Dedéia Meirelles
Galeria IMPAR – Rua Mourato Coelho, 1017 
Vila Madalena –  São Paulo
Tel.: (11) 2645.4480
Abertura: 18 de outubro – terça-feira – às 19h
Período: 19 de outubro a 11 de novembro de 2011
Horário: segunda a sexta feira, das 10 às 19h
Nº de obras: 30
Técnica: pintura, fotogravura, fotografia, escultura e objeto
Dimensão: de 13 x 18cm a 220 x 160cm
Preço: R$ 400,00 a R$ 27.000,00

Gilberto Mendes completa 89 anos

Hoje, 13 de outubro, o compositor Gilberto Mendes completa 89 anos. Ele nasceu na cidade de Santos (SP), no dia 13 de outubro de 1922. Aqueles que acham que a obra do compositor santista é fortemente marcada pela música popular poderão estranhar o fato de, até aos nove anos de idade, sua iniciação musical ter sido inteiramente erudita. Aos dezoito anos, sob o impacto do filme Fantasia, de Walt Disney, Gilberto Mendes resolveu estudar música, abandonando a Faculdade de Direito que tinha começado em São Paulo. Ele reconhece que esse filme – que viu e reviu muitas vezes – foi um divisor de águas em seu desenvolvimento. É importante lembrar que o seu então cunhado, Miroel Silveira, foi um dos grandes incentivadores para que ele seguisse a carreira de músico.

Gilberto Mendes estudou harmonia com Savino de Benedictis e piano com Antonieta Rudge no Conservatório Musical de Santos, no período de 1941 a 1948. No ano de 1954, ele teve algumas aulas com o compositor Claudio Santoro, que o preveniu que não era bom morar em um lugar tão bonito, à beira-mar, pois naturalmente a beleza iria desviá-lo de seu trabalho. E, de fato, o próprio Gilberto Mendes reconhece que, além de ter começado tarde os estudos de música, seu progresso foi mais lento do que o esperado, pois ele tinha que ir à praia. Mas o próprio compositor encara com naturalidade tudo que a vida lhe reservou, ele não se arrepende de nada. Esse é um fator importante na personalidade de Gilberto Mendes, tudo soma, nada subtrai ou divide.

Trecho da minha Dissertação de Mestrado A Influência da Poesia Concreta na Música Vocal dos Compositores Gilberto Mendes e Willy Corrêa de Oliveira. Unesp, Agosto de 2002.

Seguem dois videos:

Gilberto Mendes – Asthmatour – Madrigal Ars Viva – Regente: Mº Roberto Martins

Gilberto Mendes (1922) – Poema de Décio Pignatari /
Coro a capella da 28° Oficina de Música de Curitiba – Regência: Mara Campos

Cartola – O genial compositor

Hoje, 11 de outubro, Cartola estaria completando 103 anos, incrível que, trinta e um anos após a sua morte, suas músicas ainda mostram a  grande força deste grande compositor e letrista, sem dúvida nenhuma um dos maiores já surgidos na música brasileira.
Angenor de Oliveira nasceu no Rio de Janeiro no dia 11 de outubro de 1908 e morreu no dia 30 de novembro de 1980.
O criador da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, criou também o seu uniforme, nas cores verde e rosa, foi o seu primeiro Diretor de Harmonia. Compositor reverenciado pelos outros compositores na sua época e posteriormente. Compositor que era admirado por Villa-Lobos e que o apresentou ao maestro Leopold Stokovisky, na ocasião que foi gravado um disco com os mais importantes músicos brasileiros. Foi parceiro de Noel Rosa, Carlos Cachaça, Elton Medeiros e tantos outros. Teve suas músicas gravadas por Carmen Miranda, Francisco Alves, Beth Carvalho, Ney Matogrosso entre tantos outros artistas. Um compositor genial, com todo direito de ser um imortal.

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